Resultado do 2º vestibular 2013 da Universidade de Brasília

O resultado do 2º vestibular 2013 da Universidade de Brasília (UnB) foi divulgado nesta quarta-feira, 24 de julho. O estudante Felipe Parreira Borges, do colégio Galois, conquistou o primeiro lugar do campus Darcy Ribeiro. O aluno foi aprovado para o curso de Engenharia Civil. A relação com os nomes dos candidatos aprovados em primeira chamada está disponibilizada nos campi da UnB e no site:

http://www.cespe.unb.br/vestibular/vestunb_13_2/

UnB reabre inscrições para o 2° vestibular de 2013

A Universidade de Brasília (UnB) reabriu, nesta quinta-feira (25/4), as incrições para o 2º vestibular de 2013. O edital está disponível no site do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe) e estabelece novas regras para solicitação de isenção de taxa. As inscrições foram suspensas para que a instituição adequasse o edital às normas da Lei n° 12.799, sancionada em 10 de abril de 2013, que determina que alunos de escolas públicas possam fazer vestibular de graça.

O novo prazo de inscrições começa nesta sexta-feira (26) e vai até 6 de maio, na página eletrônica do Cespe. As provas também precisaram ser remarcadas para 8 e 9 de junho. A taxa é de R$ 110 para candidatos e R$ 85 para treineiros – alunos que não concluíram o ensino médio, mas desejam testar seus conhecimentos participando das provas.

Os candidatos que se inscreveram entre 11 e 15 de abril e que desejarem alterar a inscrição por atenderem aos novos critérios de isenção de taxa poderão fazer a alteração entre 26 de abril e 3 de maio.

Fonte: Correio Braziliense/Eu Estudante

UnB adere ao Enem

A partir do primeiro semestre de 2014, a Universidade de Brasília (UnB) vai aderir ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação (MEC). Com isso, o vestibular do início do ano será substituído pelo desempenho dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O Sisu seleciona os candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior. A seleção é feita com base na nota obtida pelo candidato no Enem. O Programa de Avaliação Seriada (PAS) será mantido, assim como o vestibular do meio do ano.

 

Foto Emília Silberstein

Segundo o MEC, 2.110 das 4.220 vagas dos 97 cursos de graduação da UnB serão reservadas ao Sisu. A decisão foi tomada em reunião do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (Cepe), nesta quinta-feira (11).

A universidade havia criado, em outubro do ano passado, uma comissão para discutir a proposta de adesão parcial. O edital para especificar as mudanças no vestibular e a adesão ao sistema do MEC será divulgado nos próximos meses.

Agência Brasil

Resultado do 1º Vestibular 2013 da UnB

Atenção estudantes que fizeram o 1º Vestibular 2013 da Universidade de Brasília. Está chegando a hora… De acordo com o Cespe/UnB (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos Universidade de Brasília), o resultado dos aprovados em primeira chamada será divulgado dia 4 de março.

UnB realiza vestibular 2013 hoje e amanhã

A Universidade de Brasília (UnB) realiza hoje (12) e amanhã (13), a partir das 13h, as provas do vestibular 2013. Foram registrados 24.977 inscritos, dos quais 14.858 se inscreveram pelo sistema universal, 6.774 pelo sistema de cotas para escolas públicas e 3.009 pelo sistema de cota para negros.

 

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Fonte Agência UnB

Os exames serão aplicados no Distrito Federal, em Brasília, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Planaltina, Sobradinho e Taguatinga, e também nas cidades de Formosa (GO), Goiânia (GO), Valparaíso (GO) e Uberlândia (MG).

O candidato deverá comparecer ao local de prova com antecedência mínima de uma hora. É preciso levar caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente,o documento de identidade original e o comprovante de inscrição ou o comprovante de pagamento da taxa.

Cada dia de exame terá duração de cinco horas. Com exceção da redação, todas as provas são objetivas. Veja o que será cobrado em cada data:

  • 12.jan.2013 – Língua espanhola, francesa ou inglesa (30 itens); língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, geografia e história, artes (artes cênicas, artes visuais e música), filosofia e sociologia (120 itens) e redação em língua portuguesa.

  • 13.jan.2013 – Biologia, física, química e matemática (150 itens).

