Edson Machado: a força transformadora da Educação

O Centro Universitário IESB e a família comunicam pesarosamente o falecimento de Edson Machado de Sousa. O Doutor Edson Machado, como era conhecido, trabalhou por 32 anos no Ministério da Educação, onde foi por duas vezes Secretário da Educação Superior e Presidente da CAPES por oito anos. Foi também Ministro de Ciência e Tecnologia e membro do Conselho da Universidade das Nações Unidas, com sede em Tóquio.

Após sua aposentadoria do serviço público, foi Diretor-Adjunto do Centro Universitário IESB, que desde sua criação em 1998 já preparou mais de 30 mil profissionais e cidadãos em Brasília.

Sua importância para a Educação Brasileira será sentida por muitos anos.

Seu legado no ensino superior é reconhecido por todos que acreditam na força transformadora da Educação.

À frente do Ministério da Educação e da CAPES, o Doutor Edson promoveu muitas inovações e mudanças que nos trouxeram até aqui.

Seus ensinamentos nos acompanharão por muito tempo.

Esposa Eda, filhos Edineli, Élcio (in memorian), Edson Filho, Liliane, netos Yuri, Pedro Emílio e João Pedro, nora e genro.

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Jovens empreendedores: projetos que começam na sala de aula

Alunos de escolas públicas e particulares de Brasília irão participar de Feira de Miniempresas

O empreendedorismo ganhou espaço nas salas de aula. Há quatro meses, estudantes de escolas públicas e particulares do Distrito Federal tiveram a chance de criar uma miniempresa, colocando em prática conhecimentos adquiridos em administração, finanças, produção, recursos humanos, marketing e vendas. As atividades são desenvolvidas pela Junior Achievement DF (JADF), organização de educação prática em economia e negócios. Este é o caso da Wallet S.A., miniempresa formada por alunos da 2ª série do Ensino Médio do Centro Educacional Sigma, unidade 912 Sul, que confecciona carteiras e capinhas de tecido para celular. Ao todo a empresa é composta por 12 jovens que participam de todas as etapas de produção.

A Wallet S.A. surgiu com a proposta de criar algo que fosse útil e ao mesmo tempo prático para os consumidores. As carteiras servem também para colocar cartões e  dinheiro e são feitas de tecido e  três tipos de papel: panamá, cartão e craft.  Atualmente, as vendas são realizadas pelo perfil oficial da empresa no Instagram e pessoalmente na escola. Segundo Clara França, presidente da Wallet S.A., as vendas superaram as expectativas. “O primeiro lote de carteiras já está esgotado e em breve vamos lançar novos modelos e estampas“, conta.

O próximo desafio empresarial da Wallet S.A. será na Feira de Miniempresas do Junior Achievement, neste sábado, dia 16 de junho, às 13h, no shopping Conjunto Nacional, quando os jovens colocarão à venda suas mercadorias, juntamente com outras empresas participantes do programa.

Ainda no sábado, os jovens participarão de uma rodada de palestras sobre empreendedorismo com profissionais do mercado, como Luís Carlos Costa, sócio da agência digital Look ‘n Feel, e Tony Ventura, consultor e especialista em novas tecnologias, empreendedorismo e startups.

Dicas para estimular a leitura desde a infância

Galois Leitura 2

A leitura é uma das maiores aliadas para o aprendizado de uma criança, pois possibilita a consolidação da fluência na língua, ajuda na interpretação de texto, além de ser extremamente importante para que um jovem/adulto possa ter participação ativa na comunidade, na economia e na vida pessoal. No entanto, ler é uma prática distante da realidade brasileira.

Segundo a última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em 2016, o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de exemplares lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. Adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem por gosto (42%), seguidos por crianças de 5 a 10 anos (40%). O estudo também revela que 67% da população não contou com alguém que o incentivasse o hábito de ler, enquanto 33% tiveram influência da mãe ou de algum representante do sexo feminino (11%), seguida pelo professor (7%).

Para Rosa Cavalcante, coordenadora pedagógica da Educação Infantil do Le Petit Galois, ler é uma prioridade. “É imprescindível despertar na criança esse gosto pela literatura. Temos um repertório incrível de autores e isso nos permite trabalhar de várias formas o encantamento das histórias e as possibilidades que proporcionam”, afirmou a coordenadora.

