Atividades extracurriculares são fundamentais para quem busca uma universidade do exterior

Currículo com cursos complementares ajudou aluno do Galois a conseguir uma vaga no programa Yale Young Global Scholars

simulois

Estudar no exterior é o sonho de muita gente. Mas para ingressar em uma universidade de renome, saber uma língua estrangeira, ter excelentes notas e uma boa carta de recomendação não é o bastante. É preciso impressionar ainda mais. É ai que entram as atividades extracurriculares, que além de valorizar o currículo, chamam atenção de recrutadores e ajudam muitos candidatos a saírem na frente na hora de uma seleção.

Importantes para o desenvolvimento do aluno, elas ajudam nas habilidades cognitivas, motoras e argumentativas e proporcionam mais autonomia ao estudante, que deixa de ser um simples receptor de conteúdos, tornando-se cada vez mais responsável pelo desenvolvimento da sua própria aprendizagem. E nesse quesito vale tudo: trabalho voluntário, criação de jornal, esporte, música… Não há restrições. O importante é mostrar que o candidato é proativo, saber lidar com os problemas mundiais e pensa em prol da coletividade.

Este é o caso do Pedro Afonso Berford Leão Amorim. Aluno do 1º ano do ensino médio do colégio Galois, em Brasília, ele acaba de ser selecionado pelo programa Yale Young Global Scholars, da universidade americana Yale, para participar de um curso intensivo de duas semanas no campus da instituição na China. “Estou muito animado. Sempre tive vontade de estudar no exterior e esta oportunidade vai me abrir muitas portas. Entre as atividades dos encontros, vamos discutir questões globais e soluções inovadoras, tendo como foco o mundo globalizado”, conta o estudante.

Para conquistar uma das 60 vagas disputadas entre alunos de mais de 60 países, Pedro afirma que as atividades extraclasses realizadas em seu colégio, foram fundamentais para este mérito, como participar de Olimpíadas de Matemática, Física, debates, Feira de Ciência, robótica e o Simulois, uma conferência realizada pelo Galois na qual os alunos representam países em diferentes comitês, abordando assuntos e problemas mundiais hipotéticos. “O estudante deve ter consciência que, no atual mundo globalizado, quanto mais conhecimento ele tiver, melhor. As principais instituições de ensino do mundo estão procurando pessoas proativas e com amplo leque de conhecimento. Além disso, é importante ter perfil empreendedor e desenvolver habilidades argumentativas para se destacar entre os demais”, afirma Yaron Segalovich, professor de Mind Lab e inglês no colégio Galois.

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