Inep divulga notas máximas e mínimas do Enem 2016

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta quarta-feira (18) as notas máximas e mínimas dos candidatos que fizeram as provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2016. Nesta edição do exame, o destaque foi o desempenho em matemática. A nota máxima obtida nessa área de conhecimento foi 991,5 pontos.

Em ciências da natureza, o desempenho máximo foi de 871,3, enquanto o mínimo foi de 316,5. A prova de linguagens e códigos registrou nota máxima de 846,4 e nota mínima de 287,5. Já a prova de ciências humanas teve como nota mais alta 859,1 e a mais baixa 317,4. Em matemática, o desempenho mínimo foi de 309,7 pontos.

O Enem 2016 teve um total de 8.630.306 inscritos e um índice de 28,9% de abstenções. Por conta de ocupações em locais de provas e problemas ocorridos na data oficial, o exame foi adiado para 277.622 candidatos. As provas da primeira aplicação aconteceram nos dias 5 e 6 de novembro; a segunda, nos dias 3 e 4 de dezembro. Leia mais.

Didier Viviers debate Universidade e Cultura

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O historiador e arqueólogo Didier Viviers, reitor da Universidade Livre de Bruxelas (ULB), esteve em Brasília para participar de uma conferência especial promovida pela Comissão UnB.Futuro, da Universidade de Brasília (UnB).

Com o tema “Universidade e Cultura”, a conferência de Didier Viviers ressaltou a importância de se considerar aspectos da cultura – e não somente aqueles que visam resultados econômicos – nas instituições de ensino. Para ele, associar universidade e cultura é ao mesmo tempo uma evidência e uma raridade superior. “São poucas as instituições que conseguem quebrar seus paradigmas e instituir políticas de maior valorização da cultura”, disse o professor.

Reitor da ULB desde 2010, Viviers tem desenvolvido na instituição ações que valorizam manifestações artísticas, promovendo a cultura como aliada à produção de conhecimento. Para o pesquisador, três propostas são importantes na atuação das universidades como instituições culturais. Em primeiro lugar, é necessário ir na contramão de algumas visões mais utilitaristas, que consideram somente o desenvolvimento econômico como função da universidade. Para Viviers, é importante que a Academia exerça o papel de gerar empregos e formar trabalhadores em potencial, no entanto, ela não deve se limitar a essa função. “O que a universidade deve produzir são estudantes capazes de se adaptar, evoluir e criticar, e não simplesmente tecnólogos”, disse o professor.

 

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Como segunda resposta para aliar a cultura à universidade, o conferencista sugere que temos que aprender a lidar com dificuldades básicas, como aquelas relacionadas ao financiamento público. Apesar de haver a necessidade de se buscar fontes de financiamentos privados, o aporte público deve nortear demandas, sendo preciso garantir a autonomia das instituições.

Em terceiro lugar, de acordo com o pesquisador, é importante falar em cultura num contexto de crise e lembrou que, apesar da Europa Ocidental enfrentar momentos constantes de crise, as universidades têm trabalhado muito para oferecer alternativas positivas para esse contexto. Para Didier Viviers, a subjetividade faz parte de toda construção científica, inclusive nas ciências ditas exatas. “Por isso, uma formação universitária hoje não deveria deixar de lado os confrontos relativos às manifestações artísticas e as diversidades culturais”, concluiu o professor.

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Fonte/fotos: UnB.Futuro

SCD-1: primeiro satélite produzido no Brasil completa 22 anos

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No dia 9 de fevereiro de 2015, o Brasil comemora uma grande conquista: 22 anos do Satélite de Coleta de Dados SCD-1, primeiro satélite desenvolvido no país pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Lançado em 1993, o SCD-1 continua operacional e, embora com limitações, ainda mantém a retransmissão de informações importantes para a previsão do tempo, monitoramento das bacias hidrográficas, entre outras funções.

Na época, o primeiro satélite brasileiro tinha expectativa de apenas um ano de vida útil. Para o INPE, a longevidade do SCD-1 comprova a competência de seus grupos de engenharia, que projetaram os equipamentos, e também das equipes que mantém sua operação no centro de rastreio e controle de satélites do instituto. “Após este longo tempo em órbita, o SCD-1continua em operação e se prova um projeto de reconhecido sucesso, um verdadeiro tributo à competência da engenharia espacial brasileira. O lançamento do SCD-1 colocou o INPE entre as instituições que efetivamente dominam o ciclo completo de uma missão espacial desde sua concepção até o final de sua operação em órbita”, diz Leonel Perondi, diretor do INPE.

