Maratona Enem oferece aulas gratuitas para alunos da rede pública do DF

O Colégio Galois (601 Sul) sediará a Maratona ENEM. O projeto visa ajudar alunos da rede pública a melhorar a nota no Exame Nacional do Ensino Médio e, consequentemente, aumentar a chance de ingressar na Universidade de Brasília (UnB). A partir do dia 02/09, todos os sábados, das 13h30 às 18h15, professores dos principais cursos preparatórios da rede particular do DF ministrarão aulas referentes às Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias e Redação, Matemáticas e suas Tecnologias. Tudo gratuito. Para participar é necessário que o interessado tenha concluído ou esteja na 3ª série do Ensino Médio da Rede Pública e tenha realizado sua inscrição no ENEM. Ao todo, serão disponibilizadas 100 vagas.  Mais informações pelo www.facebook.com/maratonaenemdf e pelo instagram @maratonaenemdf.

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SciFinder Future Leaders recebe inscrições até 12 de fevereiro

Estão abertas até o dia 12 de fevereiro as inscrições para o SciFinder Future Leaders. O programa é uma oportunidade para estudantes de doutorado e pesquisadores com pós-doutorado participarem do encontro anual da American Chemical Society. O SciFinder Future Leaders proporciona uma série de benefícios aos seus participantes, como aumento da rede profissional, ao conhecer e trocar experiências com cientistas do mundo todo; desenvolvimento de proficiência no uso do SciFinder e aquisição de habilidades que podem impulsionar a carreira; ampliação de conhecimentos e troca de ideias sobre soluções de pesquisa atuais e futuras; visita a centros de tecnologia e inovação para expansão de conhecimentos sobre desenvolvimento científico. O 254º American Chemical Society National Meeting & Exposition, evento do qual o grupo selecionado fará parte, ocorrerá de 14 a 24 de agosto, em Washington, nos Estados Unidos. Além de ser uma ocasião para dar um importante passo na carreira, os pesquisadores selecionados poderão ajudar a definir o futuro da informação científica investigativa em âmbito internacional.

O SciFinder é uma ferramenta do Chemical Abstracts Service (CAS), de referenciais com resumos e patentes, oferecida pelo Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) à comunidade acadêmico-científica brasileira. A plataforma indexa periódicos científicos que englobam temas como química orgânica, química inorgânica, físicoquímica, química analítica, engenharia química, ciências ambientais, farmacologia, toxicologia, medicina experimental, biologia celular e molecular, genética, bioquímica, microbiologia, enzimologia e outros temas afins. Agrega informações de mais de 61 autoridades de patentes incluindo patentes anteriores a 1907. São seis bases de dados disponíveis: Caplus, Registry, Chemical Reactions, Substâncias Químicas Regulamentadas, Chemcats e Medline.

O SciFinder pode ser acessado pela opção Buscar base do Portal de Periódicos da CAPES, uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. O Portal conta com um acervo de mais de 38 mil títulos com texto completo, 126 bases referenciais, 11 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual. A ferramenta foi criada tendo em vista o déficit de acesso das bibliotecas brasileiras à informação científica internacional, dentro da perspectiva de que seria demasiadamente caro atualizar esse acervo com a compra de periódicos impressos para cada uma das universidades do sistema superior de ensino federal. Foi desenvolvido ainda com o objetivo de reduzir os desnivelamentos regionais no acesso a essa informação no Brasil. Ele é considerado um modelo de consórcio de bibliotecas único no mundo, pois é inteiramente financiado pelo Governo brasileiro. É também a iniciativa do gênero com a maior capilaridade no planeta, cobrindo todo o território nacional.

Novas regras vão facilitar a validação de diplomas emitidos no exterior

Estudantes brasileiros que concluíram cursos de graduação e pós-graduação stricto sensu no exterior terão, respectivamente, os diplomas revalidados e reconhecidos com maior agilidade a partir de nova política do Ministério da Educação. Foi assinada nesta terça-feira, 13, no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília, a portaria normativa que dispõe sobre as regras e os procedimentos para equivalência, em âmbito nacional, dos diplomas expedidos por instituições estrangeiras de educação superior. Na mesma ocasião, foi lançado o Portal Carolina Bori, que reúne informações sobre a nova legislação e sobre o trâmite mais simplificado da documentação.

