Gabarito oficial do Enem 2017

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o gabarito oficial das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, realizadas nos dias 5 e 12 de novembro. Com o gabarito, os candidatos podem saber quantas questões acertaram.

Correção das provas

A correção das provas é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Dessa forma, um item em que grande número dos candidatos acertarem será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

Por isso, não é possível calcular a nota final apenas contabilizando o número de erros e acertos em cada uma das provas. Dois candidatos que acertarem o mesmo número de questões podem ter pontuações diferentes.  O estudante só tem como saber a nota final no Enem quando o resultado sair.

A correção é feita por meio de um sistema de reconhecimento no qual a Fundação Getulio Vargas e a Cesgranrio extraem os dados com as respostas das questões objetivas de cada participante, durante a etapa de digitalização. Por isso, é imprescindível que o preenchimento do cartão-resposta tenha sido realizado com caneta esferográfica de tinta preta. O Boletim de Desempenho deverá ser disponibilizado aos participantes em 19 de janeiro de 2018.

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O Roubo do Enem

Nesta terça-feira, 14/11, o Centro Universitário IESB recebe a jornalista Renata Cafardo para palestra e lançamento do seu livro-reportagem “O Roubo do Enem – A História por Trás do Vazamento da Principal Prova do País”. Cafardo falará sobre a apuração e os bastidores da reportagem que, publicada em 2009 no jornal O Estado de São Paulo, revelou o vazamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio naquele ano. “O ENEM perdeu muita credibilidade pelo que aconteceu, algo que não foi recuperado ainda hoje, apesar de ser o maior exame do país. A cada ano surgem notícias de pequenos vazamentos, supostos ou verdadeiros. Mas, mesmo assim, por inúmeras razões que explico no livro, o exame conseguiu se consolidar fortemente”, afirma a profissional que, com a matéria, ganhou o Prêmio Embratel, o Prêmio Ayrton Senna e o Prêmio Estado, além de ficar entre os finalistas no Prêmio Esso de Jornalismo.

O escândalo veio à tona depois que a repórter recebeu a ligação de um informante tentando vender, sem sucesso, uma cópia da prova. Ela não pagou para ficar com o teste, mas conseguiu memorizar várias questões e denunciou o problema ao Ministério da Educação (MEC), que confirmou o roubo da prova e cancelou o exame. O episódio alavancou o jornalismo de educação no país, com sucessivas manchetes nos principais veículos nacionais. “Um dos propósitos do livro é contribuir na formação de outros jornalistas, fazê-los refletir sobre a profissão, as relações com o governo e com as fontes e sobre o posicionamento diante de uma notícia importante”, ressalta a jornalista.

O evento – gratuito e aberto ao público – começa às 19h30, no auditório D, do Centro Universitário IESB, localizado na 613/614 sul.

Sobre a autora:

Renata Cafardo é jornalista e escreve sobre educação desde o ano 2000. Trabalhou durante dez anos na redação do jornal O Estado de S. Paulo e foi repórter da TV Globo por seis anos. Em 2016, fundou com colegas a Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca), que tem o objetivo de melhorar a cobertura jornalística na área de educação no país. Durante o período em que morou em Nova York, em 2016-2017, fez colaborações para a Folha de S. Paulo e foi uma das jornalistas aprovada para participar do Dart Center Global Reporting Institute, sobre desenvolvimento na primeira infância, da Universidade de Columbia. Já recebeu mais de dez prêmios de jornalismo.

Palestra O Roubo do Enem

Data: 14/11

Local: IESB campus sul (613/614 Sul) auditório D

Horário: 19h30

A escola que os alunos desejam

Uma pesquisa realizada com 132 mil jovens brasileiros de idades de 13 a 21 anos expôs os seus desejos e aspirações em relação à educação no Brasil. A pesquisa realizada pelo Porvir/Instituto Inspirare ouviu jovens de todas as regiões do Brasil. O objetivo era compreender como os jovens veem a escola hoje e como seria a escola ideal. Para tal, eles ouviram jovens de todas as regiões do Brasil, de escolas públicas e privadas, e os resultados mostraram que eles são críticos e sabem o que querem.

