Simulado do Enem é adiado para o dia 3 de setembro

O início do terceiro simulado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi adiado para o dia 3 de setembro, devido ao calendário dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A previsão era que a prova fosse realizada neste final de semana. O simulado, promovido pelo governo federal, destina-se a quem está se preparando para o Enem e para participar basta se cadastrar no site Hora do Enem.  Os estudantes têm quatro horas para resolver 80 questões.

De acordo com a Geekie, responsável pelo desenvolvimento da plataforma de estudos, a intenção é que mais estudantes participem do simulado. Ao todo, 711 mil participaram da primeira edição, mas o número caiu na segunda edição para 360 mil. Entre os motivos averiguados pela Geeki, estão o longo prazo que o simulado ficou disponível – estudantes alegaram que acabaram esquecendo de acessar a prova – e as férias escolares. Na terceira edição, com a proximidade do Enem, que será nos dias 5 e 6 de novembro, a expectativa é que o número de acessos aumente.

Esta edição traz algumas novidades, entre elas, 75% das questões serão inéditas. Nos últimos simulados, a maioria das questões era de provas anteriores do Enem. Além disso, agora, os estudantes que fizeram as provas pelo smartphone terão acesso ao posicionamento no ranking de todos os alunos que selecionaram o mesmo curso. Antes, os alunos apenas eram informados se alcançaram ou não a nota de corte e quanto estavamdistantes de serem aprovados no curso que escolheram.

O simulado faz parte da iniciativa Hora do Enem, portal que oferece também um plano de estudos individual para cada estudante. Na hora de se cadastrar, o estudante informa o que busca com o Enem. A plataforma disponibilizará, então, um plano de estudos para que possa alcançar o objetivo. Para estudar, os candidatos podem acessar a plataforma Mecflix, com 1,2 mil videoaulas para ajudar nos estudos.

Está previsto ainda um quarto simulado, que será disponiblizado a partir do dia 8 de outubro. Os últimos exames serão no mesmo formato do Enem e terão dois dias de duração. Não haverá simulado da redação.

A nota do Enem é usada na seleção para vagas em instituições públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), bolsas na educação superior privada por meio do programa Universidade para Todos (ProUni) e vagas gratuitas nos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec).

O resultado do exame também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Para pessoas maiores de 18 anos, o Enem pode ser usado como certificação do ensino médio.

Agência Brasil

Projeto Nacional de Educação em foco

O XIII Encontro de Pesquisa em Educação da Região Centro-Oeste – Reunião Científica Regional da ANPED está com inscrições abertas. O evento, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Brasília (UnB), ocorrerá no período de 6 a 9 de novembro, no campus Darcy Ribeiro. O tema desta edição é Projeto Nacional de Educação: desafios éticos, políticos e culturais. A programação e a inscrição devem ser acessadas por meio do site oficial do encontro.

Mais informações: http://www.anpedco2016.com.br

Projetos de pesquisa receberão até R$ 100 mil

Com o objetivo de incentivar o ensino e a pesquisa, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) lançou edital de bolsas para projetos de pesquisa e de desenvolvimento científico e tecnológico na área de avaliação educacional. O apoio é direcionado a professores doutores do magistério superior, em exercício ou aposentados. Cada projeto aprovado receberá até R$ 100 mil, que poderão ser usados para financiar bolsas para professor pesquisador ou aluno de doutorado, mestrado ou graduação.  As inscrições vão até 31 de agosto pela página www.cespe.unb.br.
Mais informações: 3448-0100

MEC divulga mudanças no Ciência sem Fronteiras

Os alunos de graduação devem ficar de fora das próximas edições do Ciência sem Fronteiras (CsF), programa de intercâmbio acadêmico do governo federal. A proposta do Ministério da Educação (MEC) é priorizar a oferta de bolsas para períodos de mestrado, doutorado e pós-doutorado sanduíches no exterior. Os elevados custos do programa estão entre as causas para a mudança. Veja na íntegra a nota divulgada esta semana pelo MEC: 

  • As concessões de bolsas foram finalizadas em 2014, conforme previsão inicial. Esse fato ocorreu no governo passado, quando foram lançados os últimos editais de seleção de estudantes, que ainda estão fazendo os cursos no exterior e devem concluir as atividades até o início de 2017.

  • A atual gestão já encontrou a primeira fase do programa finalizada, sem recursos novos ou orçamento para sua continuação. A primeira e imediata providência foi garantir recursos financeiros para honrar os compromissos assumidos com os bolsistas no exterior, a fim de não prejudicá-los. Nesta gestão, o Ministério da Educação incrementou em 20,9% o orçamento do Ciência sem Fronteiras, a partir de crédito suplementar, passando de R$ 1,4 bilhão para R$ 1,8 bilhão, o que garante a continuidade do pagamento dessas bolsas.