No Brasil, a revalidação dos diplomas de graduação fica a cargo das universidades públicas. Já o reconhecimento dos diplomas de mestrado ou doutorado pode ser feito também por instituições particulares. “O passo que consagramos a partir de hoje é muito importante e vai em direção da facilidade para pesquisadores, professores e acadêmicos que estudam no exterior”, disse o ministro Mendonça Filho. “A burocracia não pode atrapalhar a vida das pessoas; devemos ter uma burocracia que proteja o Estado, que resguarde os direitos do cidadão, mas que não crie situações em que as pessoas levem dez anos para ter o reconhecimento de um diploma. Isso é coisa do século passado ou retrasado e é inaceitável”, acrescentou o ministro.

O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Abilio Baeta, espera que as universidades brasileiras façam uso da base de dados da plataforma Carolina Bori e aproveitem da experiência da Capes na concessão de bolsas de pós-graduação. “Um dos elementos por trás de cada bolsa concedida pela Capes diz respeito à qualidade do destino pretendido e essa é uma informação que precisa ser considerada nos procedimentos de validação dos diplomas”, observou. E elogiou a nova política do MEC: “Num momento em que se aposta numa inserção internacional mais forte das nossas universidades e da nossa comunidade acadêmica, é preciso que nós saibamos reconhecer como se formam recursos humanos de alto nível nos outros países e que, com bastante rapidez e agilidade, possamos integrá-los ao nosso sistema”.

De acordo com a coordenadora de avaliação internacional da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC e da equipe responsável pelo desenvolvimento da plataforma Carolina Bori, Elizabeth Balbachevsky, a questão é que os procedimentos de validação adotados pelas universidades brasileiras sempre seguiram “uma tendência restrita, de comparação de disciplinas e medição de cargas horárias”. Esse rigor mostra-se, segundo ela, desatualizado com o ensino acadêmico global e dificulta a política nacional de internacionalização na educação superior. Segundo ela, muitos brasileiros deixam de se matricular em cursos de excelência, em nível de pós-graduação, no exterior, por saber que dificilmente conseguirão ter os diplomas reconhecidos no Brasil. “O que acontece hoje, no Brasil, é uma situação completamente arcaica e anômala e não ajuda nada no avanço do conhecimento”, disse. Esse entrave da legislação brasileira para as políticas de internacionalização ficou ainda latente com o programa Ciência sem Fronteiras (CsF), que fomentou a mobilidade internacional de estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação.

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A reforma do ensino médio

Edson Machado

Sobre a Medida Provisória (MP), que reestrutura e flexibiliza o ensino médio no país, vale destacar que essas tentativas já foram feitas, desde o tempo em que o ensino médio era oferecido em duas programações, o científico e o clássico. Além disso, durante anos, o ensino técnico profissional foi oferecido, mas não era considerado equivalente ao ensino médio, mas sim uma alternativa.

Durante os debates que deram origem a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em 1961, a questão mais discutida era a desvinculação do ensino técnico profissional em relação ao ensino médio. Esse debate nunca foi claro sobre o que pretendiam do ensino médio, até que veio a desastrosa experiência de tornar obrigatório o ensino técnico profissional. Experiência que durou muito pouco pela impossibilidade de implantar o ensino técnico em todas as escolas de ensino médio no país.

A nova proposta parece ser uma espécie de simbiose das experiências anteriores. Há alguns pontos positivos, como a insistência do ensino de Língua Portuguesa e Matemática, a formulação de uma Base Nacional Comum Curricular em substituição aos tradicionais currículos mínimos e o aumento do número mínimo de horas, com liberdade para os sistemas de ensino definirem as matérias obrigatórias e o estimulo a implantação do ensino em tempo integral. Do lado negativo, esta MP, lamentavelmente ensaia o fim do ensino de artes e da prática da educação física.

Maior parte dos brasileiros sabe pouco sobre ciências

A pesquisa Indicador de Letramento Científico (ILC), divulgada hoje (6) pelo Instituto Abramundo, revelou que a maior parte dos brasileiros sabe pouco sobre ciências. De acordo com o resultado da consulta, 79% têm conhecimentos científicos básicos, mas não são capazes de usá-los para entender plenamente a realidade que os cerca. O teste envolveu questões com situações cotidianas, como ler e interpretar uma bula de remédio, entender a importância de um pneu de carro não estar careca e conseguir explicar os efeitos do uso de antibióticos.

