Confira os temas que podem cair na redação do Enem 2017

Para quem vai fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a preparação para a redação é fundamental. Isso porque essa prova vale 1000 pontos, enquanto nas outras áreas de conhecimento, o valor varia por conta da Teoria de Resposta ao Ítem (TRI), método que dá pesos diferentes para as questões de acordo com o número de erros e acertos. A exemplo dos últimos anos, a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 deve continuar tratando de temas sociais. “A gente especula que a prova continue tratando de algum tema de grande abrangência e polêmica social, como tem sido nos últimos anos”, avalia o professor de sociologia e filosofia de uma escola particular do Rio de Janeiro Leandro Vieira, que também dá aula de atualidades para alunos que se preparam para a prova.

Entre as apostas do professor estão a questão ambiental e a mobilidade urbana, com foco no transporte público nas grandes cidades. “Esse tem sido um grande tema, desde os grandes eventos como a Copa e as Olimpíadas, e costuma ser cobrado na redação do Enem”, diz. Ele também lembra do assunto liberdade de expressão. “Nos últimos anos tem havido um grande debate sobre o que pode ou não ser dito, os limites para a liberdade de expressão”, diz.

A professora do laboratório de redação de um colégio particular de São Paulo Maria Aparecida Custódio elaborou uma lista com cerca de 30 temas possíveis para a prova deste ano. Entre os destaques estão os caminhos para combater a homofobia no Brasil, a gravidez na adolescência, os hábitos alimentares relacionados à obesidade infantil, o bullying e a violência nas escolas. Entre os temas ambientais, a professora destaca como possíveis assuntos a serem abordados na prova as crises hídrica e energética, o marco da biodiversidade, a produção de lixo e o consumo sustentável. “São assuntos da atualidade, que mobilizam a opinião pública e que são de interesse de todos nós”, diz.

Maria Aparecida lembra que os temas do Enem são predominantemente nacionais e sempre temas sociais, ambientais e relativos a direitos humanos. “São assuntos que de alguma maneira representam um problema que exige uma possível intervenção”, diz. Segundo a professora, o Enem sempre propõe temas que envolvem tanto a participação do Estado como da sociedade.

A coordenadora de redação de uma escola de Brasília Carolina Darolt também aposta que a redação do Enem deve continuar abordando a temática social e comportamental, como nos últimos cinco anos. Ela também cita a questão ambiental, com foco na escassez da água e na Floresta Amazônica. Mobilidade urbana e bullying também são possíveis temas, segundo a professora. No entanto, para Carolina, o aluno não deve perder tempo tentando adivinhar um possível tema da redação. “Estar preparado para receber qualquer tema é mais importante que acertar o tema. Ele deve pensar em referências textuais que poderiam permear muitos temas”, conclui.

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IESB promove III Semana Acadêmica de Engenharia Civil

Com o tema Caminhos para o Crescimento, o Centro Universitário IESB promove a III Semana Acadêmica de Engenharia Civil. O evento, gratuito e aberto ao público entre os dias 2 e 4 de outubro, será realizado no IESB campus Sul (613/614 Sul), das 8h às 22h, com palestras, bate-papo e oficinas. “Excelente oportunidade para os estudantes e a comunidade conhecerem de perto as novidades deste campo e terem contatos com profissionais atuantes na área”, destaca Keyla Sahb, coordenadora do curso de Engenharia Civil da instituição.

Na programação, palestras como Design Thinking; IESB LAB; Tecnologia, industrialização e sustentabilidade; Mercado, desafios e oportunidades de trabalho para o engenheiro civil; Incentivos fiscais e perspectivas econômicas para sustentabilidade na construção civil, entre outras.  O evento oferece ainda oficina de Introdução à Estabilidade de Encosta e mesa redonda sobre Tecnologia BIM no Brasil; Empreendedorismo na Construção Civil; e Legislação ambiental e construção civil.

Para participar, não é preciso fazer inscrição. Mais informações e programação completa no link: https://pt-br.facebook.com/engciviliesb/

Pós-graduação brasileira teve avanço qualitativo na última década

Na última década, todos os níveis de formação cresceram em número de cursos. De 2007 a 2017, praticamente dobrou a quantidade de cursos de doutorado – nível mais alto da formação acadêmica. Nesse período, os cursos de mestrado profissional mais que triplicaram e o número de mestrados acadêmicos cresceu 65%. Merece destaque o crescimento do número de programas de excelência, considerados de qualidade internacional. Além da expansão quantitativa, houve uma desconcentração dos cursos, que se espalharam pelo país. Em 2007, 14 unidades da federação não contavam com programas de notas 6 ou 7. Atualmente, 10 estados não possuem programas de excelência: Acre, Rondônia, Roraima, Amapá e Tocantins, na região Norte. No Nordeste, Piauí, Alagoas e Sergipe. Na região Centro-Oeste, o estado do Mato Grosso. No Sudeste, o Espírito Santo. Na região sul, todos os estados possuem programas de alto padrão.

