Alunos do Galois estão na final nacional da IX Olimpíada de Raciocínio Mind Lab

O Colégio Galois, de Brasília, acaba de comemorar mais uma conquista de seus alunos do Ensino Fundamental. A escola garantiu sua vaga na final nacional da IX Olimpíada de Raciocínio Mind Lab, evento que reúne mais de 110 mil estudantes de todas as regiões do Brasil. Os estudantes Davi Salles Leite, Davi Chaves Barros, João Pedro Lima de Carvalho e Lucas Pimentel Araújo (categoria 4º ao 7º ano) conseguiram avançar até a grande final nacional, que acontece em São Paulo no próximo dia 6 de maio.

O torneio é realizado com jogos de raciocínio de tabuleiro e é composto por fases presenciais e online. Mais do que aprender a competir de maneira saudável, a Olimpíada tem como finalidade promover habilidades que os jogos estimulam os alunos a desenvolverem: saber enfrentar desafios, desenvolver a criatividade, lidar com regras e situações adversas, reagir às emoções, trabalhar em grupo, planejar ações, respeitar o próximo. Essas habilidades compõem o rol das chamadas habilidades socioemocionais, presentes no cotidiano de qualquer pessoa e, cada vez mais, estruturadas para aprendizagem nas escolas brasileiras. Após a fase interna nas escolas, todas as equipes competem entre si na fase classificatória, realizada pela internet, com competidores de todo o Brasil. Para o professor de Mind Lab no colégio Galois, Yaron Segalovitch, em competições como esta, os estudantes ampliam sua rede de conhecimento, entram em contato com pessoas de várias localidades e culturas, compartilhando conhecimento e aprendendo ainda a lidar com suas emoções de forma saudável. “O aluno consegue desenvolver habilidades fundamentais como raciocínio lógico, planejamento estratégico, criatividade e trabalho em equipe. Além disso, o projeto também cultiva discussões importantes que saem do jogo para a vida real, oferecendo ferramentas importantes para o estudante vencer os desafios do dia a dia”, ressaltou o docente.

Na ocasião, estarão presentes cerca de cem competidores de todo o país, divididos em mais de 20 equipes, todos vitoriosos nas etapas regionais. O torneio é dividido em duas categorias: 4º ao 7º ano e 8º ao 9º ano (do Ensino Fundamental). Todos os vencedores da etapa nacional serão premiados, mas os estudantes de 4º ao 7º ano ainda terão a oportunidade de representar o Brasil na fase internacional da Olimpíada, que acontecerá na Ilha de Creta (Grécia) no dia 11 de junho, juntamente com alunos de outros sete países.

 

Carreira em Pauta

Diante de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente, a Anhanguera criou o projeto Carreira em Pauta, que consiste em uma série de eventos com transmissões de palestras e interações com profissionais renomados. O objetivo é facilitar o acesso à educação e a qualificação dos participantes, além de estimular o desenvolvimento de novas habilidades e competências profissionais. Neste ano, os participantes poderão assistir a palestra gravada do historiador Leandro Karnal. Os mediadores do debate serão o psicólogo e desenvolvedor de equipes e lideranças com ferramentas de gamefication, professor Igor Barros, e a coordenadora dos cursos de pós-graduação, professora Lívia Medeiros. A palestra será transmitida na Anhanguera de Brasília, localizada no Taguatinga Shopping, no dia 10 de maio, às 19h. Inscrições pelo site http://www.carreiraempauta.net.br. O evento é gratuito.

 

Simulado e dicas para o vestibular da UnB

As inscrições para o Vestibular da Universidade de Brasília para o segundo semestre de 2017 já estão abertas. As provas estão previstas para os dias 3 e 4 de junho. E para deixar você ainda mais preparado, que tal estudar com um simulado do Colégio Galois? É só clicar no link abaixo, baixar a prova e conferir o gabarito aqui no blog Edson Machado.

GALOIS: Simulado UnB Humanas e Redacão

GABARITO

Alunos do IESB participam de programa de aceleração de startup

Mesmo com o país em crise econômica, empresas de tecnologia recém-criadas, as startups, seguem em expansão acelerada. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de empresas em estágio inicial no Brasil chegou a 4.151 ao final de dezembro de 2015, um crescimento de 18,5% em apenas seis meses. A tendência é que isso se torne ainda mais forte, com empresas inovadoras focadas no consumidor.