– Só 1 em cada 10 alunos está satisfeito com a aula e com os materiais pedagógicos utilizados.

– 8 em cada 10 acreditam que as relações dos alunos com a equipe escolar precisam ser melhores.

– 5 em cada 10 não consideram a estrutura da escola adequada.

Em contrapartida, os jovens estudantes demonstraram afeto pela escola. Dos entrevistados 70% gostam de estudar em suas escolas, 72% dizem que aprendem coisas produtivas para a vida e 62% afirmam que a escola oferece um ambiente favorável para aprender.

O que eles desejam na escola

– 36% desejam realizar atividades práticas.

– 27% querem usar mais tecnologia dentro da escola.

– 25% querem ter algumas disciplinas obrigatórias e ter a opção de escolher outras.

– 16% esperam que a escola desenvolva suas habilidades de relacionamento.

– 10% querem ter acesso a conteúdo de política, cidadania e direitos humanos.

– 41% acreditam que atividades devem reunir pais, alunos e professores na escola ideal.

O que não pode faltar na escola ideal

– 51% acreditam que a tecnologia não pode ser somente a do laboratório de informática.

– 44% querem bastante área verde.

– 42% querem quadras e equipamentos esportivos.

– 36% querem adaptação para pessoas com deficiência.

– 31% querem espaços amplos e abertos que possam ser reaproveitados.

– 30% querem arquitetura sustentável: iluminação natural e reaproveitamento da água.

– 19% querem um prédio que garanta a privacidade de todos.

Para a maioria dos jovens entrevistados a escola que capacita deve focar no ENEM e mercado de trabalho. O conteúdo passado deve ser variado e o currículo mais flexível, com algumas disciplinas obrigatórias e outras optativas, mas a matemática deve estar presente na grade curricular.

Os alunos aspiram por mais atividades práticas e acreditam que outros métodos educacionais para resolução de problemas devem ser utilizados dentro do ambiente escolar, como rodas de conversa, por exemplo.

Fonte: http://www.porvir.org

O que você sabe sobre o uso da tecnologia por crianças?

 Artigo de Rafael Parente*

Em uma era em que os pais têm cada vez menos tempo para os seus filhos, nativos digitais, e as novas tecnologias invadem nossas casas, escritórios e escolas, os computadores, os tablets e smartphones têm sido usados para entreter, ensinar e acalmar. Não é um exagero se preocupar com o uso irresponsável ou sem planejamento dessas ferramentas, que fazem as vezes de “babás”. Se, de um lado, algumas empresas vendem suas soluções como milagres da ciência, que podem alfabetizar, ensinar matemática, ou línguas estrangeiras, a partir dos 4, 2 anos ou até dentro do útero; do outro lado há pais e educadores que defendem a proibição total das telas até o começo da puberdade. Mas o que a ciência realmente diz a esse respeito? Chegou a hora de avaliar o seu conhecimento sobre o assunto.

A boa utilização de novas tecnologias por crianças é possível?

As mídias interativas devem ser utilizadas de forma intencional e apropriada, como apoio à aprendizagem e ao desenvolvimento. Precisamos reconhecer que cada criança é única, e esse uso deve ser apropriado à idade, ao nível de desenvolvimento, e aos contextos sociais e culturais. As soluções devem criar uma experiência ativa e interativa, dando controle às crianças, aumentando a sua motivação e o seu engajamento com o conteúdo. Jogos digitais e plataformas adaptativas precisam auxiliar as crianças e jovens na construção de novas competências e habilidades dentro do seu próprio ritmo, sendo uma opção em um leque de estratégias de ensino. O foco principal deve ser na qualidade da prática e na didática, ao invés de na tecnologia.