O número de alunos que concluíram seus cursos também teve aumento expressivo. Se comparados os períodos avaliativos 2010-2012 e 2013-2016, houve crescimento de 59% na quantidade de mestres formados. A titulação de doutores cresceu quase 94%, e foi registrado crescimento de 193% na titulação de mestres profissionais. A produção intelectual dos programas também teve um crescimento expressivo entre os dois últimos períodos de avaliação. Houve crescimento de 89% no número de artigos em periódicos e 80% na produção de livros ou capítulos de livros.

Com relação ao modelo de avaliação, a última avaliação apresentou as duas grandes mudanças da década: o período de avaliação foi estendido de três para quatro anos e os procedimentos de coleta e tratamento de dados foram informatizados com o uso da Plataforma Sucupira. Para o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Abílio Baeta Neves, a última década apresentou um crescimento coerente do sistema. “O resultado mostra que o sistema vem crescendo e ganhando qualidade. Nosso modelo avaliativo se mostra capaz não só de perceber o avanço da pós-graduação, mas também de apontar necessidades de correção para instituições e programas”, enfatizou Baeta Neves.

Fonte: CCS/CAPES

Dicas para sair bem na Redação do ENEM 2017

Nos dias 05 e 12 de novembro, milhões de estudantes brasileiros participarão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017. A Redação, uma das provas mais importantes da avaliação, será aplicada no primeiro dia. De acordo com o professor de Redação do Colégio Galois, Lélio Amarães, para alcançar um bom resultado nessa área de conhecimento, é fundamental treinar muito, ler bastante e conhecer os assuntos da atualidade. “As diretrizes do Enem referem-se à construção de um texto argumentativo, em norma padrão, com objetividade total. Para tanto, o candidato deve saber a noção estrutural tríplice desse gênero: introdução (tese), desenvolvimento (argumentação) e conclusão (intervenção modificadora)”, destacou Amarães. Quer saber como se dar bem na Redação? O professor Lélio dá algumas dicas valiosas para os candidatos.

O que é exigido na prova de Redação do Enem?

É imprescindível que o candidato saiba produzir um texto dissertativo. Os estudantes de ensino médio são orientados para esse processo de modo natural. Porém, no caso do Enem, o examinador exige dois critérios bem mais fundamentados: argumento e proposta de solução. Nesse caso, para que o candidato tenha sucesso, ele precisa utilizar todas as informações que possui, como letras de músicas, fragmentos de obras literárias, teses de autores consagrados, textos, assuntos da História, estatísticas, conceitos técnicos e todo ramo de argumentos para que seu texto evolua do achismo para o comprovado. Quanto às soluções, cada candidato deverá oferecer no mínimo duas propostas lógicas possíveis e que não firam os direitos humanos. Nesse caso, é obrigatório que seja informado um agente dessa ação, que deverá estar presente nas esferas do Poder Público (Executivo, Legislativo ou Judiciário), da Sociedade (família, entidade sem fins lucrativos, entidades religiosas, organizações civis, mídia, entre outros setores sociais) e do indivíduo.

Onde buscar informações para escrever a Redação?

O bom candidato ao Enem faz uso de seus conhecimentos vivenciais (família, cotidiano e realidade), os agrega a fatores formais (escola, livros e teorias) e os coloca em prática. É importante que tudo o que seja lido e ouvido seja filtrado e utilizado na prova. Os temas do Enem são atuais, não políticos e de ordem social, ou seja, ainda que a mídia esteja muito preocupada com as questões políticas nacionais, os problemas reais abordados são as típicas questões sociais brasileiras: minorias, violência, conflitos urbanos, intolerâncias várias, cultura e tantos outros temas de ordem nacional. Ressalve-se também que, apesar de muitos leigos listarem temas de ordem internacional, cuja aplicação nacional é mínima ou nula, pela Matriz Curricular do Enem, essas temáticas não serão abordadas na prova de Redação, porém são de grande importância para outras áreas, como as Ciências Humanas.

Quais os erros mais comuns na prova?

Há os casos técnicos de desobediência ao gênero, por exemplo, o candidato faz uma narrativa em lugar de uma dissertação argumentativa. Além disso, a fuga do tema é bastante comum e isso anula integralmente a redação. Outra questão muito séria é o desrespeito aos direitos humanos. Como a sociedade passa por mazelas graves que fazem com que as pessoas se sintam indignadas com a questão, muitos candidatos são levados a posturas radicais, como sugerir a pena de morte ou a prisão perpétua para os infratores das normas sociais. Esses procedimentos, inquestionavelmente anulam o texto. Erros menores, como infrações gramaticais, pequenos desrespeitos estruturais e estética um pouco deficiente, não são tão graves. Entretanto, é fundamental que o candidato pondere que um bom texto é o resultado de ótimas ideias, técnica, aparência previsível e norma padrão.

