Gabarito preliminar Vestibular UnB 2017

Confira aqui no blog Edson Machado, o Gabarito Preliminar do Vestibular UnB 2017, realizado nos dias 10 e 11 de junho de 2017. O gabarito foi elaborado pelos professores do Colégio Galois.

Gabarito Preliminar Galois 1º dia – 10/6/2017
Frase de capa “Determinação e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso”

Baixe aqui: Prova-Vestibular-UnB-2017—1-Dia

Gabarito Preliminar Galois 2º dia – 11/6/2017
Frase de capa “Um dos segredos do sucesso é aprender a fazer mais com menos.”
Baixe aqui: Prova-Vestibular-UnB-2017—2-Dia

Mulheres empreendedoras nas redes sociais

Em evento em Brasília, influenciadoras digitais Mari Ferola e Bianca Anchieta dão dicas de como promover sua marca e sua empresa nas mídias digitais

Com o crescente aumento do protagonismo das mulheres na sociedade e a expansão das redes sociais, a presença feminina na internet vem sendo revisitada e ganhando espaço no mundo do marketing. Intituladas digital influencers, elas mobilizam milhões de seguidores na internet e colecionam casos de sucesso no campo do empreendedorismo. A partir dessa premissa, a empresária, master coach e digital influencer Mari Ferola promoveu, nessa segunda-feira (5), em Brasília, o evento “Mulheres e Redes Sociais: Empreendedorismo e Cases de Sucesso”.

Também participou do encontro a brasiliense Bianca Anchieta, youtuber e celebridade da internet, que tem mais de 4 milhões de seguidores nos seus canais. Tanto Mari quanto Bianca se ancoram na evolução das tecnologias de informação e de comunicação, que abriram novas oportunidades e plataformas de interação. Muitas marcas, atentas às novas formas de relacionamento com o público, já recorrem a esses profissionais como estratégia de marketing a fim de impulsionar seus produtos.

Durante a palestra, Mari Ferola ressaltou que os negócios já não são como antes, já que a internet veio para criar uma nova realidade, estabelecendo um novo paradigma em relação às formas de produzir, vender e inovar. “Nesse universo, o empreendedor digital se caracteriza como um especialista em inovação, e que entende de economia criativa, identidades digitais. O diferencial que você tem para oferecer determinará seu sucesso”, orienta.

Na avaliação da especialista, o principal interesse do público das redes sociais não é receber mensagens comerciais, mas sim conhecer e fazer relacionamentos com outras pessoas, não com empresas. “É por esse motivo que a abordagem nas redes sociais tem que ser diferente, a empresa não pode sair logo vendendo um produto ou serviço”.

Durante o evento, as influencers comentaram que o custo-benefício nas redes sociais tende a ser melhor do que a propaganda tradicional. “Por um valor menor, o alcance é maior. Isso porque os dispositivos móveis permite interação constante de qualquer lugar”, explica Mari Ferola. Ela adverte, contudo, que o público-alvo somente é impactado quando se tem credibilidade. “Na hora de comprar algo, a opinião de alguém que você confia é, muitas vezes, mais importante do que a do vendedor”.

Ela explica que deve-se pensar bem antes de se entusiasmar com a possibilidade de aumentar o lucros com esse tipo de marketing digital. “Saiba qual é o seu público-alvo e em como essa parceria seria benéfica para ambos. Encontre o seu diferencial na comparação com outros influencers. Tenha clareza de como seu cliente em potencial encara esse tipo de conteúdo e se é interessante financeiramente investir nesse tipo de publicidade”, finaliza Mari Ferola, informando que, no próximo dia 24 de junho, em Brasília, realizará um treinamento para mulheres visando à autorrealização profissional e pessoal.

