Confira os gabaritos extraoficiais das três etapas do PAS de 2017

A maratona de provas do Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB) acabou e chegou a hora de os estudantes checarem o desempenho. Segundo avaliação do professor do colégio Galois Euclides Chacon, em relação aos anos anteriores, o nível de dificuldade aumentou. “A prova exigiu mais dos alunos, mas tudo dentro do conteúdo programático e com um nível de interdisciplinaridade excelente, juntando questões de química com biologia, física e matemática. Isso é importante, porque o candidato tem que saber lidar com esse tipo de exercício”, analisou. Enquanto os candidatos esperam as respostas oficiais preliminares, que serão publicadas pelo Cebraspe na quarta-feira (6/12), o blog Edson Machado divulga os gabaritos extraoficiais das três etapas do PAS de 2017 feitas pelos professores do colégio Galois. Clique aqui para acessar a página.

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Os desafios do novo Ensino Médio e Educação Integral no Brasil

Profissionais da área de educação participaram esta semana, em Brasília, do Seminário Perspectivas e Proposições para a Educação Integral:  Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.  Realizado pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio da Subsecretaria de Educação Básica (COEIF/COEJA), o encontro debateu sobre a reforma do Ensino Médio, as concepções da educação integral e a socialização de experiências pedagógicas bem sucedidas em âmbito nacional.

Durante o evento, o blog Edson Machado conversou com Wisley Pereira, Coordenador Geral de Ensino Médio da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC).

Quais os principais desafios para a reforma do Ensino Médio?

O novo Ensino Médio aborda o fomento ao tempo integral, o incentivo às formações técnicas e a flexibilização do currículo, que deixa de ter 13 disciplinas obrigatórias e passa a ter apenas três. Isso permitirá aos estudantes optarem pelas áreas do conhecimento e itinerários formativos que estejam de acordo com suas vocações. É um trabalho de ampliação gradual da jornada escolar conforme o Plano Nacional de Educação (PNE). Desta forma, fazer a lei foi muito importante, mas a parte mais difícil será a implementação do currículo de acordo com a necessidade de cada secretaria estadual. A carga horária passará de 2.400 horas mínimas para 3.000 horas, sendo o limite máximo de 1.800 horas para a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) e as demais, mínimo de 1.200 horas, serão voltadas para o currículo flexível, customizado e pensado por cada unidade escolar, conforme sua capacidade de instalações e realidade dos estudantes.

O novo ensino médio já começa em 2018?

Muitas secretarias devem começar projetos pilotos para o próximo ano. O próprio GDF já está se organizando, aguardando a BNCC para pensar em um ensino que tenha significado e que possa aproveitar melhor as capacidades de instalações do DF. No Guará, por exemplo, está sendo construída uma escola de formação técnica e profissional de formação. Portanto, é um momento de organização e mudança. Esperamos que até 2019, todas as escolas da rede pública estarão aptas a colocar em prática o novo Ensino Médio.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece que, até 2024, 25% das matrículas sejam de educação integral. Como as escolas brasileiras estão se preparando para isso?

O MEC tem três políticas de ensino em tempo integral. Uma na educação de Ensino Fundamental, com o programa Mais Educação, que já atendeu mais de 4.800 municípios e teve investimento que ultrapassou R$ 900 milhões; outro programa é o Ensino Médio Inovador, que também amplia a permanência do estudante na escola, e o terceiro são as escolas de ensino médio em tempo integral, do programa Fomento, com uma transferência de recurso de 2 mil reais por aluno matriculado no ensino médio. Só neste último, o MEC investirá mais de 1 bilhão de reais nos próximos anos. Lógico, estamos fazendo um esforço muito grande para atingirmos as metas do PNE, mas sabemos que são metas audaciosas que, com a participação dos municípios e estados, se não atingirmos, chegaremos muito perto.

Além da verba, quais os desafios para a implantação do ensino integral no Brasil?