Quais temas o senhor sugere prestar mais atenção?

O universo de temas do Enem é muito grande, desde que tenham aplicabilidade ao país, uma vez que essa é a Matriz Programática. Seguindo essa análise, nos últimos concursos foram examinados os problemas relativos às minorias: mulher (gênero), etnia (racial) e religião. Sob essa óptica, seria previsível a continuidade desse processo com temas relativos aos LGBTs (principalmente porque agora há uma nova sigla sendo discutida para esses grupos), às crianças e aos idosos (que já foi tema de Enem, mas a prova foi anulada na ocasião). Porém, não se pode fechar com algum tema, pois a discussão de questões ambientais (lixo, solo, águas e matriz energética) também é importante. A vertente cultural, como leitura e analfabetismo funcional, também são interessantes, apesar de não terem sido examinada há um certo tempo.

Seminário sobre Direitos Sociais e Trabalho Escravo

Trabalho Escravo – Princípio da Dignidade da Pessoa Humana.  Este é o tema do seminário que será realizado nos dias 25 e 26 de setembro, no Centro Universitário IESB, em parceria com a Coordenação Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Escravo (CONAETE), do Ministério Público do Trabalho. O evento reúne especialistas da área e visa fazer uma reflexão jurídica, social e política do trabalho digno, bem como o combate ao trabalho escravo no Brasil.

A programação do dia 25 de setembro, na 609 norte, começa às 18h30, com  o vice-reitor Acadêmico do IESB, o professor Doutor Luiz Cláudio Brandão, ressaltando A Importância da Integração entre Educação, Instituições e Efetivação dos Direitos Sociais; e prossegue com o coordenador Nacional da CONAETE, Tiago Muniz Cavalcanti  falando sobre Conceito e Enfrentamento ao Trabalho Escravo Contemporâneo;  o subprocurador Geral do Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT) e professor do IESB, Luiz Antônio Camargo De Melo, abordando a História do MPT no Combate ao Trabalho Escravo Contemporâneo; a procuradora do Trabalho e coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Exploração Sexual,  Débora Tito Farias, discorrendo  a respeito de Políticas Públicas para o Enfrentamento ao Trabalho Escravo Contemporâneo; além do procurador do Trabalho,  Rafael Garcia Rodrigues, que exporá o temaArticulação Interinstitucional para o Combate ao Trabalho Escravo. A noite termina, às 21h, com o lançamento do livro Relatório MPT: Combate ao Trabalho Escravo, Conquistas, Estratégias e Desafios.

No dia 26/09, as atividades serão realizadas no Campus Oeste (QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E). Na parte da manhã, os debates serão iniciados às 08h30, com a participação do procurador do Trabalho e vice-coordenador Nacional do CONAETE, Maurício Ferreira Brito, explicando A Cooperação Sul-Sul e a Articulação Internacional para o Combate ao Trabalho Escravo Contemporâneo; o procurador do Trabalho Jonas Ratier Moreno, destacando o tema Combate ao Trabalho Escravo Contemporâneo no Meio Rural; a procuradora do Trabalho e Coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Migrações, Cristiane Maria Sbalqueiro Lopes, ressaltando as Migrações e Trabalho Escravo Contemporâneo; e a procuradora do Trabalho Andrea da Rocha Carvalho debatendo sobre “Tráfico de Pessoas e Combate ao Trabalho Escravo Urbano”. À noite, a partir das 19h30, mais três palestras completam o seminário. Maurício Ferreira Brito, procurador do Trabalho e vice-coordenador Nacional do CONAETE, explana sobre A Cooperação Sul-Sul e a Articulação Internacional para o Combate ao Trabalho Escravo Contemporâneo; Luiz Antônio Camargo de Melo, subprocurador-Geral do Trabalho do MPT e professor do IESB, relata a História do MPT no Combate ao Trabalho Escravo Contemporâneo; eDébora Tito Farias, procuradora do Trabalho e coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Exploração Sexual, discute sobre Políticas Públicas para o Enfrentamento ao Trabalho Escravo Contemporâneo.

O evento é gratuito e aberto ao público. Mais informações: (61) 3340-3747.

Serviço:

Seminário sobre Direitos sociais e Trabalho Escravo

25/09, 18h30,  campus Giovanina Rímoli do IESB. Av. L2, quadra 609, Asa Norte.

26/09, 8h30 às 12h e a noite a partir das 19h30, campus IESB Oeste, na QNN 31 – Áreas Especiais B/C/D/E. Ceilândia Norte – DF

Mais informações: (61) 3340-3747.

Olimpíada de Linguística

Mais de 5 mil candidatos devem participar da primeira fase da 7ª edição da Olimpíada Brasileira de Linguística (OBL) que começa nesta quarta-feira (20). Normalmente restrita a alunos com formação até o ensino médio, o torneio deste ano abre a chance de participação de todos os interessados. A exemplo da edição anterior, a participação nessa primeira fase é online. Para isso, os interessados podem entrar na página da olimpíada na internet ou baixar o aplicativo no tablet ou em smartphones.

Quem não se inscreveu ainda tem chance de se candidatar para o teste. O torneio prossegue até o próximo dia 24. A primeira prova terá 24 questões a serem respondidas em três horas. Quem conseguir acertar dois terços estará, automaticamente, classificado para a segunda etapa que ocorrerá no dia 21 de outubro, quando o certame será presencial e em local próximo do candidato. No segundo desafio, os concorrentes enfrentarão um teste que exigirá maior profundidade de raciocínio e textos mais longos para buscar, em quatro horas, as respostas à seis questões.

Sessenta classificados vão para a terceira etapa, prevista para abril de 2018, quando haverá a imersão de uma semana para a escolha de oito finalistas. Os finalistas poderão disputar a olimpíada internacional marcada para julho do próximo ano, em Praga, na República Tcheca.

 

Mais de 3,5 milhões de crianças refugiadas estão fora da escola

Um relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) divulgado hoje (12) mostra que mais de 3,5 milhões de crianças e adolescentes refugiados com idade entre 5 e 17 anos não frequentaram a escola no último ano letivo. Segundo o estudo, o percentual de crianças refugiadas que frequentam a escola é de 61%, enquanto globalmente o índice é de 91%. No ensino médio, o índice de matriculados entre os adolescentes refugiados é de 23%, ante 84% globalmente. Já em relação ao ensino superior, o percentual de refugiados que acessam a universidade é de 1%.

O número de matrículas de crianças refugiadas em idade escolar no ensino fundamental aumentou de 50% para 61% no último ano letivo. Segundo o Acnur, o avanço se deu por causa do aprimoramento de políticas e investimentos em educação para refugiados sírios, assim como a chegada de crianças refugiadas à Europa, onde a educação é obrigatória.

O relatório defende que a educação seja considerada uma resposta fundamental nas emergências que envolvem pessoas refugiadas, e que receba apoio por meio de um planejamento de longo prazo e financiamento estável. O Acnur diz que está trabalhando junto com parceiros para possibilitar o acesso à educação em todo o mundo, dentro e fora dos campos de refugiados. “Um maior financiamento é urgentemente necessário para colocar mais crianças refugiadas nas escolas”, defende a agência.

Estudantes do DF podem se preparar para o Enem em aulas gratuitas

Os estudantes do Distrito Federal que estiverem se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem participar de aulas gratuitas do projeto #BoraVencer, feito pela Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude. Amanhã (2) haverá um aulão com conteúdos de ciências humanas, com foco em filosofia, sociologia, história e geografia. Os aulões ocorrem das 13h às 18h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A primeira aula foi no dia 27 de agosto, com conteúdo de linguagens e códigos. No dia 30 de setembro haverá aulas de redação e matemática e no dia 8 de outubro a preparação será para ciências da natureza. Uma semana antes da primeira prova do Enem, será feito um aulão de dicas, com revisão geral de conteúdo do exame.

A subsecretária da Juventude em exercício, Priscila Monteiro, explica que a iniciativa é voltada para alunos que não têm capacidade de pagar um cursinho privado. “O objetivo é proporcionar ao jovem de baixa renda o acesso a esses cursos, para poder se qualificar melhor para o Enem”, diz. Segundo ela, cada aulão reúne cerca de 2,5 mil alunos. O aulão é aberto para todos os estudantes, tanto para estudantes da rede pública como particular. As aulas são ministradas por professores de cursinhos de forma voluntária. As inscrições podem ser feitas pelo site da Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude.

No dia das aulas, será oferecido transporte gratuito para os estudantes antes e depois do encontro, a partir da Rodoviária do Plano Piloto. Desde 2016, foram promovidas 13 edições do programa, além de dois cursos intensivos.

Maratona

Outra iniciativa para os estudantes de Brasília é o projeto social Maratona Enem, coordenado por professores da rede privada. As aulas são gratuitas e exclusivas para alunos da rede pública de ensino. Para participar, é preciso ter concluído ou estar cursando o 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino, além de estar inscrito no Enem. Serão disponibilizadas 100 vagas por aula.

Mais informações pelo www.facebook.com/maratonaenemdf

Enem

Neste ano, as provas do Enem serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro. O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil.

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