CNPq e Universidade de Oxford ampliam cooperação

O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, e o vice-reitor da Universidade de Oxford, Andrew Hamilton, assinaram esta semana uma Carta de Intenções com o objetivo de ampliar a cooperação entre o Brasil e o Reino Unido nas áreas de ciência e tecnologia. Considerada a melhor universidade do Reino Unido e a quarta melhor do mundo, Oxford é a primeira e mais tradicional instituição de ensino superior de língua inglesa, sendo reconhecida pela qualidade de seu ensino em diversas áreas do conhecimento. Foi uma das primeiras universidades a fundar um centro de estudos brasileiros, na década de 1990. “A assinatura do acordo beneficia diretamente as áreas médicas, engenharias e ciências da vida e pode inspirar o estudante de outras áreas a ver Oxford como uma possibilidade para seus estudos. Os estudantes brasileiros que forem para Oxford por meio do acordo vão contribuir para além de suas áreas de formação quando retornarem ao Brasil”, afirmou o vice-reitor, Andrew Hamilton.

 

Atualmente, a Universidade de Oxford já faz parte do Programa Ciência sem Fronteiras, tendo sido concedidas 15 bolsas pelo programa para alunos brasileiros. Dessas 15 bolsas iniciais, 5 estudantes se encontram em Oxford, 3 lá estiveram e já retornaram ao Brasil e 7 ainda não viajaram, estando em fase de preparação para o intercâmbio. Segundo o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, embora a Universidade de Oxford já esteja fazendo parte do Ciência sem Fronteiras através do acordo global assinado pelo CNPq com o órgão que representa todas as grandes universidades britânicas, o Universities UK, a intenção do acordo específico é ampliar a parceria, com o envio de mais bolsistas brasileiros para Oxford. A criação deste acordo sinaliza para a comunidade de estudantes e pesquisadores brasileiros de que as oportunidades estão abertas, com o apoio do Governo Brasileiro e da Universidade de Oxford.

 

A cooperação contemplará a concessão de bolsas para estudantes brasileiros por meio do Programa Ciência sem Fronteiras. Poderão concorrer estudantes brasileiros de pós-graduação das áreas de medicina, física, matemática e ciências da vida, que não residam em países da União Européia e pretendam retornar ao Brasil após a conclusão dos estudos. Informações do CNPq.

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