 

“Manual de Editoração e Estilo” quer lapidar produção acadêmica

Plinio Martins Filho, professor de editoriação da ECA . Foto: Cecília Bastos/USP Imagem

Assim como os jornais, cada editora tem o seu manual de normalização e estilo. Entre as editoras universitárias, não é diferente. Com décadas de experiência na Editora da USP (Edusp), o professor Plinio Martins Filho, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, criou o Manual de Editoração e Estilo, uma proposta que busca facilitar e orientar a edição de livros universitários. A obra é resultado da tese de doutorado do docente, defendida em 2006. Após uma década de revisões e acréscimos, o Manual será lançado no dia 17 de maio, às 18h, na Livraria João Alexandre Barbosa, localizada na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária. “Espero que este manual seja usado tanto por orientadores quanto por orientandos”, diz Martins Filho. “Se as pessoas entregarem os originais mais próximos daquilo que vai ser a edição final, melhor. É essa a grande contribuição que eu gostaria que o livro deixasse, que os trabalhos fossem apresentados de forma menos normativa”, critica o professor, que desaprova o uso das normas ABNT, já que elas não são usadas por nenhuma editora. “O Manual vai abreviar o trabalho de edição. Espero que esse seja um grande benefício que o livro traga para as pessoas”.

Outra vantagem da obra de Martins Filho é o conceito de normalizar a edição e o estilo dos textos, não normatizá-la. “Normalizar é dar uma coerência, uma harmonia ao texto, enquanto normatizar tem força de lei”, explica o professor. A ideia do Manual é apresentar ao leitor diferentes caminhos para criar uma uniformidade e identidade ao texto. “O meu Manual não é um compêndio de regras, mas sim um apanhado de normas em que cada editor pode consultar e criar o seu próprio padrão editorial”, ressalta Martins Filho. “Ele serve para que o leitor não fique incomodado com a grafia de uma palavra escrita de diferentes formas ao longo de um mesmo texto, por exemplo. Senão, o leitor pode achar que o livro não foi bem preparado”, exemplifica.

Em suas 728 páginas, o Manual traz noções básicas de como preparar e editar um original até sua transformação em produto final. Estruturas pré-textuais, textuais e pós-textuais, tipologia, tipografia, novo acordo ortográfico, siglas, abreviaturas e símbolos são apenas alguns dos 60 tópicos trabalhados no livro. Um tópico que se destaca no conjunto é o das línguas estrangeiras. Nele, o autor apresenta regras básicas que vão da separação silábica até a transliteração de 17 línguas latinas e não-latinas. “Todo revisor precisa ter um conhecimento amplo, porque, hoje em dia, qualquer livro acadêmico tem uma citação em língua estrangeira. Então você tem que ter um suporte mínimo para trabalhar esse texto”, afirma o professor.


Manual de Editoração e Estilo
, de Plinio Martins Filho, Editoras da USP, Unicamp e UFMG, 728 páginas.

Leia mais sobre o tema no artigo do professor Jean Pierre Chauvin, da ECA, O manual impecável de Plinio Martins Filho, publicado no Jornal da USP.

Simulado e dicas para o vestibular da UnB – Parte 2

As provas para o Vestibular da Universidade de Brasília, segundo semestre de 2017, estão previstas para os dias 3 e 4 de junho. E para deixar você ainda mais preparado, segue simulado do Colégio Galois parte II. É só clicar no link abaixo, baixar a prova e conferir o gabarito aqui no blog Edson Machado.

Simulado UnB – Parte 2 – Colégio Galois

Gabarito simulado UnB – Parte 2 – Colégio Galois

 

Curso de formação em coaching e mentoring

Nos dias 20, 21 e 22 de abril irá acontecer em Brasília a 15ª edição do curso de formação “Coaching e Mentoring”. O treinamento é destinado aos profissionais de qualquer área ou formação que buscam desenvolver o seu potencial de liderança, alavancar suas capacidades de atuação pessoal e profissional, ampliar sua mentalidade, superar conflitos, aprimorar e expandir possíveis opções dentro da área de atuação, entre outros assuntos. Ministrado pelo professor e master coach Evaldo Bazeggio, o treinamento terá 30 horas-aula e utilizará referências do Sistema ISOR, com aprovação e reconhecimento pela International Coachin Federation, entidade mundial de coaching presente em 120 países, na modalidade CCE-Educação Continuada. Após o curso, o participante estará apto a aplicar as metodologias de Coaching, Mentoring e Holomentoring, além de atuar profissionalmente junto a pessoas físicas, empresas e em ambientes internos de trabalho no Brasil ou Exterior. O treinamento irá acontecer das 8h30 às 19h. Mais informações e inscrições no site: www.bazeggioconsultoria.com.br  ou pelo telefone: (61) 3963.1988. Vagas limitadas.