Os gabaritos e cadernos de prova devem ser divulgados a partir das 19h do dia 16 de janeiro. A primeira chamada do vestibular está prevista para o dia 4 de março.

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Vestibular da UnB

Dicas para a prova de redação

O vestibular da Universidade de Brasília (UnB) será realizado nos dias 12 e 13 de janeiro de 2013. O professor de português Rafael Riemma, do colégio Galois, considera que a redação é uma das maiores preocupações para os candidatos. O medo se explica porque a prova tem muita importância e peso considerável na aprovação do candidato, já que desde 2012, a redação tem caráter classificatório, ou seja, será calculada com as outras provas e afeta a nota final.

Rafael explica que os temas cobrados pela instituição tendem a ser muito subjetivos, e que a argumentação fica prejudicada se o aluno não souber se posicionar de forma mais concreta sobre o assunto cobrado. Já que não dá para escolher o tema sobre o qual se quer falar, o jeito é utilizar os textos da prova para sustentar a argumentação. “A prova da UnB é temática. Então tudo o que estiver nas questões ao longo do exame pode ser uma ferramenta importante para o candidato resolver a redação. O ideal é ler o tema da redação antes de resolver a prova, mas deixar para escrevê-la por último. Assim, o aluno vai acumulando argumentos possíveis para fazer uma boa dissertação”, recomenda o professor.

Confira outras dicas que o professor Rafael Riemma selecionou para você se dar bem na redação da UnB:

Atenha-se aos textos da coletânea oferecida na prova
A dificuldade de argumentar com ideias fortes e concisas é uma das maiores reclamações dos candidatos. O segredo está em buscar nos textos da prova informações que contribuam com a redação. A coletânea de textos é um norte para o candidato organizar a tese que vai elaborar.

Deixe claro a ideia que vai defender
Não importa qual gênero for, o candidato precisa ter certeza sobre o que está escrevendo. Todo texto tem um tema principal, que é desenvolvido por meio de subtemas correlatos. A dificuldade na hora de selecionar temas e subtemas é que, no desenvolvimento do texto, você pode acabar fugindo do tema cobrado. Por isso, a sugestão é fazer um roteiro de seu texto antes de começá-lo. E, principalmente, seguir o planejado.

Concisão é importante. Resumir demais pode ser fatal
Em um texto que não pode passar das 30 linhas, é importante o candidato se ater às ideias mais importantes e impactantes do tema exigido. A estrutura é simples: um parágrafro de introdução, dois ou três de desenvolvimento, um de conclusão. O tópico frasal é uma estrutura impactante  abre com um resumo sintético e rápido a ideia do parágrafo. Mas use o estilo moderadamente. Frases curtas devem ser intercaladas com frases um pouco maiores, para dar maior ritmo ao seu texto e prender a atenção do leitor.

A língua é uma aliada: use-a bem
A prova da UnB normalmente exige o padrão culto da língua. Isso significa que não dá para utilizar expressões e estruturas usadas na internet ou empregadas na oralidade. Verificar a regência dos verbos é dica primordial: se no dia-a-dia você diz “essa é a menina que gosto”, na redação a estrutura está errada. Quem gosta, gosta de alguém. Por isso, o correto a dizer é: “essa é a menina de que (ou de quem) gosto”. Pontuação correta também é uma exigência. Na dúvida, ponha um ponto final e recomece a ideia numa nova frase.

Argumentação é impessoal e sem exageros
Expressões como “eu acho”, “eu penso”, “eu avalio” devem ser descartadas, a não ser que o enunciado da redação peça assim. A argumentação deve ser impessoal e, por isso, além da partícula “-se” de indeterminação do sujeito, a voz passiva é uma boa aliada (desde que usada com equilíbrio). Um texto apaixonado demais, cheio de marcas de emoção e exclamações pode parecer piegas. Procure um tom moderado e analítico antes de escrever. Considere que para toda tese existe uma antítese, e ela deve estar também no seu texto.