O que você (professor, gestor ou responsável) deve levar em consideração?

Essa utilização intencional e planejada requer que educadores, gestores e famílias tenham informações suficientes sobre a natureza das soluções tecnológicas e suas consequências. Precisamos avaliar se o uso das novas tecnologias é uma estratégia mais efetiva do que materiais e métodos mais tradicionais para o ensino das crianças ou para um currículo específico. Não podemos negar que essas ferramentas têm potencial para melhorar o ensino, quebrar barreiras de tempo e espaço, para criação e comunicação (inclusive entre educadores e familiares sobre a produção, o progresso e as necessidades das crianças e dos jovens). Entretanto, a decisão de investir ou não recursos finitos em novas mídias deve considerar o custo-benefício (inicial e de manutenção) e todos os detalhes relacionados à infraestrutura (eletricidade, internet e materiais adicionais), os conhecimentos e a vontade dos adultos que vão mediar a nova experiência.

O tempo de uso deve ser limitado? Qual deve ser o limite?

A limitação do tempo de uso é fundamental. Um estudo da Universidade da Califórnia concluiu que as crianças americanas estão passando cada vez mais tempo em frente às telas e isso está diminuindo a sua capacidade de reconhecer as emoções das outras pessoas, algo essencial para o desenvolvimento de empatia, por exemplo. Enquanto boa parte das crianças e jovens passam pelo menos 4 horas por dia em frente a TVs, computadores, tablets e smartphones, as últimas recomendações científicas orientam que familiares e professores precisam limitar o tempo em frente às telas a 2 horas diárias para crianças e jovens entre 3 e 18 anos. Os cientistas também recomendam proibir o uso passivo de TVs, vídeos e outras tecnologias não-interativas e qualquer mídia com crianças menores de 2 anos, e desencorajam o uso passivo e não-interativo com crianças entre 2 e 5 anos de idade. Qualquer utilização de tecnologias com bebês de até 2 anos deve ser limitada a ferramentas que estimulam e reforçam as interações e os relacionamentos entre as crianças e os adultos. Por outro lado, quando utilizadas corretamente, dentro dos limites recomendados, mídias interativas podem melhorar (mas nunca substituir) brincadeiras criativas, explorações, atividades físicas (incluindo esportes e na natureza), e interações sociais.

Que problemas o uso excessivo pode causar?

Além de problemas em reconhecer emoções, pesquisas sérias já demonstraram que passar desses limites pode causar outros problemas graves para as crianças, como obesidade infantil, noites irregulares de sono e dificuldades em se comportar socialmente. A nossa espécie evoluiu em um ambiente onde só havia interações presenciais e nossas competências socioemocionais dependem dessas interações – esse é um fato também para pessoas adultas! As famílias e as escolas devem criar momentos de discussão sobre o que seria uma “dieta midiática saudável” para que crianças e os adultos consigam fazer boas escolhas de que mídias utilizar e durante quanto tempo. Não é demais lembrar que as novas tecnologias nunca deveriam ser usadas quando apresentam riscos emocionais ou físicos, e quando apresentam conteúdos desrespeitosos, perigosos ou intimidantes, incluindo a exposição a violências de todo o tipo, ou conteúdo sexual inapropriado para a idade.

O que isso tudo tem a ver com cidadania digital e inclusão?

É importante refletir sobre a cidadania digital e a inclusão, nesse contexto. Durante o uso das novas ferramentas tecnológicas, os adultos devem dar todo o apoio necessário para que todas as crianças e jovens possam refletir, fazer perguntas apropriadas e pensar criticamente sobre a experiência. Como a melhor forma de ensinar é pelo exemplo, os adultos precisam demonstrar o que é um comportamento exemplar de cidadania digital, com o uso apropriado e ativo dos vários tipos de mídias para que a aprendizagem aconteça de maneira positiva, responsável, saudável, segura e inclusiva. Em outras palavras, é necessário, também, se preocupar com a equidade no acesso a boas experiências interativas. Pesquisas demonstram que é menor o acesso de crianças de famílias com menor poder aquisitivo e de crianças com algum tipo de deficiência a soluções tecnológicas, o que significa que essas soluções podem estar contribuindo para o aumento do déficit de aprendizagem nesses grupos.

Já temos todas as respostas?

De forma alguma. É impossível imaginar como as tecnologias evoluirão em alguns anos ou quais serão utilizadas (e de que forma) quando as crianças de hoje se tornarem adultas. Sabemos, contudo, que familiares e educadores precisam estar atualizados e ensinar como selecionar, usar, integrar e avaliar as novas tecnologias. Leituras constantes e formação continuada são essenciais. Governos, empresas e organizações do terceiro setor precisam investir constantemente em novas pesquisas que contribuam para um conhecimento mais aprofundado dessas questões e para a compreensão dos efeitos a longo prazo. Políticas e práticas devem ser fundamentadas nos achados científicos para que o uso das novas tecnologias seja cada vez mais intencional e bem estruturado para todas as crianças, apoiando experiências ativas, “mão na massa”, criativas e engajadoras.

*Rafael Parente: PhD em educação (NYU), CEO da Aondê / Conecturma (empresa de educação e tecnologia), cofundador do Movimento Agora!, criador e apresentador do Canal Educação na Veia, membro do conselho do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (FGV/EBAPE Rio) e sócio-efetivo do Movimento Todos pela Educação.

Fonte: http://porvir.org

Ideal Politik 2ª edição

Especialistas analisam o cenário político brasileiro para 2018

Lula, Dória, Bolsonaro, Marina, Huck… Como se desenhará o cenário político do Brasil para 2018? Atualmente, as pesquisas políticas mostram que o discurso adotado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda é o preferido pela população. Entretanto, o viés conservador da extrema direita vem ganhando adeptos em todo mundo, e esta preferência também parece estar se repetindo aqui no país. Não são poucos os que defendem abertamente as posições conservadoristas de Jair Bolsonaro. Existe ainda a terceira via “alternativa”, onde Marina Silva se destaca ao embasar suas propostas em críticas ao núcleo progressista no poder. Correndo por fora, João Doria parece querer alçar voo. Até o apresentador Luciano Huck, que já está sendo visto como um outsider, ventila sua entrada na disputa presidencial.

Para analisar todas essas vertentes, o Centro Universitário IESB realiza nesta quinta-feira, 9/11, a 2ª edição do Ideal Politik, no Auditório Benedito Coutinho, na 609 norte. A partir das 19h30, Marcos Mortari, da InfoMoney; Tales Faria, do Poder360; Tereza Cruvinel, da Brasil247; Rudolfo Lago, de Os Divergentes; Marcio Gimene, da Revista Brasileira de Planejamento e Orçamento; e o professor Luciano Zanzoni, do curso de Gestão Pública do IESB reúnem-se para debater os possíveis rumos do Brasil para o futuro.  O evento é gratuito e aberto à comunidade.

Ideal Politik 2ª edição

Local: IESB Norte (609 Norte) Auditório Benedito Coutinho

Data: 9/11

Horário: 19h30

O evento gratuito e aberto à comunidade

 

Tema da redação do Enem 2017 surpreende professores

O tema da redação deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) surpreendeu professores que trabalharam na preparação dos alunos. Na prova que está sendo aplicada hoje (5), os candidatos deverão falar sobre os desafios para formação e educacional de surdos no Brasil.

O professor de redação Márcio Calixto, da escola Dínamis, do Rio de Janeiro, disse que esse não era um tema esperado. “Apesar de muito ter se falado sobre inclusão, mas principalmente dos portadores de necessidades especiais de uma maneira ampla, não dos surdos de forma específica. Não é um tema tranquilo de ser escrito, o aluno vai ter que se dedicar para poder encontrar os argumentos”, disse.