De olho neste mercado e em busca de novas oportunidades, alunos do Centro Universitário IESB estão vivendo na prática toda a rotina de criação, produção e execução de uma startup. São catorze estudantes, de diferentes perfis e cursos, que foram selecionados para o IESB in Residence, um programa intensivo de aceleração de startups, realizado durante a #Camp3 (sigla de Cotidiano Acelera Meu Projeto), que começou dia 17 de abril e segue até 7 de julho, no departamento do curso de Administração do IESB. A ação faz parte de uma parceria entre a incubadora da instituição, o IESB LAB, e a Cotidiano, aceleradora que investe em empresas de startups em estágios iniciais, com soluções digitais para diferentes segmentos da indústria. “Do ponto de vista das startups, o IESB LAB está mais próximo do meio acadêmico, do aluno, enquanto uma aceleradora está mais próxima do mercado. Os dois tem a missão de oferecer o suporte necessário para que uma startup alcance sucesso. Juntos, essa contribuição é ainda melhor”, explica o professor Alexandre Loureiro, coordenador técnico do IESB LAB.

Durante o programa, os estudantes conciliarão a teoria aprendida em sala de aula com a prática, aprendendo sobre montagem do negócio, validação de produto, técnicas de estratégias de mercado, além de participação de workshops, mentorias, palestras, reuniões de relacionamento com parceiros e orientações especializadas. Para facilitar o acesso e otimizar o tempo, um tutor estará acompanhando os trainees desde o início do programa, oferecendo orientação e monitoramento para alavancar o desempenho dos participantes. A estudante Laís Costa, 8º semestre do curso de Cinemas e Mídias Digitais do IESB, está entre os discentes recrutados. “É importante pensarmos no mercado de trabalho. E quando estamos terminando uma faculdade e essa realidade fica ainda mais próxima, a ansiedade aumenta. Portanto, essa experiência no IESB in Residence vai ajudar a melhorar minha visão empreendedora, contribuindo ainda mais para meu posicionamento após a graduação”, avalia Laís.

Entre as startups da #Camp3, está a StreetPark.me. Incubado no IESB LAB e desenvolvido por Ricardo Bernardes, aluno do curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento para Dispositivos Móveis no IESB, o aplicativo tem a finalidade de facilitar a busca por vagas em estacionamentos públicos de forma rápida, além de oferecer serviço de lavagem de veículos ambientalmente responsável. “Funciona assim: são dois apps, um para o motorista outro para o guardador. No mapa do aplicativo o motorista verifica se o local que deseja estacionar possui flanelinhas ficha limpa, cadastrados, que indicará as vagas disponíveis. Outra função é o contato direto do guardador com o proprietário do carro, que poderá ser avisado caso deixe as janelas abertas, o farol ligado ou, ainda, informar quando a limpeza do carro estiver pronta”, explica Bernardes, que comemora a participação no evento. “Ter uma startup incubada no IESB LAB gera uma série de benefícios, como assessorias gratuitas em várias áreas, jurídica e mídia, por exemplo, além de participações em eventos, como este promovido pela Cotidiano”, avalia o estudante. “Mais uma vez o IESB inova em uma parceria de sucesso, mostrando um novo tipo de empreendedorismo para nossos estudantes, com as melhores ferramentas do mercado”, afirma Fernando Santos Dantas, coordenador do curso de Administração do IESB, campus Asa Norte. Ao final do treinamento, os participantes receberão um certificado de participação no programa, além de possibilidade de encontrar co-fundadores para sua nova empresa, rede de contatos e orientação com mentores e parceiros da Cotidiano.

Inscrições abertas para o Vestibular UnB

As inscrições para o Vestibular da Universidade de Brasília, segundo semestre de 2017, estão abertas. As chances ofertadas estão divididas entre três sistemas de acesso: Universal, com 922 vagas; Cotas para Negros, com 112 vagas; e Cotas para Escolas Públicas, com 1.071 oportunidades. Os interessados em concorrer à seleção devem se inscrever até o dia 4 de maio pelo site http://www.cespe.unb.br/vestibular. A taxa é de R$150 para candidatos e treineiros. As provas estão previstas para os dias 3 e 4 de junho. Mais informações: http://www.cespe.unb.br/vestibular | 3448 0100