E o título?
Segundo o edital do vestibular, o uso do título é facultativo. Assim, o aluno pode simplesmente começar a desenvolver a ideia na primeira linha — e não na linha da margem — da folha de respostas sem nenhum prejuízo. Mas, se você optar por colocar título, obedeça as normas oficiais: ele deve aparecer centralizado, com apenas a inicial em maíusculo (a não ser que haja um nome-próprio no meio da oração), e sem pontuação. Não precisa sublinhar, saltar linha ou fazer qualquer coisa que o destaque ainda mais: o padrão de título já confere a essa estrutura o destaque necessário. Como a redação só pode ter 30 linhas, a recomendação é a de que, dando um nome para o texto, em vez de 30, você terá apenas 29 linhas para desenvolver a ideia.

Fonte: Eu Estudante/Correio Braziliense

Curiosidades das Olimpíadas que podem cair no vestibular

Criado em 1894 pelo francês Pierre de Coubertin, o Comitê Olímpico Internacional (COI, ou IOC, em inglês) passou a organizar todas as edições dos Jogos Olímpicos a partir de então. Desde 1896, durante a Olimpíada de Atenas, atletas do mundo inteiro se reúnem em competições esportivas a cada quatro anos. Mesmo indiretamente, desde o início do século 19 até o início do 21, as edições das Olimpíadas refletiram as mudanças ocorridas no mundo inteiro, em relação à política, cultura e economia, sendo um reflexo histórico dos principais acontecimento de diferentes períodos.

Assim, passando por revoluções políticas, movimentos pela igualdade feminina, guerras mundiais e disputas de poder entre potências mundiais, a importância adquirida pelas Olimpíadas transcende as competições esportivas e a disputa pelas medalhas de ouro, prata e bronze. A seguir, saiba mais sobre a relação entre mudanças sociais e culturais e sua relação com as diversas edições dos Jogos Olímpicos.

Arquitetura, escultura e pintura já foram esportes olímpicos?
Idealizador das edições modernas das Olimpíadas, Pierre de Coubertin incluiu modalidades culturais na programação oficial do evento. Assim, entre os Jogos de Estocolmo 1912 e Londres 1948, foram realizadas competições olímpicas de arquitetura, escultura, pintura, literatura e música. Depois, essas competições foram substituídas por programações culturais em locais separados das atividades olímpicas, como peças de teatro e concertos musicais. O período em que a cultura era esporte olímpico, na primeira metade do século 20, coincidiu com os anos de imperialismo europeu, quando a cultura europeia era considerada superior.

Houve Olimpíada durante as duas Guerras Mundiais?
Apesar de Londres 2012 ser oficialmente a 30ª edição das Olimpíadas, na prática, essa conta é um pouco menor: em função dos conflitos ocorridos durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, as Olimpíadas não foram realizadas durante os dois períodos. Dessa forma, descontados os anos de 1916, 1940 e 1944 – que entram apenas na contagem oficial do COI, sem a realização dos Jogos -, houve de fato 26 edições do evento desde a primeira Olimpíada da era moderna, em 1896, até 2008, em Pequim.

Para o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do Centro Universitário IESB, em Brasília, a contagem dos Jogos que não ocorreram é uma forma de o COI mostrar que as Olimpíadas não foram interrompidas, simbolicamente, e que o movimento olímpico não teria se submetido a pressões políticas. “Mas, na verdade, quando estourou a Segunda Guerra Mundial, o Comitê cancelou as Olimpíadas”, ressalta.

Quando as mulheres puderam competir nas Olimpíadas?
Durante os Jogos Olímpicos da Grécia Antiga, as mulheres não podiam assistir ao evento e nem participar dele, segundo o livro ‘De banquetes y batallas’, do filósofo Javier Ortuño, fez com que Pherenice fosse condenada à morte por se travestir de homem para assistir à luta do filho boxeador Peisidouros. Durante as edições modernas dos Jogos, contudo, aos poucos, as mulheres foram conquistando o direito de participar das competições: em 1900, nos Jogos de Paris, foram aceitas no golfe e no tênis; em 1912, em Estocolmo, na natação; em 1928, em Amsterdã, em algumas competições de atletismo. Em 1964, durante a Olimpíada de Tóquio, por exemplo, na mesma época em que movimentos pela igualdade sexual e de salários para as mulheres ganhavam força, elas participaram, pela primeira vez, das competições olímpicas de vôlei.