Além de cumprir sua missão de coleta de dados, o SCD-1 contribuiu para a cooperação com outros países, que se valeram da experiência brasileira na operação de satélites na mesma faixa.

Edson Machado, que na época exercia o cargo de secretário-executivo da Secretaria de Ciência e Tecnologia da Presidência da República, foi uma das pessoas que viu no programa uma excelente oportunidade para o Brasil dar um passo importante na área espacial, bem como na qualificação técnica e no monitoramento ambiental. Entre suas contribuições para a execução do SCD-1, além dos satélites seguintes, CBERS 1 e 2, Edson viajou à China para reabrir uma discussão diplomática, que até então provocava atrasos nos desenvolvimentos dos projetos espaciais brasileiros. “Fui à China na companhia de Márcio Barbosa, que ocupava a direção geral do INPE, e outros engenheiros. Nossa missão era levantar recursos de investimentos e convencer os chineses de que o Brasil tinha condições técnicas e infraestrutura para produzir esses equipamentos espaciais. Depois de muitas reuniões, saímos de lá com boas notícias”, lembra Edson Machado.

O SCD-1 trouxe benefícios para diversos setores da indústria brasileira. Valdemir Carrara, engenheiro do INPE que participou do apontamento do SCD-1 quando em órbita, destaca outras importantes contribuições do satélite para o Brasil. “Principalmente porque ajudou a fomentar a tecnologia desenvolvida em nosso país e o aperfeiçoamento da indústria, que até então não estava capacitada. Embora estivéssemos investindo em estudos, pesquisas e treinamentos, foi com a execução do SCD-1 que a indústria espacial brasileira absorveu a capacidade para competir com o mercado internacional”, disse Carrara em uma entrevista exclusiva para o blog.

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História

A primeira iniciativa que poderia ter levado ao desenvolvimento de um satélite brasileiro foi o anteprojeto do Satélite Avançado de Comunicações Interdisciplinares (SACI), que seria utilizado para fins educacionais. A educação por satélite foi vista como uma solução no contexto dos anos 70, quando o número de analfabetos no Brasil era considerado um entrave à modernização do país. No entanto, o Projeto Saci foi extinto sob o argumento de alto custo e elevado desenvolvimento tecnológico.

Fabíola de Oliveira, no livro O Brasil Chega ao Espaço, destaca que, no decorrer dos anos 70, diversos órgãos governamentais se dedicavam a diferentes projetos na área espacial. A Aeronáutica, por exemplo, trabalhava desde 1966 com um programa de pesquisas e desenvolvimento de veículos espaciais; o Ministério das Comunicações trabalhava desde 1972 pela implementação e uso de um satélite doméstico de comunicações e o Exército desenvolvia projetos para aquisição de tecnologia em materiais para mísseis e em teledireção. A Marinha também tinha diversos projetos, como o protótipo de um receptor de navegação por satélites, desenvolvido em 1971. Já o Ministério das Minas e Energia utilizava imagens de radar e satélite para avaliação de recursos naturais e o INPE, desde de meados da década de 60, recebia e processava dados de satélites meteorológicos e de sensoriamento remoto, que já vinham sendo utilizados em inúmeras aplicações. O fato é que os projetos desses órgãos ocorriam de forma independente, sem nenhuma integração maior entre as instituições. Foi esse o desafio maior: propor um programa espacial orientado para um objetivo final em comum aos órgãos voltados às atividades espaciais, tendo como meta o desenvolvimento tecnológico nacional.

Foi então que, em 1979, quando aprovada pelo governo federal a Missão Espacial Completa Brasileira (MECB), ficou determinado o desenvolvimento de quatro satélites artificiais, do veículo lançador e de toda a infraestrutura de solo, inclusive uma base de lançamentos. Nesta tarefa, coube ao INPE a responsabilidade pelo desenvolvimento dos satélites, sendo dois de coleta de dados e dois de sensoriamento remoto, bem como da infraestrutura de solo para sua operação em órbita.

Vale destacar que durante os dois primeiros anos da década de 80 não houve muito progresso no desenvolvimento dos satélites da MECB. Este período foi marcado pela falta de verba para o programa, implantação da infraestrutura necessária, contratação e especialização de engenheiros e técnicos vindos das melhores universidades brasileiras, criação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e modificações nos projetos originais dos satélites, como no do SCD-1. Além disso, o programa espacial brasileiro sofria embargos tecnológicos, principalmente dos Estados Unidos e seus aliados da Europa.