É possível aliar produtivismo acadêmico com excelência?

No site da Revista Ensino Superior Unicamp, encontrei um artigo escrito pela pesquisadora Tamara Gonçalves sobre o livro The Slow Professor, de Maggie Berg e Barbara Seeber. O texto é muito válido e discute a qualidade do trabalho acadêmico nos dias atuais, quando o tempo parece estar cada vez mais curto. Segue artigo:

Em tempos de publish or perish, como fica a qualidade do trabalho acadêmico? Que relações pessoais e profissionais estamos fomentando em um ambiente de constante competição? A obra Slow Professor é leitura recomendada para quem questiona em sua vida pessoal a lógica de não ter tempo para nada (às vezes nem para se alimentar direito!) e de produzir sem descanso – sempre com excelência, é claro. Mas será que isso é possível? É possível produzir constantemente, com brilhantismo?

O livro questiona a atual configuração das universidades e o impacto de políticas neoliberais sobre a produção do conhecimento – tanto sob a ótica do direcionamento da pesquisa relacionado a interesses econômicos quanto no que se refere aos processos adotados para gerenciamento das próprias universidades.

Um dos temas centrais é a questão do tempo. Como o trabalho acadêmico permite uma certa flexibilidade (ainda mais com o desenvolvimento de novas tecnologias de comunicação e pesquisa online) e é um tipo de trabalho contínuo, que dificilmente acaba quando se deixa o campus universitário, há um verdadeiro transbordamento do trabalho para a vida pessoal, com o crescimento de uma sensação de se estar trabalhando “o tempo todo”. Isso gera uma angústia e um estado mental de exaustão que é, em essência, contraprodutivo. O desenvolvimento de pesquisas, novas ideias e teorias depende, essencialmente, de tempo de livre pensar; um tempo que está em falta no modelo da atual estrutura universitária. É feito o levantamento de uma vasta literatura e dados de pesquisa empírica que demonstram um real adoecimento de professores, com a ampliação da incidência de problemas relacionados à saúde mental que não são devidamente reconhecidos e tratados e levam a cenários de burn out e, consequentemente, perda do prazer em ensinar e queda da capacidade produtiva e criativa.

As autoras fazem referência ao processo de incorporação de princípios e práticas neoliberais no âmbito universitário (surgimento das McUniversities) em que principalmente dois fenômenos se combinam: i) um aceleramento e mercantilização de todas as atividades, o que afeta o conceito de qualidade acadêmica (“no standing still conception of excellence” e “use of the consumer/student as surrogate surveillance device”); e ii) o foco no indivíduo oferece uma falsa ideia de agenciamento no contexto de uma crescente burocratização, sensação reforçada pela valorização de um conceito de meritocracia focado apenas no esforço individual, desconsiderando que a produção do conhecimento ocorre, de fato, mediante trocas (de ideias, debates…).

Em vista desse cenário, sugere-se a adoção dos princípios do “Slow movement”, preconizado por Carl Honoré. As autoras logo deixam claro que “slow”(devagar), nesse caso, não se relaciona com a definição de um ritmo de trabalho específico, mas sim com a possibilidade de se recuperar o agenciamento e a autonomia, o agir com propósito, o permitir que deliberações sejam feitas em meio a um diálogo consistente e em um ambiente que promova uma resiliência emocional e intelectual. Para as autoras, trazer o “Slow” para a academia é uma forma de se re-politicizar a academia, revigorando a produção intelectual. Assim, ao invés de nos perguntarmos o que está “errado” com os indivíduos, deveríamos questionar os sistemas que impedem as pessoas de viverem de forma mais harmônica, criativa e produtiva. Afinal, há de haver algo fundamentalmente errado em um sistema em que as pessoas são constantemente estimuladas a se sentirem culpadas por não estarem produzindo ou mesmo por estarem realizando atividades corriqueiras e essenciais para a sobrevivência humana (comer, dormir, lazer…). Esse tema é abordado em profundidade no primeiro capítulo do livro, sobre administração do tempo e falta de tempo.

