Estudante é eleito um dos 30 jovens mais influentes do país

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O ex-bolsista do Programa Ciência Sem Fronteiras (CsF), Caio Moreira Guimarães, foi eleito pela Revista Forbes um dos 30 jovens com menos de 30 anos mais influentes do país. Os selecionados revelam, segundo a publicação, iniciativa, criatividade e talento. O relatório é inspirado no “30 under 30”, realizado pela Forbes americana há 4 anos. Entre atrizes, cantores e jogadores de futebol, Caio aparece como representante científico da lista, ao lado de fundadores de startups de tecnologia.

O estudante foi premiado pela Universidade de Harvard e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) pelo desenvolvimento de uma “lanterna medicinal” portátil capaz de erradicar infecções provocadas por bactérias resistentes a antibióticos, usando apenas algumas frequências de luz.

Aluno de engenharia Elétrica da Escola Politécnica de Pernambuco (POLI/UPE), Caio foi selecionado pelo CsF e cursou dois semestres em Nova York, na Hofstra University. Lá, teve aulas de engenharia elétrica biomédica e, assim, conseguiu uma vaga para pesquisar em um dos laboratórios de maior prestígio no mundo, o Wellman Center for Photomedicine, em Boston.

Na lista da Forbes, estão ainda Chay Suede, Helena Bordon, Luan Santana, entre outros. Veja todos os nomes aqui.

Ciência sem Fronteiras tem inscrições abertas para 21 países

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O Programa Ciência sem Fronteiras está com inscrições abertas para graduação-sanduíche. Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), os candidatos podem escolher entre 21 países: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, China, Coréia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido e Suécia. As inscrições podem ser feitas até 30 de setembro, na página do programa na internet. Para concorrer é preciso ter nota global no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) igual ou superior a 600 pontos, em exames feitos a partir de 2009, apresentar teste de proficiência no idioma aceito pela instituição de destino e ter concluído no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para o curso no momento do início previsto da viagem de estudos.

Além disso, é necessária a homologação da inscrição pela instituição de educação superior de origem. O candidato precisa estar cursando uma das áreas contempladas pelo programa: ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde. Os estudantes selecionados recebem uma mensalidade na moeda local, auxílio-instalação, seguro-saúde, auxílio-deslocamento para aquisição de passagens aéreas e auxílio-material didático para compra de computadores portáteis ou tablets. Lançado em 2011, o programa tem como meta a concessão de 101 mil bolsas. Até junho, foram concedidas 83 mil bolsas em todas as modalidades.

Capes assina acordo com empresa farmacêutica para oferta de estágios

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) assinou nesta terça-feira, 29, um Memorando de Entendimento em Ensino Superior, Ciência e Pesquisa com a empresa farmacêutica Bayer S.A. Com atuação global nos setores de saúde, agronegócios e materiais inovadores, a empresa entra como parceira do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) para ofertar estágio aos alunos da iniciativa.

Os programas de estágios durarão de seis meses até dois anos. O número de vagas de estágio, bem com os locais e períodos de contratação e a decisão final de contratação do estagiário, serão definidos exclusivamente pela Bayer, conforme necessidade e demanda de oportunidade nas regiões envolvidas.

Hoje, no Brasil, a empresa conta 4.500 colaboradores e está entre as cinco maiores operações do grupo no mundo, com duas fábricas localizadas em São Paulo, cidade onde também está sua sede brasileira, e Belford Roxo, Rio de Janeiro.

Estudantes têm até hoje para se inscrever no Ciência sem Fronteiras

Termina hoje (6) o prazo para as inscrições no Programa Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas no exterior para estudantes de graduação e pós-graduação na área de ciência e tecnologia. As chamadas estão abertas para 20 países: Reino Unido, Bélgica, Canadá, Holanda, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Suécia, Noruega, Irlanda, China, Hungria, Japão e Áustria.

Para participar, o estudante precisa ter feito pelo menos 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter um bom desempenho na universidade brasileira onde estuda, que pode ser pública ou privada. Além disso, deve apresentar teste de proficiência no idioma aceito pela instituição de destino e ter realizado, no mínimo, 20% e, no máximo, 90% do currículo de seu curso, no momento do início da viagem de estudos.

O governo federal paga todos os custos da viagem, a mensalidade da universidade, o alojamento, a alimentação e também um curso para quem precisa melhorar o domínio do idioma do país onde está. Ao todo, o programa concedeu 60 mil bolsas em dois anos, sendo 48 mil para estudantes de graduação. A meta é oferecer 101 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras até o fim do ano que vem, sendo 75 mil pelo governo federal e 26 mil por empresas.

Mais informações podem ser obtidas no site do programa Ciência sem Fronteiras.

Abertas inscrições para mestrado profissional no exterior pelo Ciência sem Fronteiras

O Programa Ciência sem Fronteiras começa a oferecer, a partir de hoje (2), bolsas de estudo no exterior para mestrado profissional, conforme informou a presidenta Dilma Rousseff. Anunciado em outubro pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esse tipo de curso – diferentemente do mestrado acadêmico – prevê formação mais específica, voltada para o mercado de trabalho. O curso tem duração aproximada de dois anos. “Ele é perfeito para quem já concluiu o curso superior e precisa desenvolver ou aperfeiçoar seu conhecimento para aplicá-lo na sua vida profissional, na empresa ou na indústria onde trabalha. Nós precisamos desse tipo de profissional para que a ciência desenvolvida nas universidades e nos centros de pesquisa seja transformada e rapidamente aplicada, melhorando os nossos produtos e serviços, gerando mais tecnologia, mais riqueza para o nosso país”, disse Dilma, ao participar nesta segunda-feira do programa semanal Café com a Presidenta, produzido pela EBC Serviços, em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Ela explicou que as bolsas oferecidas inicialmente serão para importantes universidades dos Estados Unidos, como Harvard, Columbia, Stanford e Yale, e para as mesmas áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras, como engenharia, matemática, química, física, ciências médicas e da computação. Informações sobre o programa, incluindo as inscrições, podem ser obtidas no site www.cienciasemfronteiras.gov.br.