PARU: primeira proposta de Avaliação da Reforma Universitária

ensino-medio

Até o início da década de 1980, a produção acadêmica no âmbito da Avaliação da Educação Superior no Brasil tinha pouco destaque. Entretanto, a partir deste período, houve crescente interesse sobre o tema. Em 1983, por iniciativa do Conselho Federal de Educação, foi desenvolvido no Brasil o Programa de Avaliação da Reforma Universitária (PARU). O projeto, proposto por Edson Machado, então diretor-geral da Comissão de Aperfeiçoamento do Pessoal Superior (CAPES), nasceu por conta das constantes greves mantidas nas universidades federais. O objetivo principal era conhecer as condições reais nas quais se realizavam as atividades de produção e disseminação do conhecimento no sistema de educação superior no país por meio de estudos, pesquisas e debates, tanto da implementação das propostas da reforma universitária de 1968, quanto das particularidades institucionais e regionais. “A preocupação principal quando apresentei o PARU foi avaliar a contraposição entre a qualidade e a expansão quantitativa do ensino, que estava acontecendo muito rápido. Naquela época, as instituições estavam se modernizando e havia ainda a questão da pós-graduação, que ganhava cada vez mais espaço no cenário acadêmico brasileiro. A ideia era orientar os investimentos do MEC para essas áreas”, explica o professor Edson Machado.

Para a concreção dos objetivos do PARU, os membros consideravam necessário a participação da comunidade acadêmica, realizando “um processo de reflexão sobre suas próprias práticas de ensino” e de outros setores externos às instituições, sobretudo, na expressão de demandas e expectativas quanto ao papel da universidade e sua organização. Segundo afirmado, o próprio PARU foi elaborado mediante consulta a “segmentos representativos da comunidade acadêmica. Para tanto, foi designado um Grupo gestor composto pelo próprio Edson Machado, como coordenador, e acompanhado por Sérgio Costa Ribeiro (coordenador técnico), Isaura Belloni Schmidt (coordenadora técnica substituta), Maria Stela Grosi Porto, Maria Umbelina Caiafa Salgado, Mariza Veloso Motta Santos, Mônica Muños Bargas e Orlando Pilatti, pesquisadores com experiência em análise e acompanhamento de projetos. “A intenção do grupo era ainda melhorar o diálogo entre os professores e o governo. Nós não sabíamos muito bem os motivos que induziam tantas greves naquela época e isso atrapalhava o desenvolvimentos das instituições de ensino. Uma proposta do PARU era justamente melhorar essa realidade”, recorda Machado.

A proposta do PARU destacava a diferença entre a norma ideal sancionada e a operacionalização desta na realidade. Propunha questionar o conhecimento produzido, levando em conta o contexto social e econômico no qual estaria inserida a IES. Assim, pretendia desvendar como estariam sendo concretizados os objetivos de cada IES, bem como sua articulação com o uso de recursos, com as determinações externas e as relações políticas internas. A ideia era pesquisar melhor a qualidade do ensino com ênfase dada à formação do cidadão e do profissional; a relação da pesquisa com o ensino, a importância dada à pesquisa básica e aplicada, bem como sua vinculação às necessidades sociais e empresariais; a extensão e a prestação de serviços e a assistência comunitária e sua relação com as atividades de ensino e pesquisa; e as atividades administrativas e sua influência no ensino e a pesquisa, os recursos materiais, assim como as representações e aspirações do público acadêmico e não acadêmico e a dimensão política que perpassa por todas essas atividades.

O Grupo Gestor do PARU considerou as instituições como unidade de análise e destacou o papel da avaliação, que nesse Programa foi entendida como uma forma de conhecimento sobre a realidade e uma metodologia de pesquisa que permitiria não só obter os dados, mas também fazer “uma reflexão sobre a prática”. Assim, o PARU, com a finalidade de realizar uma pesquisa de avaliação sistêmica, recorreu à “avaliação institucional” e considerou à “avaliação interna” como procedimento privilegiado. “A grande dificuldade foi a falta de entendimento das instituições de ensino em relação ao PARU. Eles pensavam que era um instrumento de fiscalização ao invés de avaliação”, afirma o professor Edson.