No entanto, em julho de 1988, o Brasil assina um importante acordo com os chineses. Com o apoio deste país, o programa China-Brazil Earth Resources Satélite (CBERS) foi promissor para o futuro da construção de satélites mais complexos e sofisticados no Brasil.

SCD-1

Com 115 kg, o SCD-1 foi totalmente projetado, desenvolvido e integrado pelo INPE com importante participação da indústria nacional. Para seu desenvolvimento, o instituto investiu em laboratórios modernos e no desenvolvimento de seus recursos humanos.

O Laboratório de Integração e Testes (LIT) foi especialmente projetado e construído para atender às necessidades da MECB. Dotado das mais avançadas tecnologias para testes e integração de sistemas espaciais, o LIT/INPE é considerado um dos mais avançados complexos de laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia espacial do hemisfério sul. Neste laboratório foi integrado e testado o SCD-1.

Já a operação de lançamento foi comandada a partir do Centro de Controle de Wallops, no estado de Virgínia, costa leste dos Estados Unidos. No dia 9 de fevereiro de 1993, uma hora e 15 minutos depois da decolagem, a 83 km da costa da Flórida e a 13 km de altitude, o foguete Pegasus foi liberado da asa de um avião B52 da Nasa. Como havia sido previsto, o foguete cai em queda livre por cinco segundos antes de acionar seus motores em direção ao espaço. Poucos minutos depois, às 11h41 (hora de Brasília), o SCD-1 é colocado em órbita da Terra, a uma altitude de 750 km. Após a entrada em órbita, os primeiros sinais do SCD-1 são captados pela Estação Terrena situada no Maranhão.

Além do pioneiro SCD-1, integra hoje o sistema de coleta de dados o satélite SCD-2. Os satélites CBERS-1, CBERS-2 e CBERS-2B, quando operacionais, fizeram parte do sistema.

Quer saber mais? O blog Edson machado recomenda o livro “O Brasil Chega ao Espaço, SCD-1 Satélite de Coleta de Dados” de Fabíola Oliveira. 

*Fotos/Reprodução.

Volta às aulas envolve toda a família

Ana Luísa Delduque, 10 anos, conta com o apoio dos pais, Danielle e Jônathas, para enfrentar o 6º ano do ensino fundamental. Crédito foto: Minervino Junior/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF.

Ana Luísa Delduque, 10 anos, conta com o apoio dos pais, Danielle e Jônathas, para enfrentar o 6º ano do ensino fundamental.
Crédito foto: Minervino Junior/CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF.

O planejamento começou no ano passado. Troca de uniforme, mochila da moda, caneta, compra de livros e apostilas. Tudo para iniciar o ano letivo. Depois das férias, o retorno à escola não envolve somente a ansiedade de encontrar os colegas e de saber quais serão os próximos professores. É tempo de mudança. Toda fase avançada gera também uma expectativa, tanto no aumento no número de matérias quanto na cobrança de um desempenho cada vez melhor para alcançar o sucesso. Hoje, cerca de 100 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio de colégios privados do DF darão início às aulas.

Muitos deles com desafios como encarar a vida adulta após a última fase da educação básica. Outros terão a tarefa de se acostumar com currículo e rotina diferentes. Ana Luísa Ayres Delduque, 10 anos, por exemplo, tinha quatro professores no ano passado. Com o avanço do ensino fundamental 1 para o 2, ela passará a ter aulas com 28 docentes. Longe de ter medo, ela mantém a empolgação nos olhos atentos e nos detalhes sobre as novidades. Conta para os pais, Danielle e Jônathas Delduque, ambos de 39 anos, onde será a aula de inglês e com qual amiga estudará. Descreve como foram as aulas experimentais, de adaptação à nova rotina no Galois, colégio em que estuda desde o 1º ano. “Vou chegar mais cedo para pegar um lugar na frente. Comprei também um fichário para anotar tudo”, diz Ana Luísa.

A independência e o amadurecimento para a nova fase não mexe somente com as crianças. O gosto pela leitura e pela matemática sempre foi estimulado pelos pais. Eles acompanham cada tarefa e são os alicerces de Luísa com as dúvidas. Com o início do ano letivo, a mudança não é só na cabeça e na rotina dos estudantes, mas de toda a família. “Agora, ela vai almoçar três vezes na semana fora de casa para entrar no inglês às 14h. Vai ser um desafio para mim, pois somos muito ligadas. Sei que, a partir de agora, ela precisa trilhar alguns caminhos sozinha, mas ainda é complicado”, explica a mãe.

