Cientistas afirmam que falar de si mesmo nas redes sociais gera prazer no cérebro

Cientistas do Departamento de Psicologia da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, afirmam que falar de si pode ser tão prazeroso quanto comer, ganhar dinheiro ou fazer sexo e que não compartilhar a informação, especialmente emocional, pode ter efeitos negativos para a saúde. A pesquisa foi publicada esta semana na revista da Academia Americana de Ciências (PNAS). O estudo aponta ainda que as pessoas dedicam de 30 a 40% de suas conversas para falar de si mesmas e quando se trata de conversas nas redes sociais, como Facebook e Twitter, a porcentagem sobe para 80%. “Há partes no cérebro relacionadas ao prazer que são ativadas toda vez que ocorre uma sensação de bem-estar. A tendência do ser humano é procurar sempre estimular essas regiões do cérebro e isso explica, por exemplo, porque as pessoas gostam tanto de usar as redes sociais como o Facebook e o Twitter e continuam a postar mensagens na ferramenta eletrônica mesmo quando não são correspondidas”, comenta o professor Márcio Borges, coordenador do curso de Psicologia do Centro Universitário IESB.

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