Durante o programa, Dilma Rousseff lembrou que os estudantes interessados em concorrer a uma vaga para graduação sanduíche – em que parte do curso é feita no exterior – têm até a próxima sexta-feira (6) para se inscrever. Há parcerias com universidades de 20 países: Estados Unidos, Alemanha, França, Japão, China, Coreia do Sul, Canadá, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Áustria, Noruega, Suécia, Finlândia, Holanda, Bélgica, Itália, Espanha, Hungria e Irlanda. A data foi prorrogada no fim do mês passado.

Para participar do Ciência sem Fronteiras, o estudante precisa ter feito, pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter um bom desempenho na universidade brasileira onde estuda, que pode ser pública ou privada. O governo federal paga todos os custos da viagem, a mensalidade da universidade lá fora, o alojamento, a alimentação e também um curso para quem precisa melhorar o domínio do idioma do país onde está.

Ao todo, o programa concedeu 60 mil bolsas em dois anos, sendo 48 mil para estudantes de graduação. Ainda segundo a presidenta, 14,6 mil estudantes já terminaram os estudos no exterior e voltaram para o Brasil para continuar o curso superior. Ela lembrou que a meta é oferecer 101 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras até o final do ano que vem, sendo 75 mil pelo governo federal e 26 mil por empresas. “Os jovens do Ciência sem Fronteiras estão voltando com novas ideias, buscando melhorar o processo de ensino da sua própria universidade. Eles têm acesso às últimas novidades em suas áreas de conhecimento e se preparam para o mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O Ciência sem Fronteiras é o começo de uma grande transformação nas nossas universidades, nas nossas empresas, na produção científica e tecnológica de nosso país”, acrescentou. Informações da Agência Brasil.

Ciência sem Fronteiras abre seleção para graduação sanduíche em 11 países

O Programa Ciência sem Fronteiras abre, nesta terça-feira (15), a seleção para estudantes que queiram concorrer a bolsas em cursos na modalidade graduação sanduíche em 11 países. As chamadas estão publicados na edição de hoje (14) do Diário Oficial da União. As inscrições vão até 29 de novembro e o edital completo de cada chamada será publicado no site do programa.

Os países com oferta de vagas são os Estados Unidos, a Alemanha, França, Itália, Suécia, Noruega, Irlanda, China, Hungria, o Japão e a Áustria.

A graduação sanduíche tem duração de um ano e pode chegar a um ano e meio quando for estendida em função de estágio ou curso de idioma. No caso da graduação, o candidato precisa ter concluído no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para o curso.

O Ciência sem Fronteiras foi lançado em 2011 com a meta de conceder 101 mil bolsas até 2014. Pode concorrer às bolsas de graduação quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e teve nota igual ou superior a 600 pontos. É necessário ainda ter domínio da língua inglesa e bom desempenho acadêmico. A bolsa cobre despesas do estudante no exterior como alojamento, alimentação e gastos com material didático e o governo custeia também as passagens aéreas.

Ciência sem Fronteiras abre nova chamada em outubro

O governo federal vai abrir nova chamada, em outubro, para estudantes que desejam participar do Programa Ciência sem Fronteiras. As novas bolsas de estudo serão para vagas em universidades em 17 países. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, desde que foi lançado, há dois anos, o programa concedeu mais de 53 mil bolsas a estudantes brasileiros. Desses, 14 mil concluíram seus estudos no exterior, pelo período de um ano, e estão retornando ao Brasil.

Ela ressaltou que o principal critério de seleção do Ciência sem Fronteiras é o mérito do estudante. Para participar, é preciso ter feito, pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter um bom desempenho no curso superior que faz aqui no Brasil. O governo paga todos os custos do estudante no exterior, incluindo a mensalidade da universidade, o alojamento e a alimentação.

Os principais países de destino dos estudantes do Ciência sem Fronteiras são Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra, Alemanha e Coreia do Sul. Para facilitar o aprendizado, o governo brasileiro oferece um curso de línguas de até seis meses no país de destino. Com informações da Agência Brasil.

http://www.cienciasemfronteiras.gov.br

 

CGEE cria metodologia para avaliar impacto do Ciência sem Fronteiras

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, concluiu uma proposta de metodologia para avaliar o impacto do programa Ciência sem Fronteiras. O plano foi apresentado às agências gestoras do CsF: a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Capes e CNPq serão responsáveis pela implementação da metodologia, organizada em quatro eixos: análise do impacto no nível institucional; na produção de conhecimento e inovação; no nível  pessoal – principalmente empregabilidade e carreira dos beneficiários – e avaliação do impacto na sociedade.

Lançado pela presidente Dilma Rousseff em meados de 2011 e com os primeiros beneficiados anunciados em dezembro do mesmo ano, o CsF objetiva conceder 101 mil bolsas de estudo para levar alunos brasileiros de graduação e pós-graduação nas áreas de engenharia e ciências exatas a estudar no exterior.

Leia mais: Revista Ensino Superior Unicamp.

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