Os resultados finais do ILC foram apresentados na Reunião Ordinária Itinerante do Conselho Nacional de Educação (CNE). O ILC avaliou 2.002 pessoas de 15 a 40 anos, com, no mínimo, quatro anos de estudos. Elas responderam a 36 itens, entre fáceis e difíceis, sobre a aplicação da ciência no dia a dia e em situações mais complexas. Para o presidente do Instituto Abramundo, Ricardo Uzal, o resultado em ciências no Brasil está aquém do de outros países, com impactos no desenvolvimento econômico do país e na falta de crescimento por aumento de produtividade.

Educação básica

Para Usal, o resultado mostra também problemas na estrutura educacional, principalmente da educação básica, que trata as ciências de forma marginalizada. “O governo e a iniciativa privada são responsáveis pela busca de soluções para a educação em ciências”, acrescentou o presidente da Abramundo.

Com base nas respostas, os participantes foram divididos em quatro níveis. No primeiro, o mais baixo, estão 16%, que são capazes de localizar apenas informações em textos simples, em situações cotidianas. No extremo oposto, nível 4, estão 5% considerados eficientes. São pessoas que dominam conceitos e termos científicos e são capazes de aplicá-los em situações simples e complexas. A maior parte dos participantes está no segundo nível (48%) e no terceiro (31%), considerados, respectivamente, letramento rudimentar e letramento científico básico.

Os participantes têm desde o 5º ano do ensino fundamental até o superior completo. Os resultados mostram que há deficiências também entre aqueles com nível educacional mais alto, que correspondem a 23% da amostra. Entre esses, 11% atingiram o nível mais alto de letramento, 48% estão no nível 3,37% no 2 e 4%, no nível mais baixo.

Interesse

Apesar do baixo desempenho, a pesquisa mostra que os brasileiros se interessam pelo conhecimento científico. Dos entrevistados, 72% concordaram, total ou parcialmente, que a ciência ajuda a
compreender o mundo; 62% disseram se informar sobre as novidades no campo da ciência e tecnologia. Metade afirmou se informar por meio de jornais impressos ou internet. Em relação ao trabalho, 68% concordam, total ou parcialmente, que quem tem formação na área científica tem boas oportunidades de trabalho.

O ILC é uma iniciativa inédita do Instituto Abramundo, em parceira com o Instituto Paulo Montenegro, do Ibope, e a organização não governamental (ONG) Ação Educativa. A base da avaliação foi o Indicador de Alfabetismo Funcional, realizado pelo Ibope e o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). As entrevistas foram feitas no Distrito Federal e em 211 municípios das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, Salvador, Curitiba e Belém.

Prova Brasil

Em 2013, questões de ciências foram incluídas na Prova Brasil, aplicada a cada dois anos. A prova de ciências foi aplicada de forma amostral a alunos do 9º ano. Um grupo de alunos do 3º ano também fez a
prova de ciências em 2013, na Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb).

Esses resultados não foram utilizados no cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que considera as provas de português e matemática.

Agência Brasil.

 

Publicação de artigos

A revista Linhas Críticas, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), aceita submissão de artigos, até 31 de maio, para a edição de 2016. Os proponentes devem ser professores e pesquisadores com título de doutor, que possuam reconhecida competência acadêmica na área temática do dossiê. Os temas devem expressar atualidade e relevância para a área de educação. O envio deve ser feito pela página abaixo.
Mais informações: http://periodicos.unb.br/index.php/linhascriticas

Galois está na final nacional da VII Olimpíada de Raciocínio Mind Lab

O Colégio Galois acaba de comemorar mais uma grande conquista com seus alunos de Ensino Fundamental II. Os estudantes Rafaela Elvina Almeida Campelo Ferreira, Eduardo Berford Leão Amorim, Daniel Coser Gonçalves de Araújo, Rodrigo Palma Paim, Pedro Afonso Berford Leão Amorim, Gabriel Portela Coelho Salomão, Eduardo Ventilari Sodré e Vinícius Barsante dos Santos se classificaram para a grande final nacional do torneio de raciocínio Mind Lab, que acontece dia 23/05, em São Paulo.