Dar adeus aos dias de descanso das férias não é simples. A volta às aulas traz desafios, como novos horários, nível de exigência reforçado e colegas diferentes.

De acordo com Nei Vieira, diretor pedagógico do Ensino Fundamental II no Colégio Galois, as dificuldades em relação à adaptação são bem diferentes em cada segmento da vida escolar. “A adaptação costuma ser mais difícil na pré-escola, quando as crianças têm entre 3 e 5 anos. Neste período, elas são muito ligadas à família e têm mais dificuldade em voltar a passar boa parte do dia longe dos pais. Mas também é desafiador para aqueles que estão começando o 6º ano e vão passar a conviver com mais professores, matérias e deveres”, orienta o professor. Para ele, os primeiros dias na escola são sempre difíceis. “Tanto é que chamamos de período de adaptação. Adaptação dos alunos, que chegam a um ambiente novo, diferente e desconhecido, e adaptação dos pais, que também sofrem com a ansiedade e o medo da reação da criança”, explica.

Para que esses alunos não sofram com as mudanças, Nei aconselha que pais e escola acompanhem bem de perto as dificuldades. “Os pais, como educadores natos, também devem participar ativamente desse momento. Cabe aos responsáveis mostrar aos filhos que não estão sozinhos diante dos novos desafios”, orienta o professor.

Blog Edson Machado com informações e fotos do Correio Braziliense.

Os 20 colégios do DF com melhores médias no Enem 2013 por Escola

O MEC (Ministério da Educação) divulgou os resultados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013 por Escola nesta segunda-feira (22). Confira abaixo as 20 escolas do Distrito Federal com melhores médias das provas objetivas. Todas as instituições ficam em Brasília.

1º – COL OLIMPO
Média: 701,23
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 72/ Alunos participantes: 66

2º – COL GALOIS
Média: 658,32
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 183/ Alunos participantes: 167

3º – COL PODION
Média: 654,64
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 99/ Alunos participantes: 92

4º – CED SIGMA
Média: 650,28
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 447/ Alunos participantes: 406

5º – CED SIGMA ASA NORTE
Média: 650,23
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 274/ Alunos participantes: 246

6º – COL ALUB
Média: 637,80
Rede: Privada
NSE*: Alto
Total de alunos: 50/ Alunos participantes: 47

7º – CED LEONARDO DA VINCI – UNIDADE TAGUATINGA
Média: 624,75
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 224/ Alunos participantes: 212

8º – CED LEONARDO DA VINCI – UNID ASA NORTE
Média: 623,85
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 258/ Alunos participantes: 233

9º – COL SAGRADO CORAÇÃO DE MARIA
Média: 622,52
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 40/ Alunos participantes: 37

10º – CE CANDANGUINHO – CECAN
Média: 622,12
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 23/ Alunos participantes: 22

11º – CED LEONARDO DA VINCI
Média: 621,07
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 127/ Alunos participantes: 113

12º – CED SIGMA ÁGUAS CLARAS
Média: 618,15
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 67/ Alunos participantes: 59

13º – COL MARISTA DE BRASÍLIA – ENS MÉDIO
Média: 615,74
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 401/ Alunos participantes: 357

14º – COL PRESBITERIANO MACKENZIE – BRASÍLIA
Média: 612,17
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 66/ Alunos participantes: 57

15º – COL CIMAN
Média: 611,89
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 89/ Alunos participantes: 65

16º – COC BRASÍLIA
Média: 611,38
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 194/ Alunos participantes: 179

17º – COL MILITAR DE BRASÍLIA
Média: 606,60
Rede: Federal
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 540/ Alunos participantes: 443

18º – COL BATISTA DE BRASÍLIA
Média: 605,92
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 40/ Alunos participantes: 31

19º – COL MADRE CARMEN SALLES
Média: 604,74
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 43/ Alunos participantes: 39

20º – COL IDEAL
Média: 598,69
Rede: Privada
NSE*: Muito alto
Total de alunos: 486/ Alunos participantes: 419

*A sigla NSE representa o nível socioeconômico dos estudantes. O cálculo desse indicador foi feito a partir das informações fornecidas pelos próprios alunos.

