IESB participa do Green Move Festival

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O Green Move Festival 2016 é um projeto gerador de informações e ações sociais que estimulam a conscientização ambiental. Unindo diversão e informação, o Festival gera atitudes positivas e conscientes para um mundo melhor para as gerações futuras. Exatamente por isso, o Centro Universitário IESB está participando ativamente do evento que, este ano, aborda o tema: Cerrado, o Berço das Águas.

No dia 1º de outubro, as atividades se concentram no jardim Botânico. Das 11h às 18h, estudantes do curso de Estética e Cosmética ministrarão minioficinas de higienização, cuidados da pele e quick massage. O curso de Design de Moda realizará oficinas de customização com flores secas e sementes e de desconstrução, em que peças antigas serão reutilizadas e se transformarão em novos produtos. Já os alunos de Design de Interiores ajudarão a confeccionar adornos, artigos de decoração e mobiliário com materiais reutilizáveis. Quem quiser, pode levar sua roupa usada ou objeto que queira modificar. Para registrar o momento, estudantes de Jornalismo e Fotografia ficarão responsáveis pelos textos e imagens.

Nos dias 7 e 8, o festival continua com uma programação repleta de palestras, debates, encontros, oficinas e apresentações musicais. Para quem quiser aproveitar os shows no palco principal, montado na Esplanada dos Ministérios, bem pertinho dos artistas, é necessário o acesso à Área Consciente. Para isso, basta levar ao Departamento de Marketing do IESB, na 609 norte, três baterias ou 10 pilhas e trocar pelo seu ingresso, até o dia 6 de outubro, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Serviço:

IESB participa do Green Move Festival

Data: 1º de outubro

Oficinas dos cursos Iesb das 11 às 18h, no Jardim Botânico. SMDB Cj 12 CL – Lago Sul, Brasília – DF.

Ingressos para a Área Consciente: Departamento de Marketing do IESB, 609 norte, segunda a sexta, das 8h às 18h, até o dia 6 de outubro. Para a troca é necessário levar 10 pilhas ou três baterias.

Entrada gratuita e aberta ao público

Mais informações: http://greenmovefestival.com.br/

 

MP reestrutura e flexibiliza o ensino médio no país

Após de ter anunciado ontem (22) a medida provisória (MP) que reestrutura e flexibiliza o ensino médio no país – e depois de ter dito que sua publicação só sairia na semana que vem – o governo federal acaba de publicá-la em edição extra do Diário Oficial da União de hoje (23). Sobre a polêmica em relação à obrigatoriedade do ensino de sociologia, filosofia, arte e educação física, a questão será decidida pela Base Nacional Comum Curricular, que ainda está sendo definida. Por enquanto, essas disciplinas continuam obrigatórias nos atuais currículos.

A Base Nacional Comum Curricular é um documento que, desde o ano passado, está sendo definido, com o objetivo de nortear e definir o conteúdo que os alunos deverão aprender a cada etapa de ensino. A Base específica para o ensino médio começará a ser discutida no próximo mês, de acordo com o Ministério da Educação (MEC) e deverá ser finalizada até meados do ano que vem.

Conteúdos

Ao publicar nesta sexta-feira (23) a MP 746/2016, o governo torna obrigatória para os três anos do ensino médio apenas o ensino de português e matemática. Inglês também torna-se obrigatório, mas não necessariamente para os três anos. Os demais conteúdos serão definidos pela Base. A fim de possibilitar que isso seja feito, o governo exclui a obrigatoriedade do ensino de arte, filosofia, sociologia e educação física no ensino médio.

As mudanças só virão provavelmente a partir de 2018 – de acordo com o texto da MP, no segundo ano letivo subsequente à data de publicação da Base Curricular, mas podendo ser antecipado para o primeiro ano, desde que com antecedência mínima de 180 dias entre a publicação da Base e o início do ano letivo. Ou seja, nada muda nos atuais currículos.

Horas

De acordo com a MP, cerca de 1,2 mil horas, metade do tempo total do ensino médio, serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela Base Nacional Curricular. No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas – modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – e formação técnica e profissional.

As mudanças pretendem favorecer também a aplicação dos conhecimentos em diversas áreas – inclusive no dia a dia dos alunos e na realidade do Brasil e do mundo. Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), até 2024, 50% dos matriculados cumprirão jornada escolar em tempo integral de, no mínimo, sete horas por dia, somando 4,2 mil horas em todo o ensino médio.

Fonte Agência Brasil

Prêmio UnB de Dissertação e Tese

Estão abertas, até o dia 23 de setembro, as inscrições para concorrer ao Prêmio UnB de Dissertação e Tese. Como pré-requisitos, a pesquisa deverá ter sido defendida em 2015 e estar disponível na plataforma Sucupira da Capes. Os interessados deverão procurar o departamento em que o projeto foi apresentado. Confira o edital na página do Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação.Mais informações: www.dpp.unb.br

IESB recebe Feira Education USA

Interessados em cursar faculdade nos Estados Unidos terão uma excelente oportunidade no próximo dia 23 de setembro, no Centro Universitário IESB, pátio central do campus Asa Sul, na Av. L2 quadra 613/14. Das das 08h30 às 10h15, a instituição será sede da Feira Education USA, onde renomadas universidades americanas estarão com estandes apresentando seus campi, cursos e oportunidades de estudo. Entre os participantes, confirmaram presença a Miami International University of Art and Design, George Washington University, University of Notre Dame, California State University- Los Angeles, entre outros.  A Feira é aberta ao público com entrada gratuita e não é necessário fazer inscrição.

Educação, Política e Democracia

No dia 22 de setembro, o seminário Educação, Política e Democracia da Universidade de Brasília promoverá as palestras: Pesquisa Educacional – Relações entre Escola, Política e Universidade, às 8h30, na FEF, e Escola e Democracia no Cenário Político Atual, às 14h, no Auditório da ADUnb. No dia 23, o tema será Pedagogia Histórico-Crítica: Gênese, Desenvolvimento e Fundamentos, às 8h30, na FEF. O pedido de inscrição deverá ser encaminhado para o e-mail redecedesdf@gmail.com.

Mais informações: redecedesdf@gmail.com

Brasil atingirá meta de ensino com décadas de atraso

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No ritmo atual, o Brasil pode levar décadas para atingir metas de educação estipuladas para daqui a seis anos, segundo levantamento do Instituto Ayrton Senna ao qual a BBC Brasil teve acesso. O levantamento foi feito com base nos dados do Ideb 2015 (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), divulgados na quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC). O Ideb mostrou que o Brasil está avançando acima do previsto na etapa que vai da 1ª à 5ª série (etapa inicial do ensino fundamental) e, mantida a tendência atual, deve até mesmo superar a meta prevista pelo MEC para 2021.

O problema começa nas etapas seguintes. Nos anos finais do fundamental (6ª à 9ª série), o ensino avança devagar e deve bater a meta, no atual ritmo, apenas em 2027, com seis anos de atraso. No ensino médio, considerado a etapa mais problemática da educação básica brasileira, a questão é ainda mais grave: o índice obtido pelos alunos está estagnado há quatro anos, sem evoluir, no patamar de 3,7, segundo medição do Ideb 2015. A meta era de 4,3.
Mantida a tendência atual, o país deve pontuar apenas 3,9 nessa etapa em 2021, segundo os cálculos do Ayrton Senna – muito distante da meta de 5,2. “Avançamos apenas 0,3 ponto em dez anos nessa etapa, que não está saindo do lugar. Se nada for feito e esse ritmo se mantiver, levaremos décadas para bater a meta (de 2021)”, explica à BBC Brasil Paula Penko, economista do Instituto Ayrton Senna, que calculou as projeções.
O Instituto destaca que as projeções são feitas com base no histórico do Ideb e que se houver melhorias no desempenho, as estimativas podem mudar.

Projeções

O Ideb mede, em escala de zero a dez, o desempenho e as taxas de aprovação de estudantes das redes pública e privada em Língua Portuguesa e Matemática. É o principal indicador da qualidade do ensino no país. As metas foram estipuladas pelo MEC com base no desempenho educacional de nações desenvolvidas em 2003. “São índices absolutamente vergonhosos para o Brasil”, reconheceu na quinta-feira o ministro da Educação, Mendonça Filho, no anúncio do Ideb. “É uma tragédia para a educação do país”. A meta do Brasil é alcançar a média de 6,0 da 1ª à 5ª série no Ideb que será medido em 2021 (e apresentado em 2022, ano do bicentenário da Independência). Essa média, segundo a projeção do Ayrton Senna, deve ser superada: a previsão é de que cheguemos a 6,6.
Da 6ª à 9ª série, a meta é de 5,5, mas no ritmo atual chegaremos apenas à nota 5.0. Para os três anos do ensino médio, a meta é de 5,2 mas a tendência atual é de que cheguemos apenas à nota 3,9. “Com isso, vai se agravando a diferença (de desempenho) entre as etapas iniciais e finais de ensino”, explica Penko.

Quase nada de aprendizado
Os problemas do ensino médio começam com a defasagem dos alunos – que já vêm com deficiências de aprendizagem das séries anteriores – e se aprofundam por conta do modelo adotado pelo Brasil, segundo especialistas. “O ensino médio foi desenhado para não funcionar: tem 13 disciplinas (que os alunos são forçados a cursar) independentemente de sua vocação, aspirações ou projeto de vida”, avalia Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento Todos Pela Educação.
“O aluno tem quatro horas de aula, que na prática acabam sendo duas horas e meia, e aprende quase nada de um monte de coisas”. E esse nem é o maior entrave, segundo ela: “O principal fator é o professor. Não temos conseguido atrair à carreira (profissionais) com proficiência, como fazem países como Cingapura, Finlândia e Coreia (do Sul), onde a educação passou a ser um eixo central e (docentes) passaram a ser valorizados em termos salariais e de carreira”.
A saída, segundo ela, seria investir na formação inicial e continuada dos docentes e transformar a carreira do professor “na principal do país”.

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Ensino fundamental
O Ideb aponta um cenário bastante preocupante também nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano), que teve índice de 4,5 em 2015, abaixo da meta de 4,7. Nessa etapa, apenas quatro dos 26 Estados brasileiros obtiveram bons resultados – entre eles Pernambuco, que tem investido na educação em período integral, e Amazonas, que tem conseguido igualar a qualidade do ensino oferecido nas áreas mais remotas de floresta ao da capital Manaus, segundo Priscila Cruz.
Os resultados mais otimistas vêm mesmo do 1º ao 5º ano, onde a meta de 2015 (5,2) foi superada em 0,3.
Um dos motivos é o foco bem-sucedido em políticas de alfabetização infantil, cruciais nessa etapa. Ainda assim, o Ministério da Educação avalia que os alunos seguem com deficiências tanto em Matemática como em Português.

Projeto de lei
Os dados do MEC apontam que os problemas não estão limitados à rede pública. “As escolas privadas também vão mal. É preciso mudar o modelo de ensino médio que temos hoje”, comentou o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Eduardo Deschamps, na coletiva do MEC na quinta-feira.
“Fazendo uma avaliação apenas da rede pública, os resultados são parecidos (aos da rede privada)”, explica Paula Penko, do Ayrton Senna. Ou seja, o desempenho dos alunos vai acima da meta nos anos iniciais do fundamental, mas não se mantém anos seguintes.
Em reação aos números, Mendonça Filho afirmou que vai pedir urgência na tramitação de projeto de lei que institui a jornada integral e flexibiliza o currículo do ensino médio. O ministro quer que o projeto seja votado ainda neste ano para ser implementado em 2017.
Para Cruz, do Todos Pela Educação, a proposta é um passo importante, mas não resolverá sozinha o problema do ensino médio se não se investir também na capacitação de professores. “Nos próximos dez anos, cerca de metade dos professores do país estarão em idade de se aposentar. Se concentrarmos um esforço enorme em capacitar uma nova leva, podemos melhorar o Ideb nos próximos anos. Caso contrário, diria que é impossível”, opina.

Fonte: BBC Brasil

As notas da educação brasileira – e as projeções para o futuro:
1ª à 5ª série:
– Nota do Ideb 2015: 5,5
– Meta do MEC para 2021: 6,0
– Projeção*: 6,6 – META DEVE SER SUPERADA
6ª à 9ª série:
– Nota do Ideb 2015: 4,5
– Meta do MEC para 2021: 5,5
– Projeção*: 5,0 – META NÃO DEVE SER SUPERADA
Ensino médio:
– Nota do Ideb 2015: 3,7
– Meta do MEC para 2021: 5,2
– Projeção*: 3,9 – META NÃO DEVE SER SUPERADA
*projeções feitas pelo Instituto Ayrton Senna para 2021 com base no histórico do Ideb

3º Fórum Nacional de Educação e Inovação

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As diferentes visões sobre o ambiente educacional brasileiro e o papel da inovação na formação de alunos foram temas debatidos, durante o 3º Fórum Nacional de Educação e Inovação, evento promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais e Lide Educação, nesta terça-feira, 13/09, em São Paulo. Cerca de 360 empresários, pesquisadores e representantes do poder público ressaltaram a importância de se priorizar a educação para que o país possa avançar nos índices socioeconômicos de modo sustentável. “Até o fim do ano, nós pretendemos votar um projeto de lei que flexibilize a educação e aumente o interesse dos alunos”, afirmou Felipe Sartori Sigollo, secretário-executivo adjunto do MEC (foto). Fábio Coelho, CEO do Google, e Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, analisaram o quanto a inovação pode contribuir para a evolução dos modelos educacionais do país. “Precisamos pensar em formas de criar tecnologias abertas e de baixo custo que democratizem o acesso à informação e a educação”, afirmou Coelho.

Rafael Lucchesi, diretor de Tecnologia e Inovação da Confederação Nacional da Indústria, deu ênfase aos problemas do cenário educacional e tecnológico. “Se não fizermos nada, nos próximos 25 anos o gasto com educação irá se ampliar, mas a eficiência permanecerá a mesma”, apontou. Também participaram dos debates Andrea Beer, diretora do Boston Consulting Group; Eduardo Deschamps, presidente do Consed; Jorge Freire, education & tecnology da Accenture; e Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna.

UnB promove 1º Ciclo de Palestras em Informática

O Centro de Informática da UnB (CPD) realiza o 1º Ciclo de Palestras em Informática até o mês de novembro, sempre às quintas-feiras, das 10h às 12h, no auditório do CPD. No dia 29 de setembro, o evento discute os temas Plataforma Arduíno e suas possibilidades e limitações e também Software Livre. Os interessados devem se inscrever na página do CPD. Entrada franca.
Mais informações: http://www.cpd.unb.br / 3107 6342 / 3107 6386

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