Professor Yaron Segalovich, do colégio Galois, entre os alunos selecionados para a final nacional do Mind Lab

Para isso, eles tiveram que disputar jogos de raciocínio, presencial e online, com equipes de 120 escolas brasileiras e internacionais. “Estamos felizes por representar nossa cidade em uma competição tão importante e servir como exemplo para outros estudantes. Esses jogos estimulam nossa criatividade, planejamento e estratégia que são facilmente usadas no dia a dia”, afirma Rodrigo Paim, aluno do 8º ano. O evento é promovido pela Mind Lab, responsável pelo programa MenteInovadora, que auxilia no desenvolvimento de habilidades dos estudantes.

A final presencial reunirá todos os vencedores das etapas regionais. O torneio premiará os mais bem colocados de 8º e 9º ano e servirá de seletiva para os de 4º ao 7º ano. Os vitoriosos representarão o Brasil no toneio em Istambul, na Turquia, em junho. Países como Reino Unido, Itália e Austrália concorrerão com o vencedor nacional. “Além de desenvolver habilidades fundamentais para o crescimento do aluno, como raciocínio lógico, planejamento estratégico, criativade e trabalho em equipe, o projeto também cultiva aspectos sociais. Em competições como essas, por exemplo, o estudadante conhece pessoas de várias localidades, compartilha conhecimentos, cultura e ainda aprende, de forma saudável, como lidar com a emoção”, ressalta Yaron Segalovich, professor de Mind Lab do colégio Galois.

Sobre a Olimpíada Internacional Mind Lab:

Torneio de jogos de raciocínio que reúne diversos países que aplicam a Metodologia Mind Lab. As equipes têm a oportunidade de colocar em prática todo o conhecimento e estratégias exploradas pelo Programa MenteInovadora em um evento em que alunos, educadores e famílias trocam experiências e celebram a jornada intelectual e emocional. Na final internacional, cada equipe é formada por quatro alunos do 4º ao 7º ano e do 8º ao 9º ano do ensino fundamental, que competem em modalidades/jogos diferentes: Damas Olímpicas, jogo Octi, jogo Bloqueio e o jogo Abalone.

Para Sandra Garcia, Diretora Pedagógica da Mind Lab e responsável pela Olimpíada, os jogos são uma forma de estimular a participação dos estudantes e reforçar a importância do estudo. “Esse torneio é muito mais que uma competição: é um instrumento que ajuda a colocar em prática habilidades cognitivas, sociais, emocionais e éticas dos alunos”, diz. “Esperamos que os estudantes do colégio não só se saiam bem, mas que aprendam com essa experiência única e motivadora”, ressalta.

Sobre a Mind Lab (www.mindlab.com.br) – A Mind Lab é reconhecida mundialmente por sua abordagem inovadora voltada para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais de crianças e jovens para que eles estejam preparados para enfrentar os desafios da vida moderna. Fundada em Israel em 1994, a empresa já beneficiou milhões de estudantes ao redor de 25 países com sua metodologia exclusiva que conta com três pilares: jogos de raciocínio, professor mediador e métodos metacognitivos, sempre apoiando os estudantes a transferir o aprendizado com os jogos para a vida real. No Brasil, onde hoje fica a sede da empresa, a Mind Lab é parceira de mais de mil instituições de ensino do setor público e privado e conta com cerca de 20 mil professores certificados para aplicação do Programa MenteInovadora, que é integrado ao currículo das escolas. Com a finalidade de ampliar o engajamento e impacto na formação dos jovens, a Mind Lab tem investido também no desenvolvimento de soluções complementares, tais como o portal da games MindLab.NET, o aplicativo Conectados e o Missão Universitário, uma plataforma de preparação para o ENEM e para o mercado de trabalho.

Inscrições abertas para 2º vestibular de 2015 da UnB

Atenção estudantes! As inscrições para o 2º vestibular de 2015 da Universidade de Brasília (UnB) encerram-se no dia 4 de maio. Nesta edição, são oferecidas 4.212 vagas, distribuídas entre 97 cursos de graduações presenciais nos quatro campi da UnB. As taxas são de R$120,00 para candidatos e R$90,00 para treineiros. As provas estão previstas para acontecer em 6 e 7 de junho.
Mais informações e inscrições: www.cespe.unb.br/vestibular/vestunb_15_2

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