IESB lança Ensino Médio em Ceilândia

Melhor instituição privada de ensino superior do Distrito Federal, de acordo com avaliação do MEC, o Centro Universitário IESB inicia 2018 com uma novidade: o Ensino Médio IESB. O colégio, que funcionará no campus Oeste da instituição, em Ceilândia, abriu suas portas no último sábado, 13/01, para receber pais e futuros alunos da instituição e apresentar sua proposta pedagógica diferenciada e adequada às necessidades dos estudantes de todo o DF. “A vinda do Centro Universitário IESB para Ceilândia causou um impacto bastante positivo na região. Nossa instituição já tem uma relação muito forte com a comunidade e queremos ampliar este trabalho com o Ensino Médio por meio da excelência, criatividade e inovação. Viemos para revolucionar a maneira de ensinar e aprender. A proposta é que o IESB se torne modelo de Ensino Médio na região”, afirmou Eda Machado, fundadora e reitora da instituição.

 

A professora Eda Machado, reitora do Centro Universitário IESB, apresenta a equipe de professores do Ensino Médio IESB ao lado da diretora Dila Lira.

Além da infraestrutura funcional e laboratórios modernos, característicos do Centro Universitário IESB, quem esteve no evento conheceu todas as novidades que a instituição vai oferecer aos estudantes, como laptops exclusivos para serem usados durante as aulas, material didático bem elaborado, estudos desenvolvidos por Trilhas do Conhecimento, com aulas focadas e direcionadas para os conteúdos e critérios de avaliação do ENEM e do PAS, Coach de estudos e uma plataforma digital completa. “Nossa plataforma é um blackboard muito utilizado nos grandes centros de ensino superior e que nós estamos trazendo para o ensino médio. Nela, existem várias ferramentas e possibilidades de aprendizagem, como por exemplo, questões de desafios, exercícios diferenciados, simulados, vídeos, aula invertida, entre outras atividades que ampliam o conhecimento do aluno, aliando teoria e prática”, explicou Dila Lira, diretora do Ensino Médio IESB.

Parcerias com os mais diversos cursos da instituição permitirão aos estudantes desenvolver atividades inovadoras, que proporcionarão experiências únicas e diferenciadas. O curso de Engenharia, por exemplo, dará aulas complementares de Robótica básica, trabalhando a construção de robôs e sistemas motores. Os docentes da cadeira de Física orientarão o IESB no Espaço, um programa que irá ensinar a projetar e construir foguetes para competições nacionais. Para aqueles que gostam da sétima arte, haverá o Festival de Cinema IESB, cuja proposta é fazer a adaptação de uma obra literária estudada durante o período letivo e transformá-la em um curta-metragem. Tudo sob a supervisão de monitores do curso de Cinema e Mídias Digitais do IESB. A Clínica de Nutrição e a Clínica de Psicologia do IESB, que já prestam atendimento à comunidade, também estarão envolvidas com os discentes do ensino médio, ensinando práticas de alimentação saudável e fazendo acompanhamento psicológico especializado, inclusive às famílias, quando necessário.

Estão ainda na programação inúmeros eventos, como o IESB GAME, uma arena de jogos virtuais montada para uma competição entre os melhores jogadores de games do colégio; a Feira de Arte e Cultura, uma mostra cultural para apresentação dos filmes produzidos e das oficinas de teatro; a Feira de Transdisciplinar, uma exposição de conhecimentos múltiplos, aberta à comunidade; além dos projetos “Leitura Livre”, que premiará os leitores mais ávidos, e também o “Com os Grandes Mestres”, que incentivará os alunos a escreverem um livro, que será publicado e lançado pelo colégio. O estudante Guilherme Soares, 17 anos, foi um dos que visitou o espaço e aprovou as iniciativas do IESB. “Fiz minha matrícula no segundo ano e estou com ótimas expectativas. Eu já conhecia o ensino superior do IESB, por conta do meu irmão que fez Direito aqui na instituição. Ele me incentivou a conhecer esta nova proposta pedagógica e eu gostei muito. A equipe de professores e os laboratórios são incríveis. Uma excelente escola e muito próxima da minha casa”, avaliou Guilherme.

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Resultado do Enem 2017 será dia 19 de janeiro

Fique atento. O resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2017 será divulgado no dia 19 de janeiro de 2018. Os participantes que fazem o Enem como forma de autoavaliação, comumente chamados de treineiros, recebem os resultados dois meses depois dos participantes regulares. No primeiro semestre de 2018 o Inep também divulga o espelho de correção das redações. Todos os resultados serão divulgados no Portal do Inep (enem.inep.gov.br) e no Aplicativo do Enem. A nota do ENEM pode ser utilizada no Sisu – Sistema de Seleção Unificada.