Questiona-se também o ambiente de expectativas irreais de trabalho que impedem um fluxo de vida razoavelmente equilibrado, a ideia de que ser multi-tarefas (multi-tasking) é algo bom ou efetivo e mesmo a excessiva valorização do conceito de “ocupado” (busyness). Em revisão de obras que apresentam sugestões para melhorar a organização do trabalho e otimizar o tempo, observa-se que a maior parte das sugestões impõem um estilo de vida pouco saudável e trabalham sempre na lógica da escassez de tempo. Esse discurso de falta de tempo afetaria inclusive a própria percepção individual sobre nossa capacidade de conciliar trabalho e vida pessoal. Esse modelo de escassez contínua favorece o desenvolvimento de sentimentos de culpa e autorrepreensão constantes, o que gera, na verdade, um ambiente muito pouco propício ao desenvolvimento do pensamento crítico e criativo. Inclusive, a pobreza intelectual também seria reflexo dessa dificuldade de se ter tempo para pensar criativamente. Outros aspectos seriam a constante pressão para se publicar mais e mais (aquela vozinha constante nas nossas mentes que repetem incessantemente: “preciso de mais uma linha no meu Lattes”), o acesso a fontes mais virtuais do que físicas (uso de bibliotecas online que, se por um lado ampliam horizontes, por outro limitam a possibilidade de se explorar referências menos óbvias) e a percepção de que tempo ocioso é tempo perdido – quando na verdade é essencial para garantir criatividade. Por fim, essa cultura centrada na competição vem corroendo as relações interpessoais e, por consequência, o próprio ambiente de trabalho, conforme mais profundamente explorado no capítulo quatro da obra, sobre comunidade acadêmica.

Como alternativa, as autoras sugerem a incorporação dos princípios do movimento “Slow” para revigorar as Universidades, o pensamento crítico e as relações interpessoais. Lembrando que “Slow” nesse caso não se refere a um ritmo específico, mas a um estilo de vida mais atento à organicidade da vida, propõe-se o resgate do prazer em lecionar (capítulo dois, sobre pedagogia e prazer) e a construção de pontes e parcerias reais entre professores. Para o primeiro ponto, as autoras lembram que ensinar é uma atividade extremamente prazerosa que se estabelece a partir de uma troca entre alunos e professores. Aqui as autoras reforçam a necessidade de se investir e manter cursos presenciais, na medida em que as potencialidades de troca de conhecimento e interação são maiores quando há um encontro presencial. Além disso, para que essa troca ocorra, é preciso que todos estejam de fato presentes e inteiros naquele momento, sendo a escuta fundamental, de ambos os lados; algo que parece ter sido profundamente afetado pelas novas tecnologias (constante uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula, que permitem que alunos realizem diversas tarefas ao mesmo tempo). Igualmente, é preciso revolucionar os discursos sobre tempo, para que possamos mudar a forma como falamos de nós mesmos.

Nesse sentido, é preciso nos assenhorarmos do nosso tempo e nos permitirmos ter uma vida pessoal, compreendendo que vida pessoal é fundamental para que possamos produzir real conhecimento, fundado no pensamento crítico. Por fim, as autoras enfatizam a necessidade de se refundar as parcerias entre professores, na medida em que é a partir do diálogo e dessa relação de interação que grandes pesquisas e ideias surgem. Elas destacam a importância das conversas informais entre colegas de trabalho sobre suas pesquisas e mesmo de parcerias. Indicam o próprio processo de escrita desse livro, que começou a partir de uma conversa entre as duas professoras e evoluiu para o desenvolvimento da obra conjunta (de forma extremamente prazerosa, enfatizam). As relações de parcerias seriam importantes também para apoiar e garantir a recuperação de frustrações profissionais, combatendo o sentimento de solidão e isolamento que parecem crescentes no meio acadêmico.