Calixto avaliou o tema deste ano como “extremamente humano e muito bem-vindo”. “Os temas do Enem têm sido sempre muito humanos, e eles não fugiram dessa característica. São temas que pedem uma proposta de intervenção, exigem do candidato uma visão mais completa, mais humana e mais empática, de se colocar no lugar do outro, que precisa de ajuda”,  afirmou o professor.

A coordenadora de Redação do Colégio Sigma, de Brasília, Carolina Darolt, disse que a preparação dos alunos não envolveu essa questão específica. “Ninguém foi tão a fundo assim, abordando uma questão tão específica. Nós falamos sobre questões de minorias, de educação de maneira geral, sobre as deficiências”, contou. Mesmo assim, ela avalia que o tema não é difícil, mas vai exigir que o candidato preste atenção nos textos oferecidos para subsidiar a redação. “É um tema muito tranquilo, mas vai exigir que o participante faça uma leitura atenta da coletânea. Se não ele corre o risco de abordar o tema tangencialmente, de falar sobre educação, sobre minorias, e esquecer de pontuar a questão da educação para os surdos. Essa é a única dificuldade”.

O tema da redação deste ano segue a tendência das últimas edições do Enem, que costuma abordar temas sociais. No ano passado, o tema foi Caminhos para Combater a Intolerância Religiosa no Brasil. Violência contra a mulher, publicidade infantil, Lei Seca e movimento imigratório também foram abordados nos últimos anos.

Enem 2017 será aplicado para mais de 125 mil pessoas no DF

Do total de participantes do DF, 59% são mulheres e 41% são homens

Nos dias 5 e 12 de novembro, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 será aplicado no Distrito Federal para 125.247 participantes, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O número representa 1,8% do total de 6.731.203 inscritos. No Enem 2016, o Distrito Federal teve 167.826 participantes, 25,3% a mais que nesta edição. A queda no número de inscrições é consequência do Enem ter deixado de certificar o Ensino Médio, tarefa que voltou ao Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

No Distrito Federal, 38,2% dos participantes são pagantes; 42,6% foram isentos do pagamento da taxa de inscrição em função da Lei ou do Decreto; e 19,2% obtiveram a gratuidade automática por estarem concluindo o Ensino Médio na rede publica em 2017. Em relação à situação de ensino; 65,6% já concluiu o Ensino Médio; 26% é concluinte este ano; e 6,8% concluirá após 2017 (treineiros). Do total de participantes do Distrito Federal, 59% são mulheres e 41% são homens.

Foram aprovados 1.115 atendimentos especializados no Distrito Federal. A maioria dos casos é de déficit de atenção, deficiência física e baixa visão. Serão usados 2.147 recursos de acessibilidade, sendo 46 vídeo provas traduzidas em Libras, novidade desta edição. Também serão 534 atendimentos específicos, 50% para lactantes. O Distrito Federal teve sete solicitações aprovadas para atendimento pelo nome social.

Inep promove seminário sobre Avaliação da Educação Superior

Começou hoje (30/10) e segue até amanhã, terça-feira (31/10), o Seminário Internacional Avaliação da Educação Superior: características e perspectivas. O evento científico, realizado em Brasília, no Royal Tulip Brasília Alvorada, para mais de 500 convidados, faz parte das comemorações aos 80 anos de fundação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Com o tema “Contribuição dos Sistemas de Avaliação para a garantia e melhoria da Qualidade da Educação Superior”, o professor Michael James, do Boston College, foi responsável pela primeira conferência do Seminário. Com mestrado e doutorado em Filosofia da Educação e em Administração do Ensino Superior, pela Universidade de Indiana; e graduação em Teologia e Psicologia pela Universidade de Notre Dame, James acumula 30 anos de experiência em ensino, pesquisa, administração e consultoria internacional em educação e desenvolvimento. No Boston College, é orientador na área de Educação Superior Católica no Roche Center for Catholic Education.

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