  • Diante disso, foi determinada à equipe técnica uma análise minuciosa do programa no que se refere à participação do MEC – é importante lembrar que o programa foi executado em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Análise preliminar identifica a necessidade de aperfeiçoamento do programa, em especial na graduação. As instituições participantes não foram chamadas para desempenhar um papel ativo no processo de mobilidade acadêmica; exemplo disso é a questão da aceitação de equivalência das disciplinas cursadas em outros países. Outro ponto considerado foi o custo elevado para a graduação sanduíche, cerca de R$ 3,248 bilhões para atender 35 mil bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em 2015, valor igual ao investido em alimentação escolar para atender 39 milhões de alunos.

  • Por decisão do ministro, o programa será retomado com novo enfoque. A Capes planeja a retomada do Ciência sem Fronteiras com foco no ensino de idiomas, no país e no exterior, estruturado de forma a incluir jovens pobres do ensino médio matriculados em escolas públicas. Haverá ênfase em bolsas de pós-graduação para mobilidade de estudantes, professores e pesquisadores, com participação mais ativa das instituições de ensino superior nos processos de internacionalização.

  • A mudança de foco proposta é exclusiva para intercâmbio de graduação. As bolsas de pós-graduação (doutorado e pós-doutorado, atração de jovens cientistas) permanecem e, dentro do limite financeiro disponível, poderão até ser ampliadas.

  • Desde que assumiu o MEC, a atual gestão já liberou recursos financeiros no montante de mais de R$ 1 bilhão para pagamento de bolsas e manutenção de estudantes no exterior.

  • O governo reitera a importância da iniciativa e vê como necessária a reformulação do programa, para contribuir com o processo de internacionalização do ensino superior e da ciência, tecnologia e inovação no Brasil.

Cursos de Arquitetura e Design de Interiores do IESB oferecem palestras gratuitas à comunidade

Os cursos de Design de Interiores e Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário IESB prepararam uma programação especial para comemorar o retorno das aulas do segundo semestre.  Nos dias 2 e 4 de agosto,  às 19h30, os renomados arquitetos Paulo Zimbres e Beta Pollis ministram palestras gratuitas, abertas ao público, no Auditório D, Campus Sul da instituição, localizado na 613/614 sul. “Nosso objetivo é estreitar o laço da instituição com a comunidade, apresentando as novidades da área de arquitetura, urbanismo e design, bem como a importância destas profissões para a cidade, cultura e o bem-estar de todos”, explica a professora Joara Cronemberger Silva, coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo do IESB.

Radicado em Brasília há vários anos, Paulo Zimbres estará no IESB dia 02/08 (terça-feira). Ele trabalhou em diversos projetos de arquitetura e urbanismo no Distrito Federal, como o projeto arquitetônico de Águas Claras e o de ocupação do setor Noroeste, além do prédio da Reitoria da UnB (DF), a sede da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB) e os edifícios dos Campi Norte e Sul do IESB (DF).  No dia 04/08 (quinta-feira), é a vez de Beta Pollis. A arquiteta permeou diversos segmentos de atuação ao longo de sua carreira, desde docência acadêmica, eventos e arquitetura propriamente dita. Em seu portfólio, projetos nacionais e internacionais em áreas comerciais, residenciais e corporativas.

 Serviço:

Palestras de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores do IESB

Data: 2 e 4 de agosto

Local: IESB Campus Sul, Auditório D, na 613/614 sul

Horário: 19h30

Evento gratuito e aberto ao público

DF promove seminário para discutir Base Nacional Comum Curricular

A Secretaria de Educação do Distrito Federal e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Unidime) promovem nesta-terça feira (26) e quinta-feira (28), das 08h às 18h, o seminário para discussão da segunda versão da Base Nacional Comum Curricular, estratégia estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para melhorar a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio brasileiro. O documento tem como objetivo estabelecer os conhecimentos e habilidades essenciais que todos os estudantes brasileiros devem obter em sua trajetória na educação básica, desde a educação infantil até o ensino médio. A Base busca promover equidade na formação dos alunos e servirá de norte para os professores em sala de aula.

O evento ocorre na Universidade Paulista (Unip), Setor de Grandes Áreas Sul (SGAS) Quadra 913 Conjunto B, Setor de Habitações Coletivas Sul (SHCS). Os seminários estão sendo realizados em todos os estados brasileiros e estão participando profissionais da área, estudantes e professore das redes públicas e particulares, que foram selecionados mediante chamada pública. Ao fim de cada seminário, as secretarias estaduais deverão enviar ao Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e à União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) um relatório com as contribuições dos participantes. O documento deve ser entregue ao Ministério da Educação no fim de agosto.