O grande desafio é colocarmos todos na mesa para discutirmos que currículo precisamos fazer. E como essa responsabilidade é do sistema de ensino, ele precisa envolver os estudantes e os professores para desenhar um currículo que atenda a especificidade de cada escola. Não é simples, nem fácil, mas é possível construir um ensino médio muito melhor ao que estamos praticando, garantindo qualidade.

E como vocês pretendem trabalhar a questão do mercado de trabalho no ensino integral?

Um grande avanço da reforma é o aluno poder fazer o ensino técnico e profissional dentro da carga horária do ensino médio. Ou ainda fazer um curso de qualificação. Mas tudo isso será dentro de um processo. O passo agora é fazer orientações e oferecer apoio pedagógico às secretarias para que elas entendam, de fato, como é possível construir currículos inovadores. Vamos fazer uma grande revolução no ensino médio brasileiro.

Na discussão do novo ensino médio, pouco se fala sobre o ensino fundamental 2, que é justamente onde ocorre a transição do aluno para esta nova fase. Quais os principais pontos que devem ser analisados neste período letivo?

Temos uma dificuldade em todo o percurso de formação dos estudantes e um dos grandes avanços que o MEC está fazendo para melhorar isso é a BNCC, que garante a orientação dos currículos desde a educação infantil até o ensino médio. Um percurso formativo para garantir as habilidades e competências que os estudantes têm por direito. Temos políticas públicas de alfabetização, ensino médio, mas os anos finais também são partes relevantes do processo. É ali que existe a maior evasão do nosso sistema educacional brasileiro. Estamos preocupados e criando programas que atendam e apoiam os Estados na busca de um sistema de cooperação para minimizar esses problemas, envolvendo, por exemplo, o terceiro setor, o sistema S e empresários. Precisamos entender que a educação não é responsabilidade só do governo, é um tripé. Uma responsabilidade da família, do governo e da sociedade civil.

Ideal Politik 2ª edição

Especialistas analisam o cenário político brasileiro para 2018

Lula, Dória, Bolsonaro, Marina, Huck… Como se desenhará o cenário político do Brasil para 2018? Atualmente, as pesquisas políticas mostram que o discurso adotado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda é o preferido pela população. Entretanto, o viés conservador da extrema direita vem ganhando adeptos em todo mundo, e esta preferência também parece estar se repetindo aqui no país. Não são poucos os que defendem abertamente as posições conservadoristas de Jair Bolsonaro. Existe ainda a terceira via “alternativa”, onde Marina Silva se destaca ao embasar suas propostas em críticas ao núcleo progressista no poder. Correndo por fora, João Doria parece querer alçar voo. Até o apresentador Luciano Huck, que já está sendo visto como um outsider, ventila sua entrada na disputa presidencial.

Para analisar todas essas vertentes, o Centro Universitário IESB realiza nesta quinta-feira, 9/11, a 2ª edição do Ideal Politik, no Auditório Benedito Coutinho, na 609 norte. A partir das 19h30, Marcos Mortari, da InfoMoney; Tales Faria, do Poder360; Tereza Cruvinel, da Brasil247; Rudolfo Lago, de Os Divergentes; Marcio Gimene, da Revista Brasileira de Planejamento e Orçamento; e o professor Luciano Zanzoni, do curso de Gestão Pública do IESB reúnem-se para debater os possíveis rumos do Brasil para o futuro.  O evento é gratuito e aberto à comunidade.

Ideal Politik 2ª edição

Local: IESB Norte (609 Norte) Auditório Benedito Coutinho

Data: 9/11

Horário: 19h30

O evento gratuito e aberto à comunidade

 

Enem 2017 será aplicado para mais de 125 mil pessoas no DF

Do total de participantes do DF, 59% são mulheres e 41% são homens

Nos dias 5 e 12 de novembro, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 será aplicado no Distrito Federal para 125.247 participantes, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O número representa 1,8% do total de 6.731.203 inscritos. No Enem 2016, o Distrito Federal teve 167.826 participantes, 25,3% a mais que nesta edição. A queda no número de inscrições é consequência do Enem ter deixado de certificar o Ensino Médio, tarefa que voltou ao Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