Estudo mostra que Brasil tem pouca conectividade nas escolas

Um estudo organizado pelo Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional), com base em dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2015, mostra que o Brasil tem a segunda pior conectividade nas escolas entre os países que participaram do levantamento. Segundo a análise, 28,3% dos estudantes do Brasil afirmaram que têm acesso a computadores com internet nas escolas. A porcentagem perde apenas para a República Dominicana, com 28,18%. A média de conexão dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é de 55,9%.

Ao fazer o Pisa, os estudantes respondem a perguntas sobre a existência e o uso de computadores nas escolas, além do acesso à internet. Quando perguntados se a escola tem computadores, 20,19% dos alunos responderam que a escola possui o equipamento, mas ele não utiliza. Outros 28,69% disseram que usam o computador e 26,48% responderam que a escola não tem o equipamento.

Outro dado apontado pela pesquisa é que os estudantes utilizam a internet mais fora do que dentro da escola. No Brasil, 37,65% dos estudantes dizem que não usam a internet na escola. No entanto, o questionário mostra que, fora de casa, 6,6% dos alunos não acessam a rede mundial de computadores durante a semana, e a maior parte (25,89%) acessa a internet mais de 6 horas por dia. Quando analisada a conexão sem fio, a porcentagem de estudantes brasileiros que afirmam usá-la na escola chega a 29,21%, mas o país aparece no ranking com a quinta menor porcentagem entre os países analisados.

Educação no Brasil em números

O número de alunos matriculados em escolas públicas no ensino fundamental e no ensino médio em 2017 caiu, mas houve aumento nas matrículas de creches e pré-escola, bem como na educação especial. Os dados são do Censo Escolar da Educação Básica 2017, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Este ano, segundo o levantamento, o total de alunos matriculados no ensino fundamental em escolas públicas foi de 22,05 milhões, o que representa uma queda de 1,62% em relação a 2016. No ensino médio, foram 6,68 milhões em 2017, queda de 2,85% na comparação com o ano passado. O número de alunos matriculados em creches da rede pública subiu 6,8%, chegando a 2,2 milhões. Na pré-escola, também houve aumento no número de alunos matriculados, com um total de 3,87 milhões e crescimento de 2,64% em relação a 2016. 

Apenas 23,8% das pessoas de 18 a 24 anos estavam no ensino superior em 2016. Entre as pessoas brancas, a taxa foi 33,5%, quase o dobro da registrada entre as pessoas pretas ou pardas (16,8%). Para as mulheres, essa taxa chegou a 27,8%, enquanto para os homens foi 20%. Segundo a meta 12 do PNE, esse percentual deve ser elevado a 33% até o final de 2024.

O levantamento também pesquisou a rede de ensino frequentada no ensino médio: 72% dos alunos do ensino superior de graduação cursaram todo seu ensino médio em escola pública, enquanto 24% era provenientes de escola privada.

País perde 12 mil vagas de emprego em novembro e cria 299 mil no ano

O saldo de empregos formais no Brasil em novembro ficou negativo, com redução de 12.292 vagas. Em relação a outubro, houve redução de 0,03%, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (27) pelo Ministério do Trabalho. Os dados já consideram as novas formas de contratação estabelecidas na reforma trabalhista. Segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em novembro há uma tendência de saldo negativo do emprego. Ele argumentou, entretanto, que esse resultado não indica interrupção no processo de retomada do crescimento econômico, com criação de postos de trabalho. “Nos 11 meses do ano, oito foram positivos [com geração de emprego]”, disse Nogueira.

O resultado de novembro considera 1.111.798 de admissões contra 1.124.090 de desligamentos. No acumulado do ano, o saldo é de 299.635 empregos, com expansão de 0,78% em relação a dezembro de 2016. Nos últimos 12 meses, o saldo é negativo, com redução de 178.528 postos de trabalho, uma retração de 0,46%.

Inscrição para tutor UNB

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) interessados em participar do programa de acolhimento aos calouros do 1º/2018 podem se inscrever como tutores até 5 de janeiro. Os tutores orientam os novatos na chegada à Universidade. O programa faz parte da estruturação do evento de Boas-Vindas. Os candidatos selecionados receberão dois créditos de extensão, que equivalem a 30 horas de atividades. Os inscritos devem ter disponibilidade para participar das atividades de formação (15 a 19 de janeiro); das ações nos dias do registro acadêmico (5 a 7 de fevereiro); e da avaliação do projeto (8 de fevereiro). O edital está disponível no site de Boas-Vindas da UnB e há vagas para todos os campi. Mais informações: www.boasvindas.unb.br