O PARU não chegou a apresentar seus resultados, pois foi desativado um ano depois de começado, devido a disputas internas ao próprio Ministério da Educação, em torno de quem competia fazer a avaliação da Reforma Universitária. O fim do projeto deixou inconclusos a coleta de dados e os estudos institucionais iniciados, que tinham contado, inclusive, com financiamento público, pois diferentes concepções de educação superior começavam a aparecer. Os membros do PARU (Edson Machado de Souza, Isaura Belloni, Orlando Pilatti e Sergio Costa Ribeiro) comporiam, posteriormente, comissões ministeriais e participariam da elaboração ou execução de outras experiências de avaliação da educação superior no país.

Dada à proposta da participação da comunidade, este programa foi o precursor das experiências de avaliação posteriores no país como o Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras (PAIUB) e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

 

Currículo global é um dos destaques da Internacionalização

Alunos do IESB participam de cursos na Pennsylvania State University

A necessidade de intercomunicação entre pessoas e empresas de diferentes países é um dos efeitos da globalização. Se antes o currículo de um estudante era pensado para atender as necessidades locais ou a região que ele morava, hoje o mercado de trabalho vem exigindo, cada vez mais, profissionais com habilidades interculturais e fluência em línguas estrangeiras. Para atender a esse novo perfil, as Instituições de Ensino Superior (IES) apostam em um novo caminho: o da internacionalização. “Quanto mais o estudante aprender a lidar com a fronteira do conhecimento e viver de perto a cultura, a política e a economia de outros povos, mais ele estará apto a ser este profissional que o mundo atual tanto busca e precisa”, afirma a reitora do Centro Universitário IESB, Eda Coutinho.

Em Brasília, o IESB representa um papel importante para o fomento e construção desta prática. Desde 2004, quando foi feito um acordo com o Istituto Europeo di Design (IED), na Itália, e depois, em 2007, com o primeiro intercâmbio para o Instituto Argentino de Gastronomía (IAG), na Argentina, a instituição já enviou mais de 100 alunos para programas no exterior e mantém parcerias com universidades na Europa, Ásia e América Latina. Em janeiro de 2017, sete estudantes viajaram para os Estados Unidos, onde passam duas semanas na The Pennsylvania State University por meio do programa de internacionalização do IESB. Eles freqüentam aulas de Gastronomia, Direito, Design, Publicidade e Propaganda e Relações Internacionais, compatíveis com sua graduação e importantes para sua formação profissional.

Os estudantes Lerry Dias, Marília Maia e Stephanie Maia conversaram com o blog Edson Machado. Veja o vídeo:

A internacionalização já é uma das prioridades das instituições de ensino em todo o mundo. Na Europa, por exemplo, de acordo com o relatório de 2015 da European University Association’s Trends, das 451 universidades que contribuíram para a pesquisa, 39% disseram que o recrutamento internacional está levando a um aumento da população estudantil. Além disso, 92% dessas instituições acreditam que a internacionalização contribui para a melhora no aprendizado e ensino. Aqui no Brasil, a internacionalização esteve focada, principalmente, nos cursos de pós-graduação – o país possui atualmente mais de 4.300 programas de pós-graduação, com 250 mil alunos, mais de 100 mil somente em doutorado. Entretanto, nos últimos anos, muitos alunos de graduação têm buscado sua vaga em diversas universidades do mundo inteiro, como uma forma de desenvolver o conhecimento linguístico, a competência comunicativa intercultural e incrementar seu currículo.

Curso de formação em coaching e mentoring

Nos dias 20, 21 e 22 de abril irá acontecer em Brasília a 15ª edição do curso de formação “Coaching e Mentoring”. O treinamento é destinado aos profissionais de qualquer área ou formação que buscam desenvolver o seu potencial de liderança, alavancar suas capacidades de atuação pessoal e profissional, ampliar sua mentalidade, superar conflitos, aprimorar e expandir possíveis opções dentro da área de atuação, entre outros assuntos. Ministrado pelo professor e master coach Evaldo Bazeggio, o treinamento terá 30 horas-aula e utilizará referências do Sistema ISOR, com aprovação e reconhecimento pela International Coachin Federation, entidade mundial de coaching presente em 120 países, na modalidade CCE-Educação Continuada. Após o curso, o participante estará apto a aplicar as metodologias de Coaching, Mentoring e Holomentoring, além de atuar profissionalmente junto a pessoas físicas, empresas e em ambientes internos de trabalho no Brasil ou Exterior. O treinamento irá acontecer das 8h30 às 19h. Mais informações e inscrições no site: www.bazeggioconsultoria.com.br  ou pelo telefone: (61) 3963.1988. Vagas limitadas.

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