Abril é o mês da leitura

Você sabia que abril é um mês que homenageia a leitura? São várias comemorações: Dia Internacional do Livro (2/4), Dia da Biblioteca no Brasil (9/4),  Dia Nacional do Livro Infantil (18/4) e Dia Mundial do Livro (23/4), data escolhida pela Unesco). Mas não pense que essas datas foram escolhidas aleatoriamente. Em 2/4, celebra-se o aniversário do contista e poeta dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875), conhecido por histórias infantis como Soldadinho de Chumbo, O Patinho Feio e A Pequena Sereia. Em 18/4/1882 nascia Monteiro Lobato, autor do Sitio do Pica-pau Amarelo. Já 23 de abril é também a data da morte de grandes escritores da história como William Shakespeare e Miguel de Cervantes.

A leitura é uma das maiores aliadas para o aprendizado de uma criança, pois possibilita a consolidação da fluên­cia na língua e ajuda na interpretação de texto, além de ser extremamente importante para que um jovem/adulto possa ter participação ativa na comunidade, na economia e na vida pessoal. Números da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) em outubro de 2017, mostram que houve pouco avanço em leitura, escrita e Matemática entre 2014 e 2016. Para se ter uma ideia, dos mais de 2 milhões de alunos entre 7 e 10 anos que fizeram o exame em 2016, apenas 45,27% obtiveram um nível de proficiência considerado satisfatório. Em 2014, eram 43,83%.

Segundo a última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em 2016, o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de exemplares lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. Adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem por gosto (42%), seguidos por crianças de 5 a 10 anos (40%). O estudo também revela que para 67% da população não contou com alguém que o incentivasse o hábito de ler, enquanto 33% tiveram influência da mãe ou de algum representante do sexo feminino (11%), seguida pelo professor (7%). Para Rosa Cavalcante, coordenadora pedagógica da Educação Infantil do Le Petit Galois, ler é uma prioridade. “É imprescindível despertar na criança esse gosto pela literatura. Temos um repertório incrível de autores e isso nos permite trabalhar de várias formas o encantamento das histórias e as possibilidades que proporcionam. Quando estimulamos logo no início, o gostar de ler passa a fazer parte da vida até a fase adulta”, afirmou a coordenadora.

Como a escola é fundamental no processo de fomentar o amor pela literatura, o Galois tem projetos para todos as idades: do infantil ao ensino médio. No Ensino Infantil, por exemplo, além da ciranda literária – projeto em que se disponibilizam livros para serem lidos em sala de aula ou em casa -,  os pequeninos têm um espaço especial para estimular o gosto pela leitura, onde, duas vezes por semana, as crianças escutam uma historinha e, depois, recebem fantasias para que interpretem, a sua maneira, a história lida pelo professor. Além disso, às sextas-feiras, elas são acolhidas com uma “contação” teatralizada. Já os alunos do fundamental participam do Projeto Literário, que promove debates e dias de autógrafo com autores e ainda, uma vez por semana, vão a biblioteca para escolher um título para ler em casa.

Para os meninos do Ensino Médio, além do Galoisrtes (uma gincana de provas, de ampla variedade de competências e habilidades, entre elas algumas que trabalham obras literárias obrigatórias para o PAS), existe também o Clube da Leitura, um espaço aberto e voluntário para a discussão e aprendizagem de textos diversos. Os títulos são selecionados pela professora de Literatura, Camilla Osiro, que lista publicações por sua importância e complexidade. “Ler é o primeiro passo para se aprender e entender o mundo a sua volta. Os livros trazem e compartilham vivências do mundo e da vida. É uma oportunidade para que todos possam expressar suas opiniões e discutir a obra em vários sentidos, não apenas naquele que é mais cobrado em uma prova”, avalia Camilla.

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Serviços Psicológicos gratuitos no IESB

A Clínica de Psicologia do Centro Universitário IESB, Campus Sul, já está recebendo inscrições de novos pacientes para atendimento psicológico especializado, oferecidos gratuitamente à comunidade. O acolhimento é feito por alunos do 9º e 10º semestres da graduação de Psicologia, sob supervisão de professores experientes e especializados. O espaço é formado por 13 consultórios equipados com modernos equipamentos de áudio e vídeo, incluindo espaços para crianças, grupos e psicodrama. “A clínica permite o desenvolvimento de atividades e procedimentos que possibilitam o ensino e a pesquisa, contribuindo para a formação do aluno de Psicologia, ao mesmo tempo em que a comunidade é beneficiada”, afirma a professora Everley Rosane Goetz, coordenadora do curso de Psicologia do IESB Campus Sul, responsável pelo Serviço de Psicologia João Claudio Todorov.

Vários serviços são oferecidos gratuitamente pela clínica, como o “Papo Experiente”, projeto voltado para idosos, que visa promover a escuta, a convivência e a troca de experiências entre grupos no contexto de reflexões sobre as competências, habilidades e interesses pessoais, afetivos, familiares, sociais e econômicos que fazem parte dessa fase. “O objetivo central é a promoção de saúde física, mental e emocional. O projeto oferece tanto o atendimento na modalidade individual, quanto em grupo, no qual há convivência, momentos de conversa, trocas de experiências e atividades interessantes entre essas pessoas”, explica a professora Everley.

A clínica também acolhe adultos que sofrem com transtornos alimentares, problemas relacionados à diabetes, obesidade, alergias e intolerâncias, que recebem suporte multidisciplinar, resultado da cooperação entre o curso de Psicologia e os estudantes e professores do curso de Nutrição, proporcionando um acompanhamento mais completo e eficaz para o paciente.

Já o Plantão Psicológico é direcionado a pessoas acima de 15 anos, em situações de crise, que necessitam de escuta emergencial e de suporte psicológico. Além de apoio à resolução de conflitos e problemas, a equipe também oferece acolhimento e está apta a fazer encaminhamentos para outros serviços, dependendo da necessidade. “O plantão foi pensado para auxiliar quem está passando por uma crise de ansiedade e pânico, ou que se encontra com dificuldades para tomada de decisões nas quais há impacto de eventos inesperados na vida pessoal e familiar, como perda de emprego, luto e rompimento da relação amorosa; ou mesmo para quem enfrenta dificuldades de interação social, entre outras possibilidades”, destaca Everley Goetz.

Os encontros em grupo e/ou os atendimentos individuais serão realizados na Clínica de Psicologia do IESB/Campus Sul (SGAS 613/14 – Asa Sul). Para participar, basta se inscrever pelo telefone (61) 3445-4502, pelo link http://www.iesb.br/servicodepsicologia ou ir pessoalmente ao local.

Para o Plantão psicológico, não é necessário agendamento prévio.  Basta comparecer ao Serviço de Psicologia do Campus Sul nos seguintes horários: segunda-feira (8h às 11h; 13h às 16h; 18 às 21h); terça-feira (13h às 16h e 18h às 21h); quarta-feira (8h às 10h; 13h às 16h; 18 às 21h); quinta-feira (8h às 10h e 19h às 21h) e sexta-feira (8h às 10h e 18h às 21h).

Sigma oferece simulado para um dos principais exames educacionais dos EUA

Ingressar em universidades americanas é considerado um sonho para muitos estudantes brasileiros do Ensino Médio e pode se tornar mais simples por meio do Scholastic Aptitude Test (SAT), uma prova semelhante ao Exame nacional do Ensino Médio (Enem), utilizada pelas principais instituições de ensino americanas em seus processos de admissão para graduação.

Com intuito de auxiliar nessa tomada de decisão o Centro Educacional Sigma, em parceria com a empresa Daqui Pra Fora, irá realizar, no dia 7 de abril, um simulado do SAT, na unidade 912 sul, às 8h. A avaliação é gratuita e aberta para alunos do Ensino Médio de todas as escolas de Brasília. As inscrições podem ser feitas pelo site www.daquiprafora.com.br/satsigma até o dia 6 de abril. Realizado em inglês, o simulado terá duração de 1 hora e 45 minutos e será dividido em três áreas: Interpretação de texto (35 minutos), Gramática (20 minutos) e Matemática (45 minutos). O exame deve avaliar os conhecimentos e habilidades de raciocínio crítico do aluno.

Junto com o histórico escolar e currículo acadêmico, o SAT é um dos critérios utilizados pelos avaliadores das universidades americanas e canadenses, que aceitam a prova como forma de ingresso. O exame é aplicado sete vezes ao ano (Janeiro, Março, Maio, Junho, Outubro, Novembro e Dezembro). No Brasil, a avaliação é realizada pela Embaixada Americana ou pelas Escolas Americanas do país.

O processo para ingressar nas universidades americanas começa cedo. Além das notas obtidas nas provas do SAT e nos testes de proficiência em inglês, como TOEIC e TOEFL, os avaliadores das universidades americanas também analisam todo o histórico escolar e currículo acadêmico dos alunos, onde constam todas as atividades extracurriculares e trabalhos voluntários que realizaram. As instituições requerem que os estudantes também enviem cartas de recomendação – com tradução oficial realizada pelo consulado – e redações sobre temas específicos.

Conferência “Ecos do Atlântico Sul: sobre o futuro das relações transatlânticas do Sul” em Salvador

Para tratar do futuro das relações transatlânticas do Sul, sobretudo em relação ao papel da Europa no passado, presente e futuro, o Goethe-Institut organiza a conferência “Ecos do Atlântico Sul – Sobre o futuro das relações transatlânticas do Sul”, que acontece de 23 a 25 de abril de 2018, em Salvador, Bahia, cidade de grande relevância histórica nesse contexto. O evento contará com performances, uma exposição com a presença de artistas nacionais e internacionais e uma série de palestras.

Qual a importância do Triângulo Transatlântico no século 21? Que tipo de posição a Europa vai assumir frente à África e à América do Sul depois de ter feito o papel de hegemonia colonial – em diferentes nuances – durante os últimos 500 anos? Essas e outras questões serão tratadas na conferência, buscando uma abordagem interdisciplinar, multiespacial e multitemporal e reunindo mais de 60 artistas, curadores, cientistas e pensadores da América, da Europa e da África. A conferência será aberta com a antropóloga brasileira e professora visitante da Universidade de Princeton Lilia Schwarcz. “Ecos do Atlântico Sul” vai contar ainda com uma exposição reunindo nomes importantes como o artista sonoro nigeriano Emeka Ogboh (que já participou da documenta14 e Bienal de Veneza), a arquiteta angolana Filomena do Espírito Santo e os brasileiros Ayrson Heráclito e Camila Sposati.

A conferência é organizada pelo Goethe-Institut e pela Universidade Federal da Bahia e conta com a parceria do Itaú Cultural, do Instituto Merian América Latina e do Ministério da Educação do Uruguai e o apoio institucional da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A programação é gratuita e parcialmente aberta ao público. Confira: www.goethe.de/brasil/ecos

 

Como educar e proteger os filhos no mundo virtual?

As novas tecnologias trouxeram grandes benefícios para todos, porém, possibilitaram o surgimento de novos tipos de agressões, como o cyberbullying. Segundo a pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), de outubro de 2017, cerca de 5,6 milhões crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, já foram tratados de forma ofensiva na internet. Diante dessa realidade a pedagoga e mestre em Educação na área de Psicologia Educacional, Thais Bozza, irá participar do programa Sigma+Diálogos, no Centro Educacional Sigma, unidade 606 norte, no dia 12 de abril, às 08h, com a palestra “Como educar e proteger nossos filhos no mundo virtual?”. No evento, a palestrante apresentará uma reflexão sobre o uso consciente da internet e abordará temas como o controle das redes sociais e como agir quando os filhos estão envolvidos em algum conflito on-line.

Jornalista Elvira Lobato lança o livro Antenas da Floresta: a saga das TVs da Amazônia

Nesta quinta-feira, 5/4, à 19h30, no campus Sul do Centro Universitário IESB, será realizada noite de autógrafos do livro Antenas da Floresta: a saga das TVs da Amazônia, da jornalista Elvira Lobato. A obra é uma grande reportagem sobre expedições que a autora realizou, entre 2015 e 2016, a dezenas de pequenas cidades do Maranhão, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Acre e Amazonas – localidades que fazem parte da chamada Amazônia Legal. “Os protagonistas desta história são os repórteres, apresentadores e cinegrafistas que, diariamente, abastecem seu público com notícias de um Brasil que não aparece nas telas das grandes redes”, ressalta Elvira.

E por que a autora escolheu esses locais especificamente? Porque os municípios que compõem a Amazônia Legal são regidos por uma legislação especial, desde 1978, que permite às retransmissoras situadas em “regiões de fronteira de desenvolvimento” a criarem conteúdo próprio e transmiti-lo ao público local. Uma lei que ganhou ainda mais importância, quando o então ministro das Comunicações do governo Sarney, Antônio Carlos Magalhães assinou uma portaria permitindo até três horas e meia por dia de programação própria. Ou seja, enquanto para o resto do país, as retransmissoras apenas captam a programação das geradoras e a retransmitem, sem nenhuma interferência no conteúdo; ter uma retransmissora na área da Amazônia Legal equivale a ter uma emissora de televisão: com logomarca, estúdio, apresentadores, repórteres e dinheiro entrando no caixa com a venda de anúncios. Esse é o caso de 1.737 canais espalhados por 742 municípios.

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Elvira Lobato fez parte do núcleo de repórteres especiais da Folha de São Paulo de 1992 até 2011. Durante quase 40 anos de carreira, conquistou alguns dos principais prêmios de jornalismo no Brasil, entre eles o Prêmio Esso, que lhe foi concedido por uma reportagem de 2007 sobre o crescimento do patrimônio da Igreja Universal. Na ocasião, a autora também participará de um bate-papo com os alunos do curso de Jornalismo sobre técnicas de apuração de reportagens investigativas. O evento será no Auditório D e é gratuito e aberto ao público.

Setor de jogos digitais registra mercado de trabalho em expansão

Saiba como se preparar na área

Enquanto a economia brasileira se reinventa para atravessar uma das principais crises da história, o mercado de jogos digitais está em expansão e oferece salários atrativos. Levantamento feito pela NewZoo, uma das principais condutoras de pesquisas sobre a indústria dos games no mundo, em oito anos, o número de empresas desenvolvedoras de games no Brasil aumentou em quase 600%. Impulsionado pela popularização dos smartphones e dos tablets, em 2016, o setor faturou US$ 1,6 bilhão no país, um aumento de 25% em relação a 2014, quando o mercado brasileiro de jogos digitais movimentou US$ 1,28 bilhão. Os números confirmam os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam crescimento real dos serviços de informática. O país é hoje o 4º maior consumidor do mundo.

Entre as consequências do cenário, há também a busca pela profissionalização para atender a demanda de mão-de-obra qualificada. “O amadurecimento das indústrias de jogos, o crescimento do mercado e do faturamento das empresas estão levando as pessoas a enxergarem os jogos digitais como um setor de trabalho promissor e não mais como um entretenimento. Com isso, a procura por cursos de qualidade aumentou, já que as pessoas estão percebendo que, para participar deste sucesso, é preciso estar bem preparado”, explica Alexandre Chacon, professor do curso de Jogos Digitais no Centro Universitário IESB.

E as opções para quem almeja trabalhar na área são amplas. O campo é multidisciplinar e envolve diferentes atuações, como desenvolvimento de projetos relacionados à área de hipermídia e interfaces digitais, animação, áudio, programação, design, entre outras atividades. Trabalhar com ferramentas e plataformas para criação de jogos, bem como em canais de comunicação via web, produtoras de websites, agências de publicidade e veículos de comunicação também estão entre as áreas onde se pode atuar. “No curso, estudamos desde a ideia conceitual de um jogo, passando pela criação de arte em 2D e 3D, até programação, animação, interação com o usuário, áudio, efeitos especiais, roteiro e etc. Desta forma, apesar de a criatividade ser o eixo condutor, pode-se dizer que o campo engloba diferentes aptidões. Quem gosta de música pode trabalhar mais com a sonorização, os que preferem desenhos, com criações de personagens e cenários, já os que gostam de matemática trabalham mais com a programação e assim por diante”, orienta o professor.

Arthur Corrêa, aluno do curso de Jogos Digitais do Centro Universitário IESB, está entre os que decidiram transformar o hobby em profissão. “Estou na faculdade e já trabalho em uma empresa de startup há um ano. Meu foco é programação e estou buscando me especializar ao máximo neste caminho”, disse o estudante, que já conquistou prêmio ao desenvolver um jogo de ação para celular. “Com certeza é um mercado em expansão, que envolve constantes pesquisas e atualizações. Estou confiante”, conclui o estudante.

Prêmio internacional recebe inscrições de projetos inovadores

Até o dia 30 de janeiro, projetos inovadores que se propõem a solucionar desafios globais na área de educação e transformar suas comunidades podem buscar o reconhecimento do WISE Awards 2018, promovido pela Fundação Qatar. A premiação reconhece todos os anos seis iniciativas criativas e eficientes, que recebem o valor de US$ 20 mil, e tem o objetivo de criar uma rede de agentes de transformação para inspirar inovações na educação mundial. Para concorrer, é preciso realizar a inscrição em inglês e relatar como funciona o projeto e o alcance das atividades desenvolvidas. Podem preencher o formulário representantes das iniciativas ou pessoas externas a elas que queiram indicar projetos para o prêmio. O WISE Awards se propõe a reconhecer soluções de qualquer lugar do mundo e de qualquer setor ou nível educacional.

Entre as características e requisitos que a Fundação Qatar está buscando nos projetos estão registros que comprovem o sucesso da iniciativa, sustentabilidade financeira, clareza nos objetivos e próximos passos, potencial de ser escalado e replicado em outros contextos e regiões do mundo, além do entendimento por parte dos integrantes das iniciativas sobre a natureza de sua inovação, seus diferenciais e o impacto que provoca para seus beneficiários. Após o encerramento das inscrições, um grupo de especialistas em educação vai avaliar todos os projetos e indicar 15 finalistas. Um outro júri, formado por lideranças da educação mundial, vai escolher os seis ganhadores, que serão conhecidos em setembro.

Desde 2009, quando o WISE Awards foi criado, já foram premiados 54 projetos com objetivos diferentes, como garantir qualidade na educação, oportunidades de aprendizado ao longo da vida ou acesso a educação em locais em crise. Dois representantes brasileiros foram reconhecidos desde a primeira edição: o projeto de educação a distância na Floresta Amazônica, uma iniciativa da Secretaria de Educação do Amazonas, em 2009, e a startup Geekie, com o projeto “Aprendizagem para todos”, que inclui três plataformas de ensino personalizado: o Geekie Lab, o Geekie Teste e o Geekie Games. Para se inscrever ou obter mais informações, clique aqui.

Fonte: Porvir.org

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