Todos os continentes já sediaram as Olimpíadas?
Das 11 cidades-sede das Olimpíadas realizadas antes da Segunda Grande Guerra, apenas duas não foram europeias: as americanas Saint Louis e Los Angeles, em 1904 e 1932, respectivamente. E, se após o conflito, a maior parte dos atletas deixou de pertencer a delegações de países ocidentais, o eurocentrismo em relação às cidades-sede das Olimpíadas não mudou: entre os Jogos de Londres, em 1948, e de Pequim, em 2008, apenas três cidades asiáticas, três americanas e uma latinoamericana sediaram os Jogos, contra oito europeias. Enquanto a primeira Olimpíada realizada na Ásia foi em 1964, em Tóquio, e na América Latina em 1968, na Cidade do México, o continente africano nunca sediou uma edição do evento.

“Esse eurocentrismo é uma questão histórica e econômica, que sempre interferiu na organização dos Jogos: os principais patrocinadores das Olimpíadas sempre se concentraram na Europa, e o interesse deles de realizar os Jogos no continente sempre foi significativo. E como a maior representação de votos dos membros do COI é do continente europeu, ele sempre acabou dominando as sedes das Olimpíadas, principalmente durante as primeiras edições, pela logística da Europa estar mais avançada”, afirma o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do Centro Universitário IESB.

Como a evolução dos transportes influenciou na organização dos Jogos?
Ao longo das primeiras Olimpíadas, durante o início do século 20, o desenvolvimento industrial gerou veículos mais velozes e populares, que passaram a estar no alcance de um número maior de pessoas. Essa evolução na indústria de transportes permitiu que os atletas percorressem mais rapidamente as distâncias entre os estádios e as vilas olímpicas, evitando a baixa de atletas inscritos nos eventos, além de encurtar as distâncias intercontinentais.

Os Jogos já foram realizados em dois continentes diferentes?
Sim. Os Jogos de 1956 ficaram marcados por duas curiosidades: pela primeira vez, a Olimpíada foi realizada em diferentes continentes. Enquanto quase todas competições ocorreram em Melbourne, na Austrália, as de hipismo foram realizadas separadamente, no mês de junho, em Estocolmo, na Suécia, onde as leis de quarentena não eram tão severas. Outro fato marcante da edição foi que, pela primeira vez, a grande maioria dos 3.178 competidores chegou até a cidade-sede de avião.

O procedimento, adotado em todas as Olimpíadas posteriores, foi fundamental para a organização do evento e para que os Jogos fossem realizados em diferentes partes do mundo. “A tecnologia influenciou muito o rodízio de continentes entre as cidades-sede, pois ela facilitou a questão logística dos Jogos, um dos quesitos que são levados em consideração na escolha do lugar que sediará o evento”, ressalta o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do Centro Universitário IESB.

Quando ocorreram as primeiras transmissões ao vivo das Olimpíadas pela televisão?
A partir de 1936, os Jogos Olímpicos começaram a ser transmitidos pela televisão, em circuito fechado, mas as primeiras transmissões ao vivo só ocorreriam duas décadas depois, na Itália. A experiência pioneira foi em 1956, nos Jogos de Inverno da cidade italiana de Cortina d’Ampezzo, em pequena escala. Já em 1960, na Olimpíada de Roma, os Jogos foram transmitidos ao vivo para os europeus por emissoras do continente. Oito anos depois, durante a Olimpíada de Inverno de Grenoble, na França, ocorreu a primeira transmissão a cores dos Jogos.

“As Olimpíadas já nasceram como um espetáculo, desde a Grécia Antiga, e a televisão também tem um ponto de contato muito forte com o espetáculo. Pela variedade de Jogos e pelas possibilidades plásticas, os Jogos Olímpicos sempre foram atraentes para a televisão, em termos de audiência e faturamento comercial, mesmo pelas televisões estatais europeias, como a BBC, que foram as primeiras a transmitir os Jogos”, explica o professor de telejornalismo da Universidade de Brasília (UnB), Paulo José Cunha.

De que formas as Olimpíadas foram exploradas politicamente?
Ao longo do século 20, além de reunirem atletas do mundo inteiro, os Jogos Olímpicos também foram palco de diversos protestos e movimentos de cunho político, especialmente durante a Guerra Fria, na segunda metade do século 20. Entre eles estão a recusa de alguns países em mandar atletas para a Olimpíada de Melbourne, em 1956, em função da crise no Canal de Suez, no Egito, e a repressão soviética na Hungria, além de protestos de atletas americanos contra a questão racial no país, durante os Jogos da Cidade do México, em 1968. Na década seguinte, o mundo todo assistiu ao sequestro de atletas israelenses por palestinos em 1972, na Alemanha, durante a Olimpíada de Munique.