Correio Braziliense/Eu Estudante

Metade dos jovens depende de programas do governo para cursar universidade

Pesquisa apresentada hoje (20) pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) mostra que 50,5% dos jovens brasileiros que pretendem ingressar em curso superior de universidade não têm condições de pagar as mensalidades e precisam da ajuda de programas de financiamento do governo. O percentual de 37,3% informou que poderia pagar as mensalidades e 12,2% disseram que talvez tenham condições de pagar. O estudo ouviu mil brasileiros com idade entre 18 e 30 anos, com ensino médio completo.

Ao serem questionados sobre o interesse em pleitear uma bolsa pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) – que concede bolsas parciais e integrais, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 57,9% tentariam ingressar no programa, 38,1% não têm interesse no auxílio e 4% não souberam responder.

Sobre o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), 50,3% dos entrevistados tentariam essa modalidade, 41,4% não tentariam e 8,3% não souberam responder. O Fies é um empréstimo para custear graduação em instituição privada de ensino a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual de custeio varia conforme a renda familiar mensal.

Redução de custos

A pesquisa também perguntou aos estudantes o que pensam sobre a proposta de redução de investimentos em educação pelo governo federal. A maioria (75%) disse que é contrária ao corte. Sobre a cobrança de mensalidades por universidades públicas, mais da metade (57,3%) também se opôs à proposta.

Para Janguiê Diniz, presidente da ABMES, que representa 1,2 mil instituições educacionais privadas, o programa de financiamento estudantil beneficia mais o país, em última instância, que as instituições privadas de ensino. “Quando o Fies era incipiente há 6 anos, os índices de crescimento eram ascendentes. Quem precisa do Fies não são as instituições privadas, quem depende disso é o país”, disse ele.

Para o cientista político que trabalhou na pesquisa, Adriano Oliveira, o levantamento mostrou, que os jovens valorizam o papel do estado como indutor de inclusão social na área da educação.

Se pudessem escolher, 71,2% dos entrevistados optariam por uma universidade pública, enquanto 25,1% escolheriam uma instituição particular e 3,7% não responderam. “Essa questão mostra a importância do estado como agente que permite a inclusão social através da educação”, disse Adriano.

Apesar da preferência pelas instituições públicas, Janguiê argumenta que as faculdades privadas têm alcançado melhores índices de qualidade. “Se no Brasil fosse o mesmo sistema dos Estados Unidos [onde universidades públicas cobram mensalidade], esse sentimento de que as privadas tem qualidade inferior à pública não existiria”, declarou.

IESB oferece cursos gratuitos de capacitação

O mercado de trabalho está afunilando cada vez mais. Para aumentar as chances de conseguir uma vaga de emprego é preciso estar sempre atualizado. Por isso, o Núcleo de Práticas Empresariais do curso de Administração do Centro Universitário IESB preparou cursos gratuitos de capacitação, abordando os temas: Controle e finanças pessoais em tempo de crise, Como falar em público e garantir sua empregabilidade, Preparação para CPA 10 (Certificação Profissional da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) e Desenvolvimento de competências empreendedoras.

As aulas, com mínimo de 15 e máximo de 50 alunos, serão ministradas por professores da instituição, no período de 20 a 22 de julho, das 19h15 às 22h, no campus Oeste, em Ceilândia. A carga horária varia entre 6h e 9h. Os interessados devem ter Ensino Médio completo. As inscrições podem ser feitas pelo site http://php.iesb.br/extensao/.  Ao final, todos os participantes ganham um certificado de conclusão.

Já o IESB Mais aborda temas como StartUp e comportamento do consumidor. Com aulas no campus da instituição da Asa Norte, o evento acontece entre 25 e 28 de julho. Durante três dias, os participantes assistirão palestras sobre Comportamento do Consumidor, Gestão da excelência em Recursos Humanos, Atendimento extraordinário e Marketing Pessoal, Pesquisa de Mercado, Novos modelos de Negócio, Empreendedorismo Startup, entre outros. Para o professor de Administração do Centro Universitário Iesb, Felipe Dantas, essa é uma oportunidade única de compreender e se adaptar às necessidades atuais do mercado. “O que mais tem espaço hoje no mercado são as startups. Porque além de condições de entregar novos produtos e serviços de forma mais barata para o consumidor, os investidores estão em busca de novos modelos de negócios e com isso, estão apostando suas fichas nesses novos modelos”, explica.

O IESB Mais é aberto ao público e tem início sempre às 19h30 no Auditório Benedito Coutinho, Iesb Norte. Inscrições no e-mail anderson.nascimento@iesb.br

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