A leitura é um dos principais estímulos que pais e educadores podem oferecer à criança. “Quando o adulto lê em voz alta, ele possibilita ao pequeno a construção de significados daquilo que é escutado. Gradativamente essa potencialidade vai sendo alimentada. Além de otimizar o processo de aquisição da linguagem, a leitura favorece o vínculo afetivo entre crianças e adultos, fortalece a estrutura psíquica e emocional desde cedo e, consequentemente, amplia as suas habilidades cognitivas”, explica Cavalcante.

Entre as dicas para estimular o hábito de ler, é fundamental que o livro faça parte do dia a dia da criança. “Para isso, é importante permitir seu acesso, visitar livrarias, bibliotecas, feiras e gastar algum tempo nesses locais, sem pressa, para que eles possam escolher uma leitura atraente, interessante, e, sempre que possível, indicar sugestões, sem transformar isso em uma obrigação”, orienta a professora.  Outra sugestão é começar estabelecendo uma quantidade mínima de páginas por dia, ou estipular um tempo determinado. “Com isso, cria-se um ritmo de leitura e faz com que os livros sejam devorados mais rapidamente, dando oportunidade para novas histórias”, afirma a coordenadora.

Tornar a leitura interessante em um mundo tecnológico é também o desafio de Camilla Osiro, professora de Literatura do ensino médio do Galois. “Em vez de ficar batendo na mesma tecla, falando que o livro é sempre melhor que todas essas opções, eu tento mostrar que as histórias que eles vêem em novelas, filmes ou seriados são tão interessantes quanto as que têm no livro. Se antigamente não existia essa grande variedade de comunicação, eram essas obras a grande fonte de entretenimento”, defende Camilla. Para estimular a leitura dos clássicos, por exemplo, a professora usa a criatividade na sala de aula, com toques de drama, suspense, humor e romantismo. “Eu não só conto a história como também enceno e incorporo as personagens. Faço entonação de voz, destaco o drama, os diálogos, mudo a postura… É encenação pura. Um verdadeiro espetáculo. Os alunos participam, batem palmas e entram na história. Isso ajuda muito a memória visual e, com certeza, desperta o interesse do leitor. Tenho vários casos em que os estudantes saem da sala de aula e vão direto para biblioteca ou livraria ler a história completa. Quando conseguimos este resultado, esta motivação, é fascinante”, conclui Camilla.

Inscrições no Sisu do segundo semestre de 2018 começam na terça (12)

As inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre de 2018 começam na próxima terça-feira (12) e vão até 15 de junho. O sistema pode ser acessado pelo site do Sisu, onde já é possível consultar as vagas disponíveis. Pode concorrer quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero na redação.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão ofertadas 57.271 vagas em 68 instituições, sendo oito instituições públicas estaduais – um centro universitário e sete universidades –, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de educação tecnológica, 27 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e 30 universidades.

O edital com todo o cronograma do programa foi publicado nesta terça-feira (5) no Diário Oficial da União. O resultado da chamada regular sai em 18 de junho. As matrículas ocorrem de 22 até 28 de junho. O prazo para se inscrever na lista de espera é de 22 a 27 de junho.

Gabarito preliminar Vestibular UnB 2018

 Gabarito Preliminar elaborado pelos professores do Colégio Galois

Veja Gabarito Preliminar do segundo dia de prova (3/6) do Vestibular UnB 2018

Veja Gabarito Preliminar do primeiro dia de prova (2/6) do Vestibular UnB 2018

O vestibular de inverno da Universidade de Brasília (UnB) acontece neste sábado (2) e domingo (3). De acordo com a instituição, mais de 15 mil estudantes se inscreveram para as provas, que vão preencher vagas no segundo semestre. Os inscritos disputam 2.105 vagas em 98 cursos de graduação, espalhados pelos quatro campi – Plano Piloto, Planaltina, Gama e Ceilândia. Nos dois dias, as provas começam às 13h e têm duração de 5 horas.