No Distrito Federal, 38,2% dos participantes são pagantes; 42,6% foram isentos do pagamento da taxa de inscrição em função da Lei ou do Decreto; e 19,2% obtiveram a gratuidade automática por estarem concluindo o Ensino Médio na rede publica em 2017. Em relação à situação de ensino; 65,6% já concluiu o Ensino Médio; 26% é concluinte este ano; e 6,8% concluirá após 2017 (treineiros). Do total de participantes do Distrito Federal, 59% são mulheres e 41% são homens.

Foram aprovados 1.115 atendimentos especializados no Distrito Federal. A maioria dos casos é de déficit de atenção, deficiência física e baixa visão. Serão usados 2.147 recursos de acessibilidade, sendo 46 vídeo provas traduzidas em Libras, novidade desta edição. Também serão 534 atendimentos específicos, 50% para lactantes. O Distrito Federal teve sete solicitações aprovadas para atendimento pelo nome social.

Inep promove seminário sobre Avaliação da Educação Superior

Começou hoje (30/10) e segue até amanhã, terça-feira (31/10), o Seminário Internacional Avaliação da Educação Superior: características e perspectivas. O evento científico, realizado em Brasília, no Royal Tulip Brasília Alvorada, para mais de 500 convidados, faz parte das comemorações aos 80 anos de fundação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Com o tema “Contribuição dos Sistemas de Avaliação para a garantia e melhoria da Qualidade da Educação Superior”, o professor Michael James, do Boston College, foi responsável pela primeira conferência do Seminário. Com mestrado e doutorado em Filosofia da Educação e em Administração do Ensino Superior, pela Universidade de Indiana; e graduação em Teologia e Psicologia pela Universidade de Notre Dame, James acumula 30 anos de experiência em ensino, pesquisa, administração e consultoria internacional em educação e desenvolvimento. No Boston College, é orientador na área de Educação Superior Católica no Roche Center for Catholic Education.

Professores dão dicas para prova de matemática do Enem

A forma descontraída de ensinar matemática e física fez com que eles, juntos, conquistassem mais de 1,3 milhão de seguidores no YouTube. Sucesso na internet, os professores e youtubers Rafael Procópio, do canal Matemática Rio; Ivys Urquiza, do canal Física Total; e Abraão Lincoln, do canal Matemática Show, comandaram hoje (27) um aulão com dicas especiais para que os alunos tenham mais agilidade nas provas de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

As aulas ocorreram no estande do Ministério da Educação, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília.

A dica do professor Lincoln é que os estudantes se preparem resolvendo simulados e participando de aulões presenciais e na internet para se adaptarem à estrutura da prova. “O Enem traz uma prova mais contextualizada, não pede para calcular a equação, mostra um texto e dentro dele joga a matemática, e aí, sim, pede os cálculos”, disse.

Segundo Lincoln, os estudantes têm cerca de três minutos para resolver cada questão do Enem. “Com esses aulões, eles vão adquirir dicas e estratégias para as provas. Não é só ser bom em cálculo, tem que ser objetivo. A ideia é ler a questão focando 100% da atenção, para ler só uma vez, para não perder tempo”.

Para Procópio, na reta final é importante focar nas matérias que os alunos têm mais dificuldade, mas só na parte mais básica. “Por exemplo, se eu não sei muita matemática, focaria em cálculo mental, para fazer cálculos mais rápidos, ou frações, porcentagens, proporcionalidade, que são assuntos que caem muito, são simples de serem assimilados e vão ajudar bastante na hora da prova. Então, a dica é fazer um estudo mais básico da matéria que tem mais dificuldade”, disse.

Os três professores fazem parte da plataforma YouTube Edu, parceria da Fundação Lemann e do Google, que reúne conteúdos educacionais do YouTube de forma gratuita para os usuários. Segundo Lincoln, até agosto a plataforma tinha 240 canais, somando cerca de 3 bilhões de seguidores.

