Capes e Mtur divulgam edital para estudantes de turismo e hotelaria realizarem qualificação em Portugal

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Ministério do Turismo (MTur) divulgam o edital nº 1/2013, que selecionará 50 estudantes dos cursos de Bacharelado/Tecnólogo em Turismo e/ou Hotelaria para o Projeto de Cooperação entre o Brasil e Portugal na Área de Qualificação Profissional em Hospitalidade e Turismo.

Para concorrer, o candidato deve estar regularmente matriculado em curso de Bacharelado/Tecnólogo em Turismo e/ou Hotelaria; ter nacionalidade brasileira; estar cursando, na data da inscrição, ao menos o 2º ano, no caso dos cursos de bacharelado, ou, no mínimo, o 4º semestre do curso de Tecnólogo; ter obtido nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) igual ou superior a 600 pontos, em exames realizados a partir de 2009 até, no máximo, 2012; apresentar perfil de aluno de excelência, baseado no bom desempenho acadêmico, segundo critérios da IES; e residir no Brasil no momento da candidatura e durante todo o processo de seleção.

A inscrição pelos candidatos deve ser feita por meio do preenchimento de Formulação de Inscrição e envio de documentações descritas no edital, de 15 de outubro a 7 de novembro. Os coordenadores de curso das instituições de ensino superior que cumprirem os requisitos de participação no programa serão cadastrados pelo Ministério do Turismo até 10 de outubro.

O resultado está previsto para ser divulgado em dezembro deste ano e o início das atividades em Portugal em janeiro de 2014. A bolsa de estudo terá a duração de até 2 meses para realização de estudos em tempo integral na Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal e é composta de mensalidade no valor de € 870, auxílio instalação, auxílio seguro-saúde, auxílio deslocamento e custos referentes às taxas escolares.

Mais informações pelo e-mail bolsa@turismo.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone (61) 2023-8289.

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UNB: Inscrições para mestrado em Direitos Humanos

A Universidade de Brasília informa que o Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos e Cidadania está com inscrições abertas até 10 de maio para o Processo Seletivo de Mestrado Acadêmico 2/2013. São oferecidas 12 vagas para candidatos residentes no Brasil e duas vagas para candidatos com residência no exterior. As linhas de pesquisa são: Educação em Direitos Humanos e Cultura de Paz; Direitos Humanos, Democracia, Construção de Identidades/Diversidades e Movimentos Sociais; e História, Direitos Humanos, Políticas Públicas e Cidadania. As inscrições são feitas na Secretaria de Pós-graduação do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (ICC Sul, módulo 8, sala  CSS 195), das 10h às 16h.  Mais informações: www.ppgdh.unb.br/

Dilma cobra explicações sobre a não renovação de bolsas

Irritada ao saber que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) não renovou bolsas do programa Ciência Sem Fronteiras para alunos estudando em países como Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Espanha, Canadá e Portugal, a presidente Dilma Rousseff cobrou ontem explicações sobre o episódio. Antes de embarcar para Londres, Dilma incumbiu auxiliares de produzir relatórios detalhados sobre o que aconteceu.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, pelo menos 25 estudantes brasileiros no exterior foram obrigados a abandonar pesquisas porque não tiveram bolsas renovadas pelo CNPq, responsável pelo Ciência Sem Fronteiras. O grupo chegou a enviar um abaixo-assinado ao CNPq no mês passado, mas teve negado o pedido. Leia matéria aqui.

Número de mestres e doutores ainda é baixo no Brasil

No Brasil, a quantidade de pós-graduados stricto sensu é baixa se comparada à de países como EUA, Austrália e Portugal. A carência é maior na indústria e no comércio, que reúne apenas 9,35% deles

O desenvolvimento de qualquer país depende de profissionais qualificados para pesquisar, difundir conhecimentos e gerar tecnologias. Todos os trabalhadores contribuem em algum grau para esse processo, mesmo aqueles que executam serviços básicos. Mas é uma parcela muito menor do mercado, a que tem níveis mais altos de capacitação, que poderá alavancar esse crescimento, pois possui experiência decisiva para contribuir na criação de tecnologias inovadoras. O Brasil já soma 568 mil pós-graduados stricto sensu (doutores e mestres), mas o número de titulados a cada 1 mil habitantes ainda é menor do que o de países desenvolvidos.

O dado é do levantamento Doutores 2010, do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Uma atualização dos números — que será divulgada oficialmente no fim deste mês, a partir de dados preliminares do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) —, mostra que o Brasil tem 1,9 doutor a cada mil habitantes com idade entre 25 e 64 anos. Está abaixo de países como Estados Unidos (8,4), Austrália (5,9) e Portugal (2,1).

Leia mais: Eu Estudante/Correio Braziliense

“O ensino superior não foi substancialmente alterado pela Internet”, diz Bill Gates

Bill Gates. Foto/Reprodução

Bill Gates nunca terminou a faculdade, mas ele é uma das figuras mais poderosas do ensino superior hoje. Essa influência vem através da Bill & Melinda Gates Foundation, talvez a mais rica fundação de filantropia do mundo, que ele criou em 2000 ao lado de sua mulher, Melinda Gates, e que fez da educação uma de suas principais missões.

Em uma recente entrevista para o Chronicle of HigherEducation, Gates falou sobre sua visão de como as faculdades podem ser transformadas por meio da tecnologia. Ele defende uma reforma radical do ensino universitário onde os alunos assistem vídeos, usem a internet para fazer a lição de casa, fazem trabalhos em grupo e outras atividades interativas. “Acredito que, em algum momento do futuro, ter um monte de pessoas sentadas em uma sala de aula para assistir a uma palestra será uma coisa antiquada”, disse Gates. Mas quanto ao presente, ele afirma que a educação superior não mudou muito com a Internet e que apesar de pequenas evoluções, a maioria das universidades têm resistido a mudanças, como ensino a distância e salas de aula virtuais. “A internet tem ajudado muito o aluno altamente motivado, que vai online, busca materiais e palestras extraclasses, mas é muito difícil ver este trabalho sendo realizado por todos dentro da sala de aula”, afirmou o fundador da Microsoft.

 

 

“Quando analisamos educação e novas tecnologias é preciso, antes de tudo, entender a materialização dessas ferramentas e saber quanto isto custa para o orçamento”, diz especialista

 

A afirmação de Gates diverge opiniões. Em uma conversa com o blog de educação Edson Machado, o sociólogo Marcello Barra, pesquisador do grupo Ciência, Tecnologia e Educação na Contemporaneidade, da Universidade de Brasília, lembra que quando se discute este assunto, deve ser levado em conta a situação econômica de cada país. “A internet tem influenciado sim a educação, principalmente de uma maneira indireta. Bill Gates é proprietário de empresas da área de tecnologia e sua opinião soa mais como um lobby para vender seus produtos”, destaca Marcello. Para ele, o uso da tecnologia na educação está crescendo e os professores precisam dialogar com esta evolução tornando as aulas mais atrativas.

No entanto, segundo o sociólogo, não é todo mundo que pode investir em computadores. “Estamos passando por uma crise mundial e isto interfere claramente neste tipo de análise”, destaca o especialista. “No início do ano, o que se discutia aqui no Brasil era o uso de tablets na sala de aula. O assunto virou febre e de repente esfriou, porque não é tão simples assim e tem um custo muito alto. Quando analisamos educação e novas tecnologias é preciso, antes de tudo, entender a materialização dessas ferramentas e saber o quanto isso custa para o orçamento. Por outro lado, temos também a questão tradicional da relação aluno e professor, que é importante para o desenvolvimento do conhecimento do estudante e nunca deve deixar de existir”, conclui o especialista.

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Universida​des americanas buscam novas fontes de financiame​nto

Modelo serve de alerta para o Brasil

Edson Machado

Na edição do dia oito de junho do boletim Inside Higher Education, o jornalista Scott Jaschik comenta decisão recente do Senado Acadêmico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, sobre uma questão que vinha sendo discutida há cerca de dois anos: o financiamento do governo para seus cursos.

Como é sabido, a UCLA faz parte do Sistema Estadual da Califórnia, portanto recebe recursos governamentais, mas também cobra taxas, especialmente nos seus programas de pós-graduação. No entanto, a Anderson School of  Management da UCLA decidiu que não quer mais receber subsídios  para o seu programa de MBA, que passa assim a se sustentar apenas com doações e com a receita das taxas pagas pelos estudantes. Para colocar em prática este novo modelo, será necessário aumentar o valor pago pelos alunos. Desta forma, o MBA da Anderson será um dos mais caros dos Estados Unidos, mas ainda mais barato do que, por exemplo, o da  Wharton School da Universidade da Pennsylvania.

A decisão foi tomada em uma votação secreta muito apertada,  53 a 46, o que mostra que a questão não era pacífica, como ainda não é. Dentre os opositores, o próprio Conselho de pós – graduação da Anderson já havia se posicionado contra a ideia, com receio de que a falta de recursos levasse a uma queda da qualidade do ensino.  Os defensores da proposta argumentavam que com a redução crescente dos recursos governamentais – que já representavam uma parcela ínfima do orçamento da Anderson – mais cedo ou mais tarde haveria uma necessidade de reformular o modelo de financiamento da instituição. O MBA seria uma experiência a ser ou não aplicada a outras situações .

O caso da Anderson School chama atenção por ser um exemplo claro da situação em que se encontram muitas universidades americanas com a redução ou o estancamento dos recursos governamentais para estas instituições. E isso serve de alerta para o Brasil.

A atual greve dos professores das universidades federais brasileiras deveria, mais uma vez, levar-nos a uma reflexão profunda sobre o seu modelo de financiamento. O governo federal, na era Lula, no afã de expandir as oportunidades de acesso, primou por fundar várias novas universidades e estimular a criação de extensões das já existentes. Ninguém sabe ao certo quanto isto está  custando ao país, mas sabe-se que os recursos saem apenas do tesouro nacional. Sem identificar nenhuma, para não cometer injustiças, é sabido que muitas dessas novas instituições não fazem juz a designação de  Universidade, mas passaram a fazer juz aos benefícios assegurados às mais antigas e tradicionais Universidades do país. A que custo? Não sabemos!  Ao custo da limitação dos recursos destinados as mais antigas, que por isso não podem se modernizar?

Enem: inscrições abertas até o dia 15 de junho

Os candidatos a vagas na educação superior pública têm prazo até as 23h59 de 15 de junho próximo para fazer a inscrição na edição de 2012 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Feita apenas pela internet, a inscrição será confirmada após o pagamento da taxa, de R$ 35, até 20 de junho, por meio de guia de recolhimento da União (GRU) simples.

Aluno de escola pública que esteja concluindo o ensino médio e se declarar integrante de família de baixa renda está liberado do pagamento. O pedido de isenção deve ser feito no momento da inscrição, também pela internet.

As provas serão aplicadas em 3 e 4 de novembro, em todas as unidades da Federação, a partir das 13 horas (de Brasília). No primeiro dia, sábado, serão realizadas as provas de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias, com duração de quatro horas e meia. No domingo, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer as de matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias e a redação.
A divulgação do gabarito oficial, como estabelece o edital, está prevista para 7 de novembro. O resultado final do exame estará disponível para os estudantes a partir de 28 de dezembro.
Na página do Enem na internet o candidato pode fazer a inscrição e seguir, passo a passo, todo o procedimento e o calendário relativos ao exame.

Fonte: MEC

UnB: vestibular 2/2012 tem 21.368 inscritos

Do total, 2.994 concorrem prioritariamente pelo Sistema de Cotas para Negros e 844 são treineiros. Medicina continua sendo o curso mais concorrido

O Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe) divulgou na tarde desta segunda-feira, 28 de maio, o número de candidatos inscritos do 2º Vestibular de 2012 da Universidade de Brasília (UnB). Foram registrados 21.368 inscritos. Deste total, 844 se inscreveram para participar como treineiros e não disputam às vagas. Para concorrer prioritariamente pelo Sistema de Cotas para Negros estão inscritos 2.994 candidatos. A UnB abriu para o segundo semestre 4.184 vagas em 96 cursos, das quais 843 são destinadas ao Sistema de Cotas para Negros.

As provas serão aplicadas nos dias 2 e 3 de junho (sábado e domingo), às 13h, em Brasília (DF), Brazlândia (DF), Ceilândia (DF), Gama (DF), Planaltina (DF), Sobradinho (DF), Taguatinga (DF), Goiânia (GO), Valparaíso (GO), Formosa (GO) e Uberlândia (MG).

A consulta aos locais de prova já está disponível no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/vestibular/2vest2012. No dia da prova, os candidatos devem chegar ao local de prova com uma hora de antecedência levando documento de identidade original com foto, comprovante de inscrição e caneta esferográfica preta, fabricada em material transparente.

O Cespe/UnB também divulgou a relação de candidatos por vagas oferecidas em cada um dos cursos. Mais uma vez, Medicina é o curso mais concorrido pelo Sistema Universal, com demanda 90,93 candidatos por vaga. O segundo curso com maior demanda é Engenharia Civil (25,97), seguido de Direito Diurno (24,15), Relações Internacionais (17,43) e Arquitetura e Urbanismo (17,03). Pelo Sistema de Cotas para Negros, Medicina também é o curso mais concorrido, com 43,75 candidatos por vaga, seguido por Engenharia Civil (15,50), Direito Diurno (13,67), Odontologia (10,50) e Psicologia (10,20).

Os candidatos inscritos nos cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Ciências Farmacêuticas e Direito concorrem aos dois turnos, com preferência para o turno selecionado no momento da inscrição de acordo com a classificação.

Outras informações no site www.cespe.unb.br/vestibular/2vest2012 ou na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h30 às 19h – Campus Darcy Ribeiro, Sede do Cespe/UnB – pelo telefone (61) 3448 0100

Fonte: Agência UnB

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