Fonte: Uol/Educação

Alunos do Galois são premiados na 36ª Olimpíada Brasileira de Matemática

Em Brasília, dois alunos do Colégio Galois foram premiados na 36ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). Daniel Salles Leite (7º ano) conquistou medalha de prata e Danilo Marinho Fernandes (9º ano) medalha de bronze. “Estou muito feliz. Vejo como resultado simbólico de muito esforço e dedicação. Sempre gostei de matemática e tive a chance de ser ainda mais estimulado no colégio Galois, onde os professores sempre nos orientam a ir além”, comemorou Daniel, de apenas 12 anos.

A competição, realizada em três fases, contou este ano com a participação de mais de 564 mil estudantes de todo o pais. Ao todo foram 266 premiados, sendo 79 do nível 1 (6º e 7º anos do ensino fundamental), 74 do nível 2 (8º e 9º anos do ensino fundamental), 63 do nível 3 (ensino médio) e 50 estudantes do nível universitário. “A OBM é uma competição realizada desde 1979, sendo uma das mais tradicionais do país. Sem dúvida este ótimo resultado mostra o quanto nossos alunos estão empenhados”, avalia Rodrigo Vaz Costa, professor de matemática da instituição.

Para Danilo Marinho, 15 anos, estar entre os primeiros colocados no meio de tantos que participaram da competição é uma grande vitória. “É sempre bom ver o quanto estamos aprendendo na sala de aula. Uma conquista importante para o currículo, que também serve como referência e estímulo para outras competições, inclusive internacionais”, afirmou Danilo, que além de ganhar medalha de bronze na OBM, também levou este ano medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).

Inscrições para vagas do Inglês sem Fronteiras

A partir das 12h do dia 2 de setembro, começam as inscrições, exclusivamente na internet, para as 6.045 vagas do Programa Inglês sem Fronteiras. O prazo termina às 12h do dia 11 de setembro. Os cursos presenciais de língua inglesa serão ministrados em universidades federais credenciadas como núcleos de línguas e terão prioridade os estudantes que podem participar do Programa Ciência sem Fronteiras.

A inscrição será confirmada por e-mail a partir do dia 18 de setembro. As aulas começam no dia 22 de setembro. A carga horária presencial é quatro aulas de uma hora, distribuídas em pelo menos dois encontros semanais, em locais e horários definidos pela universidade credenciada. Não há cobrança de taxa de inscrição, mas o candidato classificado deverá adquirir o material didático.

Durante o período de inscrição, o candidato poderá alterar as suas opções, bem como efetuar o cancelamento. A classificação no processo seletivo será feita com base na última alteração realizada.

De acordo com edital publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União, podem se inscrever no processo seletivo estudantes que atendam cumulativamente aos seguintes critérios: ser aluno de graduação, mestrado ou doutorado, com matrículas ativas nas universidades federais credenciadas como Núcleo de Línguas (NucLi); participantes e ativos no curso My English Online, cujas inscrições tenham sido validadas com até 48 horas de antecedência à inscrição no NucLi; e alunos que tenham concluído até 90% do total de créditos da carga horária de seu curso.

Para efeito de classificação, terão prioridade os candidatos que sejam alunos de graduação de cursos elegíveis ao Programa Ciência sem Fronteiras, que tenham concluído até 80% da carga horária total do curso, que tenham feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 com média igual ou superior a 600 pontos, incluindo a redação. Outros critérios de prioridade são o maior índice de rendimento acadêmico e ser bolsista ou ex-bolsista do Programa Jovens Talentos para a Ciência de qualquer curso de graduação.

O Programa Inglês sem Fronteiras tem o objetivo de melhorar a proficiência dos estudantes brasileiros na língua.

Fonte: Agência Brasil.

Alunos do Galois conquistam medalhas nos Jogos Escolares do DF

Os alunos do Colégio Galois, Sebastião Gilberto, Saulo José e Paulo José comemoram o sucesso conquistado nos Jogos Escolares do DF, na modalidade de Badminton. Sebastião Gilberto, do 9ºC, sagrou-se campeão da categoria 12 a 14 anos e ganhou uma passagem de ida e volta com hospedagem para disputar o Jogos Escolares da Juventude, que acontece em setembro, na cidade de Londrina (PR). Já o aluno Saulo José, do 1ºB, ficou em 3º lugar na categoria 15 a 17 anos e, junto do irmão Paulo José, conseguiu a 2º colocação por equipes na mesma categoria. O trio comemorou ao lado do professor de Educação Física do Colégio Galois, Roberto da Mata, que incentivou a prática do esporte.

Alunos do Galois - Paulo José, Saulo José, Professor Roberto da Mata e Sebastião Gilberto

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