Tamara Amoroso Gonçalves

Estudante de doutorado em Direito pela Universidade de Victoria, Canadá, mestra em Direitos Humanos pela Universidade de São Paulo (USP) e advogada graduada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Pesquisadora associada do Instituto Simone de Beauvoir (Universidade Concordia, Canadá), integrante do CLADEM/Brasil, da Rede Mulher e Mídia e do GEA (Grupo de Estudos sobre Aborto). Autora de diversas obras sobre gênero e direitos humanos, dentre elas, Direitos humanos das mulheres e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, ed. Saraiva, 2013.

The Slow Professor: challenging the culture of speed in the Academy. Maggie Berg e Barbara K. Seeber. University of Toronto Press, Toronto, 2016.

Galois oferece bolsa de estudos a alunos de escolas públicas do DF

Estudantes dos 1º, 2º ou 3º ano integrantes do ensino médio de escolas públicas no DF podem se candidatar a uma bolsa de estudos no colégio Galois. Para participar, o aluno tem que fazer sua inscrição no www.galois.com.br, até o dia 09/02. O edital do concurso também pode ser encontrado nesse mesmo endereço eletrônico. A prova de classificação será realizada dia 10/02, a partir das 14h30, no Galois, da 601 sul. A bolsa é de 94%, mas, para garantir o desconto, os 20 selecionados devem apresentar matrícula ano 2016/2017 ou um boletim que comprove vínculo na rede pública do DF. As inscrições são gratuitas e o resultado será divulgado no site da instituição até o dia 14/02.

SciFinder Future Leaders recebe inscrições até 12 de fevereiro

Estão abertas até o dia 12 de fevereiro as inscrições para o SciFinder Future Leaders. O programa é uma oportunidade para estudantes de doutorado e pesquisadores com pós-doutorado participarem do encontro anual da American Chemical Society. O SciFinder Future Leaders proporciona uma série de benefícios aos seus participantes, como aumento da rede profissional, ao conhecer e trocar experiências com cientistas do mundo todo; desenvolvimento de proficiência no uso do SciFinder e aquisição de habilidades que podem impulsionar a carreira; ampliação de conhecimentos e troca de ideias sobre soluções de pesquisa atuais e futuras; visita a centros de tecnologia e inovação para expansão de conhecimentos sobre desenvolvimento científico. O 254º American Chemical Society National Meeting & Exposition, evento do qual o grupo selecionado fará parte, ocorrerá de 14 a 24 de agosto, em Washington, nos Estados Unidos. Além de ser uma ocasião para dar um importante passo na carreira, os pesquisadores selecionados poderão ajudar a definir o futuro da informação científica investigativa em âmbito internacional.

O SciFinder é uma ferramenta do Chemical Abstracts Service (CAS), de referenciais com resumos e patentes, oferecida pelo Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) à comunidade acadêmico-científica brasileira. A plataforma indexa periódicos científicos que englobam temas como química orgânica, química inorgânica, físicoquímica, química analítica, engenharia química, ciências ambientais, farmacologia, toxicologia, medicina experimental, biologia celular e molecular, genética, bioquímica, microbiologia, enzimologia e outros temas afins. Agrega informações de mais de 61 autoridades de patentes incluindo patentes anteriores a 1907. São seis bases de dados disponíveis: Caplus, Registry, Chemical Reactions, Substâncias Químicas Regulamentadas, Chemcats e Medline.

O SciFinder pode ser acessado pela opção Buscar base do Portal de Periódicos da CAPES, uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. O Portal conta com um acervo de mais de 38 mil títulos com texto completo, 126 bases referenciais, 11 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual. A ferramenta foi criada tendo em vista o déficit de acesso das bibliotecas brasileiras à informação científica internacional, dentro da perspectiva de que seria demasiadamente caro atualizar esse acervo com a compra de periódicos impressos para cada uma das universidades do sistema superior de ensino federal. Foi desenvolvido ainda com o objetivo de reduzir os desnivelamentos regionais no acesso a essa informação no Brasil. Ele é considerado um modelo de consórcio de bibliotecas único no mundo, pois é inteiramente financiado pelo Governo brasileiro. É também a iniciativa do gênero com a maior capilaridade no planeta, cobrindo todo o território nacional.

%d blogueiros gostam disto: