Sigma oferece simulado para um dos principais exames educacionais dos EUA

Ingressar em universidades americanas é considerado um sonho para muitos estudantes brasileiros do Ensino Médio e pode se tornar mais simples por meio do Scholastic Aptitude Test (SAT), uma prova semelhante ao Exame nacional do Ensino Médio (Enem), utilizada pelas principais instituições de ensino americanas em seus processos de admissão para graduação.

Com intuito de auxiliar nessa tomada de decisão o Centro Educacional Sigma, em parceria com a empresa Daqui Pra Fora, irá realizar, no dia 7 de abril, um simulado do SAT, na unidade 912 sul, às 8h. A avaliação é gratuita e aberta para alunos do Ensino Médio de todas as escolas de Brasília. As inscrições podem ser feitas pelo site www.daquiprafora.com.br/satsigma até o dia 6 de abril. Realizado em inglês, o simulado terá duração de 1 hora e 45 minutos e será dividido em três áreas: Interpretação de texto (35 minutos), Gramática (20 minutos) e Matemática (45 minutos). O exame deve avaliar os conhecimentos e habilidades de raciocínio crítico do aluno.

Junto com o histórico escolar e currículo acadêmico, o SAT é um dos critérios utilizados pelos avaliadores das universidades americanas e canadenses, que aceitam a prova como forma de ingresso. O exame é aplicado sete vezes ao ano (Janeiro, Março, Maio, Junho, Outubro, Novembro e Dezembro). No Brasil, a avaliação é realizada pela Embaixada Americana ou pelas Escolas Americanas do país.

O processo para ingressar nas universidades americanas começa cedo. Além das notas obtidas nas provas do SAT e nos testes de proficiência em inglês, como TOEIC e TOEFL, os avaliadores das universidades americanas também analisam todo o histórico escolar e currículo acadêmico dos alunos, onde constam todas as atividades extracurriculares e trabalhos voluntários que realizaram. As instituições requerem que os estudantes também enviem cartas de recomendação – com tradução oficial realizada pelo consulado – e redações sobre temas específicos.

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Conferência “Ecos do Atlântico Sul: sobre o futuro das relações transatlânticas do Sul” em Salvador

Para tratar do futuro das relações transatlânticas do Sul, sobretudo em relação ao papel da Europa no passado, presente e futuro, o Goethe-Institut organiza a conferência “Ecos do Atlântico Sul – Sobre o futuro das relações transatlânticas do Sul”, que acontece de 23 a 25 de abril de 2018, em Salvador, Bahia, cidade de grande relevância histórica nesse contexto. O evento contará com performances, uma exposição com a presença de artistas nacionais e internacionais e uma série de palestras.

Qual a importância do Triângulo Transatlântico no século 21? Que tipo de posição a Europa vai assumir frente à África e à América do Sul depois de ter feito o papel de hegemonia colonial – em diferentes nuances – durante os últimos 500 anos? Essas e outras questões serão tratadas na conferência, buscando uma abordagem interdisciplinar, multiespacial e multitemporal e reunindo mais de 60 artistas, curadores, cientistas e pensadores da América, da Europa e da África. A conferência será aberta com a antropóloga brasileira e professora visitante da Universidade de Princeton Lilia Schwarcz. “Ecos do Atlântico Sul” vai contar ainda com uma exposição reunindo nomes importantes como o artista sonoro nigeriano Emeka Ogboh (que já participou da documenta14 e Bienal de Veneza), a arquiteta angolana Filomena do Espírito Santo e os brasileiros Ayrson Heráclito e Camila Sposati.

A conferência é organizada pelo Goethe-Institut e pela Universidade Federal da Bahia e conta com a parceria do Itaú Cultural, do Instituto Merian América Latina e do Ministério da Educação do Uruguai e o apoio institucional da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A programação é gratuita e parcialmente aberta ao público. Confira: www.goethe.de/brasil/ecos

 

Como educar e proteger os filhos no mundo virtual?

As novas tecnologias trouxeram grandes benefícios para todos, porém, possibilitaram o surgimento de novos tipos de agressões, como o cyberbullying. Segundo a pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), de outubro de 2017, cerca de 5,6 milhões crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, já foram tratados de forma ofensiva na internet. Diante dessa realidade a pedagoga e mestre em Educação na área de Psicologia Educacional, Thais Bozza, irá participar do programa Sigma+Diálogos, no Centro Educacional Sigma, unidade 606 norte, no dia 12 de abril, às 08h, com a palestra “Como educar e proteger nossos filhos no mundo virtual?”. No evento, a palestrante apresentará uma reflexão sobre o uso consciente da internet e abordará temas como o controle das redes sociais e como agir quando os filhos estão envolvidos em algum conflito on-line.

Jornalista Elvira Lobato lança o livro Antenas da Floresta: a saga das TVs da Amazônia

Nesta quinta-feira, 5/4, à 19h30, no campus Sul do Centro Universitário IESB, será realizada noite de autógrafos do livro Antenas da Floresta: a saga das TVs da Amazônia, da jornalista Elvira Lobato. A obra é uma grande reportagem sobre expedições que a autora realizou, entre 2015 e 2016, a dezenas de pequenas cidades do Maranhão, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Acre e Amazonas – localidades que fazem parte da chamada Amazônia Legal. “Os protagonistas desta história são os repórteres, apresentadores e cinegrafistas que, diariamente, abastecem seu público com notícias de um Brasil que não aparece nas telas das grandes redes”, ressalta Elvira.

E por que a autora escolheu esses locais especificamente? Porque os municípios que compõem a Amazônia Legal são regidos por uma legislação especial, desde 1978, que permite às retransmissoras situadas em “regiões de fronteira de desenvolvimento” a criarem conteúdo próprio e transmiti-lo ao público local. Uma lei que ganhou ainda mais importância, quando o então ministro das Comunicações do governo Sarney, Antônio Carlos Magalhães assinou uma portaria permitindo até três horas e meia por dia de programação própria. Ou seja, enquanto para o resto do país, as retransmissoras apenas captam a programação das geradoras e a retransmitem, sem nenhuma interferência no conteúdo; ter uma retransmissora na área da Amazônia Legal equivale a ter uma emissora de televisão: com logomarca, estúdio, apresentadores, repórteres e dinheiro entrando no caixa com a venda de anúncios. Esse é o caso de 1.737 canais espalhados por 742 municípios.

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Elvira Lobato fez parte do núcleo de repórteres especiais da Folha de São Paulo de 1992 até 2011. Durante quase 40 anos de carreira, conquistou alguns dos principais prêmios de jornalismo no Brasil, entre eles o Prêmio Esso, que lhe foi concedido por uma reportagem de 2007 sobre o crescimento do patrimônio da Igreja Universal. Na ocasião, a autora também participará de um bate-papo com os alunos do curso de Jornalismo sobre técnicas de apuração de reportagens investigativas. O evento será no Auditório D e é gratuito e aberto ao público.

UnB celebra direitos humanos

UnB Mais Humana é a campanha que orienta políticas e ações da instituição em 2018. Pautada pelos princípios de mais respeito, mais solidariedade, mais equidade, mais compromisso e mais cidadania, a Universidade celebra os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Com este tema, busca-se também novos rumos para autonomia e defesa da universidade pública. O marco inicial das discussões será no dia 7 de março, com a palestra da atriz Elisa Lucinda no #InspiraUnB, evento de recepção aos calouros. Na sequência, 8 de março, haverá o lançamento do Conselho de Direitos Humanos da UnB (CDHUnB) e palestra da professora Lourdes Bandeira sobre violência contra a mulher.

Mais informações: www.noticias.unb.br / www.boasvindas.unb.br

Resultado do Enem 2017 será dia 19 de janeiro

Fique atento. O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2017 será divulgado no dia 19 de janeiro de 2018. Os participantes que fazem o Enem como forma de autoavaliação, comumente chamados de treineiros, recebem os resultados dois meses depois dos participantes regulares. No primeiro semestre de 2018 o Inep também divulga o espelho de correção das redações. Todos os resultados serão divulgados no Portal do Inep (enem.inep.gov.br) e no Aplicativo do Enem. A nota do ENEM pode ser utilizada no Sisu – Sistema de Seleção Unificada.

Por que é preciso repensar as técnicas de ensino da matemática?

Começou nesta segunda-feira (23) a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Até domingo (29), governos, escolas, universidades, centros de pesquisa, empresas e organizações da sociedade civil vão promover eventos em todo o país com a finalidade de chamar a atenção dos brasileiros para a importância da produção científica em várias áreas, da educação à economia. Este ano, o tema da SNCT é “A matemática está em tudo”. Na avaliação educacional internacional Pisa, o desempenho de estudantes na disciplina foi o pior entre as habilidades analisadas (também são medidos o conhecimento em ciências e a capacidade de leitura). Na última edição, em 2015, a nota do país em matemática foi 377, menor do que na edição anterior, em 2012, quando chegou a 389. No ranking mundial dessa disciplina a partir da Pisa 2015, o Brasil ficou em 66º lugar. Desta forma, um dos intuitos da SNCT é mostrar como a matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Mas como transformar o ensino desta disciplina interessante?

É bastante comum vermos pessoas afirmando que não gostam de matemática. Provavelmente, você conhece várias – e pode até mesmo ser uma delas. Claro, não há problema algum em não ter afinidade com a matemática (ou com qualquer outra área do conhecimento). A questão é que, muitas vezes, esse desinteresse é causado pela forma como o conteúdo nos é ensinado e isso faz com que muitos estudantes se distanciem dessa ciência sem sequer terem a chance de conhecê-la com mais profundidade. Professor da University of Frankfurt, David Kollosche pesquisou, na Alemanha, as razões desse distanciamento, quais seus riscos e como esses estudantes se sentem com relação à matemática. Ele apresentou seu estudo, intitulado Auto-exclusion in mathematics education (auto-exclusão na educação matemática), no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, no fim de setembro. Apesar de ter sido aplicado na Alemanha, o professor afirma que os resultados obtidos na pesquisa podem ser semelhantes em outros lugares do mundo. Segundo ele, o medo que muitos estudantes estabelecem com a matemática pode até resultar em uma relação de dominação. “Um grande grupo de pessoas aprende que a matemática não é para elas. Silenciar pessoas dessa forma pode servir como função sociopolítica e econômica”, afirma.

David esteve no ICMC em setembro e apresentou os resultados de sua pesquisa sobre auto-exclusão na matemática – Foto: Alexandre Wolf – Fonte: Jornal da USP

Em sua pesquisa, realizada com 199 estudantes do ensino fundamental, ele constatou que mais de um terço dos estudantes têm uma relação negativa com a matemática. Essa negatividade pode levar à chamada auto-exclusão, que inclui três categorias de distanciamento do aluno da educação matemática: a exclusão física, quando o aluno deixa de ir às aulas; a passividade intelectual, quando ele apenas “passa” pelas aulas; e a de incapacidade, que é quando o estudante assume que não tem habilidade matemática.

Com o questionário aplicado aos estudantes durante a pesquisa, David identificou as razões pelas quais os alunos não gostam da área e, consequentemente, os motivos pelos quais se auto-excluem da matemática. “Uma prática de ensino humilhante ou sua falta de individualização pode levar à auto-exclusão, que acaba sendo intensificada pela forma de ensino”, explica David. Então, se o problema está na escola, como pensar em formas de melhorar o ensino e deixar a matemática mais interessante para os estudantes? O que está sendo estudado nessa área para que os alunos não se auto-excluam antes de terem a chance de conhecê-la?

Explorar sem sair da escola

Quando uma professora do ensino fundamental sentiu que seus alunos estavam pouco participativos nas aulas, percebeu que era hora de agir e mudar. Estamos falando de Lucimar Mascarin, que é professora de matemática em uma escola estadual de Divinolândia, no interior de São Paulo, e formou-se no Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT), no ICMC, em setembro deste ano.

Em sua tese, ela realizou uma pesquisa-ação com alunos do 9º ano de sua escola, em que desenvolveu técnicas lúdicas e exploratórias para melhorar o ensino matemática. Mais do que mostrar que é preciso mudar algumas técnicas de ensino, sua tese demonstra que não precisam ser realizadas atividades complexas para aumentar o engajamento dos alunos. A escolha da classe foi feita com base em dois motivos: a dificuldade em aprender matemática e o desejo de ter aulas diferentes. “No geral, eram alunos que, em questão de aprendizagem, apresentavam grande potencial de evolução. A sala iniciou o ano letivo com pouca participação, mas após alguns meses já conseguiam se organizar melhor e participar da rotina”, afirma Lucimar.

Alunos de Lucimar jogam o trigominó – Foto: Jornal USP

O enfoque de sua pesquisa foi a trigonometria e, para isso, ela desenvolveu diversas iniciativas. Entre elas, estava a criação de triângulos em papel para compreender os conceitos de relação entre triângulos e a realização de atividades experimentais fora da sala de aula. Ela levou os alunos para diversos lugares da escola com o objetivo de medirem a altura das construções e postes, utilizando um monolito confeccionado pelos próprios estudantes. Com as informações adquiridas, eles voltaram à sala de aula para realizarem os cálculos e, assim, comprovarem teorias.

Lucimar também convidou o pai de um dos alunos, que é marceneiro, para explicar como utiliza conceitos matemáticos em sua profissão. “Com essas atividades, os alunos puderam relacionar a trigonometria com problemas da vida prática, gerando significados culturais para os conhecimentos escolares. Além disso, com as entrevistas, puderam confirmar o uso da matemática na prática profissional”, explica.

Fora da sala de aula, a professora também fez com que os alunos medissem superfícies circulares, para que calculassem circunferência e diâmetro e, assim, compreendessem a teoria na prática. Já dentro da sala de aula, Lucimar levou o jogo “trigominó”, uma espécie de dominó onde as peças possuem funções trigonométrica. Entretanto, apesar dos resultados positivos, Lucimar alerta para a forma com os métodos devem ser empregados: “esse tipo de abordagem toma um tempo considerável para trabalhar os conteúdos matemáticos. Por isso, devem ser mesclados a outras metodologias, pois cada uma tem seu benefício. Cabe ao bom professor diagnosticar, avaliar e tomar essas decisões”. Essas experiências também introduz o aluno na Estatística, como construção de leitura de tabela, moda e media com finalidades práticas.

Com informações do Jornal da USP.

Manual traz orientações para escrever a redação do Enem

Cartilha do Participante – Redação no Enem 2017 já está disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). As regras para a redação não foram alteradas em relação ao ano passado, mas o manual deste ano foi aprimorado para tornar a metodologia de avaliação da redação mais transparente, segundo o Inep. Também está mais evidente o que se espera do participante em cada uma das competências avaliadas. O manual divulgado nesta segunda-feira (16) detalha todas as competências avaliadas e explica quais critérios serão utilizados nas correções dos textos. O guia também traz oito redações que obtiveram pontuação máxima no Enem 2016, com comentários.

Neste ano, a prova do Enem será realizada em dois domingos. A redação será no primeiro, no dia 5 de novembro, junto com as provas de linguagens, códigos e ciências humanas. No dia 12 de novembro será a vez das provas de ciências da natureza e matemática. O exame será aplicado em 1.724 municípios, para 6.731.203 inscritos. Com informações da Agência Brasil.

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