Qual foi a primeira Olimpíada que deu lucro?
Após a crise mundial do petróleo, na década de 1970, apenas Los Angeles entrou na disputa para sediar os Jogos Olímpicos de 1984, e o resultado foi um modelo de sucesso, seguido em todas as edições posteriores do evento. “O COI montou determinados critérios em que os Jogos deveriam se transformar em uma marca comercial que desse retorno financeiro para as cidades-sede e para o próprio Comitê”, afirma o professor de marketing esportivo Nicolas Caballero, do Centro Universitário IESB.

Consequentemente, a Olimpíada de Los Angeles foi a primeira a ser lucrativa, gerando uma receita de US$ 223 milhões. “Os Jogos de Montreal foram pagos 30 anos depois de sua realização, e os de Los Angeles foram os primeiros que deram lucro. Nesse momento, as Olimpíadas se transformaram numa grande marca”, destaca Caballero.

Quais países fizeram boicotes às Olimpíadas?
Nos últimos anos da Guerra Fria, entre as décadas de 1970 e 1980, as edições dos Jogos Olímpicos foram marcadas por boicotes de delegações de alguns países, por razões políticas. Na Olimpíada de Montreal, em 1976, 22 países africanos não participaram do evento, em protesto a uma viagem do time de rúgbi da Nova Zelândia à África do Sul, que vivia então em um regime de apartheid. Na década seguinte, os Jogos de Moscou (1980) e de Los Angeles (1984) foram marcados por dois boicotes: na hoje capital da Rússia, em protesto à invasão soviética ao Afeganistão, os americanos convocaram delegações do mundo todo a não participarem daquela edição; como consequência, os soviéticos se recusaram a participar da Olimpíada seguinte, em solo americano.

Fonte: Terra

Dicas para o Enem 2012

A adoção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em diversas universidades federais começa a se refletir no mercado educacional. O surgimento de cursinhos preparatórios e materiais didáticos específicos é a maior prova disso. Em algumas escolas, a procura aumentou cerca de 50% desde 2008. A tendência é que este número aumente cada vez mais, já que muitas universidades, que antes não adotavam o exame, agora estão usando a avaliação como forma de selecionar seus estudantes”, explica Diego Mendes, professor do Alub, escola preparatória que possui cinco unidades no Distrito Federal.

 

Para o professor, a expectativa é que o Enem possa substituir o vestibular convencional e os cursinhos devem estar preparados para isso. No DF, a procura só não é maior porque a Universidade de Brasília (UnB) ainda não adotou o exame. Atualmente, a UnB usa o Enem apenas para selecionar candidatos para vagas remanescentes do vestibular”, explica Diego.

Mas para aqueles que estão entre os seis milhões de candidatos que optaram por fazer a prova, o professor explica a diferença entre a preparação do vestibular convencional e o Enem. “A preparação é um pouco diferente do vestibular tradicional. A prova da UnB, por exemplo, é interdisciplinar e interpretativa, enquanto que a do Enem é objetiva e cobra conhecimentos específicos de cada matéria. É mais difícil e o aluno precisa dominar o conteúdo”, avalia o professor.

Outro ponto é estar preparado para a prova de matemática. “No vestibular da UnB e em diversos outros no Brasil é possível usar calculadora, mas este procedimento é proibido no Enem. Então é preciso separar um tempo maior para realizar as operações necessárias”, orienta.

A prova de redação é uma questão importante e merece cuidados. “Prestar atenção na estética do texto e nas normas gramaticais, por exemplo, é importante para conseguir uma boa nota. O melhor é  não ultrapassar 30 linhas e fazer, pelo menos, três parágrafos. O estudante tem que lembrar que a maioria das propostas do Enem envolvem problemas de cunho social. A dica, então, é que o candidato escreva uma solução ética para o assunto. Estar a par de temas atuais é fundamental para a construção da redação. Com a Rio+20, sustentabilidade passou a ter uma grande chance de cair na prova”, ressalta o professor.

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