Amanhã (28), o YouTube Edu vai dar um aulão virtual a partir das 13h30. A expectativa é reunir 100 mil alunos ao vivo na plataforma.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que começou na segunda-feira (23) e vai até domingo (29), tem o objetivo aproximar a ciência e a tecnologia da população, promovendo oficinas, palestras, exposição, jogos que congregam centenas de instituições, a fim de realizar atividades de divulgação científica em todo o país. Coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), esta edição do SNCT tem como tema A matemática está em tudo.

Agência Brasil

Por que é preciso repensar as técnicas de ensino da matemática?

Começou nesta segunda-feira (23) a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Até domingo (29), governos, escolas, universidades, centros de pesquisa, empresas e organizações da sociedade civil vão promover eventos em todo o país com a finalidade de chamar a atenção dos brasileiros para a importância da produção científica em várias áreas, da educação à economia. Este ano, o tema da SNCT é “A matemática está em tudo”. Na avaliação educacional internacional Pisa, o desempenho de estudantes na disciplina foi o pior entre as habilidades analisadas (também são medidos o conhecimento em ciências e a capacidade de leitura). Na última edição, em 2015, a nota do país em matemática foi 377, menor do que na edição anterior, em 2012, quando chegou a 389. No ranking mundial dessa disciplina a partir da Pisa 2015, o Brasil ficou em 66º lugar. Desta forma, um dos intuitos da SNCT é mostrar como a matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Mas como transformar o ensino desta disciplina interessante?

É bastante comum vermos pessoas afirmando que não gostam de matemática. Provavelmente, você conhece várias – e pode até mesmo ser uma delas. Claro, não há problema algum em não ter afinidade com a matemática (ou com qualquer outra área do conhecimento). A questão é que, muitas vezes, esse desinteresse é causado pela forma como o conteúdo nos é ensinado e isso faz com que muitos estudantes se distanciem dessa ciência sem sequer terem a chance de conhecê-la com mais profundidade. Professor da University of Frankfurt, David Kollosche pesquisou, na Alemanha, as razões desse distanciamento, quais seus riscos e como esses estudantes se sentem com relação à matemática. Ele apresentou seu estudo, intitulado Auto-exclusion in mathematics education (auto-exclusão na educação matemática), no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, no fim de setembro. Apesar de ter sido aplicado na Alemanha, o professor afirma que os resultados obtidos na pesquisa podem ser semelhantes em outros lugares do mundo. Segundo ele, o medo que muitos estudantes estabelecem com a matemática pode até resultar em uma relação de dominação. “Um grande grupo de pessoas aprende que a matemática não é para elas. Silenciar pessoas dessa forma pode servir como função sociopolítica e econômica”, afirma.

David esteve no ICMC em setembro e apresentou os resultados de sua pesquisa sobre auto-exclusão na matemática – Foto: Alexandre Wolf – Fonte: Jornal da USP

Em sua pesquisa, realizada com 199 estudantes do ensino fundamental, ele constatou que mais de um terço dos estudantes têm uma relação negativa com a matemática. Essa negatividade pode levar à chamada auto-exclusão, que inclui três categorias de distanciamento do aluno da educação matemática: a exclusão física, quando o aluno deixa de ir às aulas; a passividade intelectual, quando ele apenas “passa” pelas aulas; e a de incapacidade, que é quando o estudante assume que não tem habilidade matemática.

Com o questionário aplicado aos estudantes durante a pesquisa, David identificou as razões pelas quais os alunos não gostam da área e, consequentemente, os motivos pelos quais se auto-excluem da matemática. “Uma prática de ensino humilhante ou sua falta de individualização pode levar à auto-exclusão, que acaba sendo intensificada pela forma de ensino”, explica David. Então, se o problema está na escola, como pensar em formas de melhorar o ensino e deixar a matemática mais interessante para os estudantes? O que está sendo estudado nessa área para que os alunos não se auto-excluam antes de terem a chance de conhecê-la?