Ser Educacional lança software de inteligência artificial

O Ser Educacional, um dos maiores grupos de ensino superior do Brasil, anunciou a adoção de um software de inteligência artificial baseado em sistemas cognitivos, SOFIA, nome dado ao avatar, que funcionará como tutor assistente e ajudará professores e alunos a aumentar a eficiência e absorção das matérias lecionadas já em 2018. A princípio, apenas na disciplina de Empreendedorismo, que está presente em todos os cursos da grade curricular do grupo. “Pesquisamos sempre melhorias para nossos alunos e foi assim que encontramos SOFIA. Ela estará disponível 24 horas aos estudantes, mas é importante deixar claro que nunca irá substituir um professor. Para nós, um professor é o eixo central de qualquer instituição de ensino”, disse o vice-presidente de serviços do Ser Educacional, Joaldo Diniz.

SOFIA é uma plataforma de serviços cognitivos, que consiste no processo que a mente humana utiliza para adquirir conhecimento a partir de informações recebidas. “Ela acumula dados, responde perguntas de forma imediata e se adapta ao aprendizado, dando aos estudantes a possibilidade de solucionar suas dúvidas em tempo real”, afirmou o CEO do Grupo, Jânyo Diniz.

Jânyo comentou que a tecnologia de última geração será capaz de analisar o comportamento do aluno em sala de aula e sugerir planos de conteúdo: “Ela ajudará os estudantes a aprimorarem seus conhecimentos capturando informações expostas pelos seus autores e professores, diminuindo o déficit de aprendizagem. Com isso, teremos a força da digitalização para nos possibilitar comparar dados de diferentes estudantes e ajudá-los a reduzir qualquer tipo de déficit de conhecimento que venham a apresentar”, concluiu.

O projeto, que a princípio será usado nas aulas de EAD, se tornará uma plataforma virtual que contará com vídeos, biblioteca virtual, jogos e interatividade. “Assumimos o compromisso de transformar o Grupo em uma companhia de transmissão de conhecimento por meios digitais, e isso é apenas o começo”, declarou Joaldo.

Neste projeto, o Ser Educacional tem como parceira a IBM, com o sistema de aprendizagem virtual Watson. No centenário da IBM, o Grupo foi protagonista de um case de sucesso como uma das principais referências globais da empresa para o setor de educação superior.

Base curricular é aprovada e ensino religioso nas escolas passa a ser obrigatório

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta sexta-feira (15/12) o texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que irá orientar os currículos da educação básica e estabelecerá conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da educação infantil e do ensino fundamental. O texto foi aprovado por 20 votos favoráveis e três contrários e os conselheiros debatem agora os detalhes do texto final. A BNCC estava em discussão no CNE desde abril, quando foi enviada pelo Ministério da Educação, e passou por diversas modificações desde então, após o recebimento de propostas e a realização de audiências públicas. O documento foi alvo de diversos questionamentos e polêmicas, e um grupo de entidades chegou a pedir a suspensão da sua votação na semana passada.

Uma das mudanças apresentadas foi o destaque para um artigo que esclarece qual a função da BNCC, determinando que as escolas deverão organizar seus currículos de acordo com a legislação e normas educacionais, bem como com suas concepções pedagógicas, agregando ou expandindo os objetivos de aprendizagem da BNCC, incluindo outros objetivos que contemplem as diferenças regionais e as necessidades específicas das comunidades atendidas. “Isso é essencial para a compreensão de que base não é currículo, é um conjunto de referenciais sobre o qual os processos crítico e criativo das escolas haverá de elaborar sua proposta curricular”, explicou o conselheiro César Callegari.

A alfabetização é uma das principais mudanças. Antes, as crianças deveriam saber ler e escrever aos oito anos, quando completavam o 3º ano do ensino fundamental. Agora, esses alunos devem ser alfabetizados até os sete anos de idade. Outra mudança polêmica fica por conta do ensino religioso, que passará a ser obrigatório ensino fundamental.

A base deverá ser implementada pelas escolas brasileiras até o início do ano letivo de 2020 e será revisada a cada cinco anos. Segundo o documento, as escolas podem ampliar os conteúdos e outros que não estejam estabelecidos na BNCC, respeitando a diversidade social e regional de cada localidade. Depois da sua aprovação no Conselho Nacional de Educação, a BNCC deverá ser homologada pelo ministro da Educação e publicada no Diário Oficial da União para começar a valer. O documento aprovado não estabelece as diretrizes para os currículos das escolas de ensino médio. A base curricular para o ensino médio deverá ser enviada pelo Ministério da Educação ao Conselho Nacional de Educação (CNE) no início do ano que vem.

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