 

Enem 2018 tem 5,5 milhões de inscritos confirmados

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve 5.513.662 inscritos confirmados, de acordo com balanço divulgado hoje (29) pelo Ministério da Educação (MEC). No ano passado, foram 6.731.203 inscritos confirmados. Neste ano, 6.774.891 fizeram a inscrição, mas 18,7% não pagaram a taxa de inscrição e não foram confirmados no exame.

O ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, acredita que a queda no número de inscritos se deve às medidas adotadas pelo MEC para reduzir o número de faltantes. “O processo que desejamos é que cada vez mais as pessoas que se inscrevem participem efetivamente do exame”. De acordo com a pasta, nos últimos 5 anos, a média de abstenções no Enem foi 29%, gerando um prejuízo de R$ 962 milhões. “Temos que cada vez mais combater o desperdício do dinheiro público”, ressaltou. No ano passado, apesar de 6,7 milhões terem tido a inscrição confirmada, 4,7 milhões compareceram. Mesmo que o candidato pague para fazer o exame, há prejuízos caso ele não compareça no dia da aplicação. Segundo o ministro, o valor cobrado pela inscrição é insuficiente para arcar com todos os custos do exame.

Uma das medidas tomadas este ano foi a inscrição prévia de candidatos que desejavam solicitar a isenção no exame. Para a edição de 2018, 3.521.181 pessoas foram beneficiadas com a gratuidade por se enquadrarem em um dos quatro perfis que davam direito à isenção. O número foi atualizado em relação aos 3,36 milhões divulgados anteriormente porque muitos estudantes concluintes do ensino médio de escolas públicas, que pelas regras são isentos de pagar a taxa de R$ 82, não fizeram o pedido no período estabelecido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Eles foram incluídos posteriormente. O estudante que recebeu a isenção no ano passado, não fez a prova e também não justificou a ausência, perdeu o direito a gratuidade este ano.

As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, nos dias 4 e 11 de novembro. Os resultados serão divulgados em janeiro. As notas do Enem podem ser usadas para concorrer a vagas no ensino superio público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e a financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Simulado vestibular UnB 2018

O Vestibular 2018 da Universidade de Brasília acontecerá nos dias 2 e 3 de junho. E para deixar você ainda mais preparado, que tal estudar com um simulado do Colégio Sigma? É só clicar no link abaixo, baixar a prova e conferir o gabarito aqui no blog Edson Machado.

SimuladoSigma_Prova

SimuladoSigma_Gabarito

30 ANOS DA CONSTITUIÇÃO CIDADÃ

Título VIII    
Da Ordem Social

Capítulo III    
Da Educação, da Cultura e do Desporto

Seção I    
Da Educação

Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

 

A Constituição Federal foi escrita com uma série de objetivos traçados para a educação. Trinta anos depois, são esses mesmos objetivos que o país ainda aspira alcançar. Houve, sim, avanços. A educação formal chega hoje a uma parcela bem maior da população, há destinação orçamentária garantida e o ensino superior também se expandiu. A qualidade do ensino, no entanto, continua vacilante. A meta de atender aos estudantes em tempo integral — uma ambição que vem da Assembleia Constituinte — permanece ainda um desafio. Para o educador Célio da Cunha, o setor da educação luta para reparar um pesado deficit histórico e para reverter um abandono estrutural que vinha de décadas. Ele é autor do livro “O MEC pós-Constituição”, que estuda as sucessivas gestões do Ministério da Educação no período democrático recente, e afirma que os avanços possíveis até hoje se devem a um longo processo de aperfeiçoamento da gestão do Ministério da Educação, que foi capaz de estabelecer, em algumas áreas, rumos que se mantiveram através das diferentes gestões. “Quebra de continuidade é sempre prejudicial. Em educação, não adianta investir só numa variável, porque isso pode ser anulado por outra. É preciso não só uma visão sistêmica, mas também um projeto de país”, explica o professor.