Explorar sem sair da escola

Quando uma professora do ensino fundamental sentiu que seus alunos estavam pouco participativos nas aulas, percebeu que era hora de agir e mudar. Estamos falando de Lucimar Mascarin, que é professora de matemática em uma escola estadual de Divinolândia, no interior de São Paulo, e formou-se no Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT), no ICMC, em setembro deste ano.

Em sua tese, ela realizou uma pesquisa-ação com alunos do 9º ano de sua escola, em que desenvolveu técnicas lúdicas e exploratórias para melhorar o ensino matemática. Mais do que mostrar que é preciso mudar algumas técnicas de ensino, sua tese demonstra que não precisam ser realizadas atividades complexas para aumentar o engajamento dos alunos. A escolha da classe foi feita com base em dois motivos: a dificuldade em aprender matemática e o desejo de ter aulas diferentes. “No geral, eram alunos que, em questão de aprendizagem, apresentavam grande potencial de evolução. A sala iniciou o ano letivo com pouca participação, mas após alguns meses já conseguiam se organizar melhor e participar da rotina”, afirma Lucimar.

Alunos de Lucimar jogam o trigominó – Foto: Jornal USP

O enfoque de sua pesquisa foi a trigonometria e, para isso, ela desenvolveu diversas iniciativas. Entre elas, estava a criação de triângulos em papel para compreender os conceitos de relação entre triângulos e a realização de atividades experimentais fora da sala de aula. Ela levou os alunos para diversos lugares da escola com o objetivo de medirem a altura das construções e postes, utilizando um monolito confeccionado pelos próprios estudantes. Com as informações adquiridas, eles voltaram à sala de aula para realizarem os cálculos e, assim, comprovarem teorias.

Lucimar também convidou o pai de um dos alunos, que é marceneiro, para explicar como utiliza conceitos matemáticos em sua profissão. “Com essas atividades, os alunos puderam relacionar a trigonometria com problemas da vida prática, gerando significados culturais para os conhecimentos escolares. Além disso, com as entrevistas, puderam confirmar o uso da matemática na prática profissional”, explica.

Fora da sala de aula, a professora também fez com que os alunos medissem superfícies circulares, para que calculassem circunferência e diâmetro e, assim, compreendessem a teoria na prática. Já dentro da sala de aula, Lucimar levou o jogo “trigominó”, uma espécie de dominó onde as peças possuem funções trigonométrica. Entretanto, apesar dos resultados positivos, Lucimar alerta para a forma com os métodos devem ser empregados: “esse tipo de abordagem toma um tempo considerável para trabalhar os conteúdos matemáticos. Por isso, devem ser mesclados a outras metodologias, pois cada uma tem seu benefício. Cabe ao bom professor diagnosticar, avaliar e tomar essas decisões”. Essas experiências também introduz o aluno na Estatística, como construção de leitura de tabela, moda e media com finalidades práticas.

Com informações do Jornal da USP.

Manual traz orientações para escrever a redação do Enem

Cartilha do Participante – Redação no Enem 2017 já está disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). As regras para a redação não foram alteradas em relação ao ano passado, mas o manual deste ano foi aprimorado para tornar a metodologia de avaliação da redação mais transparente, segundo o Inep. Também está mais evidente o que se espera do participante em cada uma das competências avaliadas. O manual divulgado nesta segunda-feira (16) detalha todas as competências avaliadas e explica quais critérios serão utilizados nas correções dos textos. O guia também traz oito redações que obtiveram pontuação máxima no Enem 2016, com comentários.

Neste ano, a prova do Enem será realizada em dois domingos. A redação será no primeiro, no dia 5 de novembro, junto com as provas de linguagens, códigos e ciências humanas. No dia 12 de novembro será a vez das provas de ciências da natureza e matemática. O exame será aplicado em 1.724 municípios, para 6.731.203 inscritos. Com informações da Agência Brasil.

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