A continuidade, decisiva para o sucesso de algumas iniciativas específicas, foi preservada, por exemplo, no sistema de avaliação pública do ensino, nos fundos constitucionais de financiamento da educação e no nível superior. Por outro lado, cada gestão teve prioridades diferentes em relação a qual etapa da educação básica priorizar, e isso se refletiu em iniciativas desencontradas e pontuais que focalizaram ora o nível fundamental ora o médio. Um sinal dessa instabilidade é a oscilação no desempenho mensurado dos estudantes brasileiros através dos anos.

Um dos sucessos mais relevantes — e ainda em construção — da educação brasileira sob a vigência da Constituição de 1988 foi a gradual expansão da cobertura da rede de ensino, refletida no crescimento da frequência escolar regular em todas as faixas etárias. Uma das parlamentares constituintes que atuou nas discussões sobre o setor da educação foi a então deputada pelo Espírito Santo Rita Camata. Ela lembra que levar mais jovens para a escola era prioridade da Assembleia. “Para nós, o importante era buscar a garantia de universalização do acesso à educação. Posteriormente, o sentimento era buscar qualidade, porque não importa só garantir a matrícula, tem que ter o estímulo para o jovem continuar na escola e se prover do conhecimento”, ressalta Camata.

A segunda parte dessa trajetória tem se mostrado mais desafiadora. Os resultados bianuais do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) nas áreas de língua portuguesa e matemática mostram que o país não foi capaz de emplacar uma evolução consistente no desempenho dos estudantes no tocante a esses conhecimentos básicos. No entanto, para Carolina Fernandes, coordenadora de Relações Governamentais do Instituto Todos pela Educação, essa realidade deve ser entendida dentro de um contexto. “O que houve no Brasil foi que, quando o direito à educação foi universalizado, houve uma rápida expansão de um modelo de escola que antes era oferecido para poucos para atender a uma população muito maior e mais diversificada. Com esse modelo, a escola não foi capaz de compensar a falta de repertório das crianças advindas de famílias mais pobres e com menos escolaridade”, afirma.

Também deputado constituinte, Átila Lira concorda com essa avaliação. Ele atuou como secretário estadual de Educação no Piauí e avalia que alguma oscilação é esperada, uma vez que a disseminação do ensino formal trouxe para as estatísticas um grupo grande de jovens que antes não estava na escola. Segundo ele, essa ampliação em si é uma melhora na qualidade do sistema como um todo. O esforço de universalização da educação representou a porta de entrada no ensino para uma maioria populacional que antes não era contemplada. O educador Célio da Cunha pondera que esse fator nem sempre é visível para quem já tinha o direito assegurado antes desse movimento.

Essas ponderações não significam que a qualidade da educação pública deva ser tida como aceitável no atual estado. Os desafios atuais têm a ver, principalmente, com investimento. Mais especificamente, com a distribuição do gasto público no setor. A Constituição integrou os municípios à rede de educação pública, como estratégia para fazer capilarizar o ensino formal. As prefeituras assumiriam o nível fundamental, e os governos estaduais priorizariam o médio. Para Átila Lira, isso representou um avanço organizacional em relação ao quadro anterior. Além de levar à ampliação das redes, deu espaço para o desenvolvimento de uma etapa da educação que costumava ficar à margem. “Antes da Constituição, os estados ficavam com a responsabilidade integral do ensino fundamental, da pré-escola ao ensino médio. Isso fazia com que o ensino médio pouco estivesse presente no Brasil como um todo”, lembra.

Para ajudar os municípios a cumprirem suas novas responsabilidades, a carta de 1988 previu a formação de um fundo nacional a ser abastecido pelos estados e pela União. Regulamentado em lei em 1996, ele começou a funcionar como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), com prazo de dez anos. “Lamentavelmente, na fase de implantação deste fundo, não foi contemplado o ensino médio, fato que ocorreu apenas em 2007 quando o fundo foi reformulado”, destaca o professor Edson Machado, que em 1988, era diretor geral da CAPES/MEC.

Em 2007, a União deixou de contribuir como regra, passando a despejar recursos apenas nos estados que, a cada ano, não atingissem uma cota mínima de investimento por estudante. As demais fontes de receita, provenientes de impostos estaduais, ganharam mais peso, e o fundo passou a cobrir também o ensino médio. Assim, ganhou o nome de Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o prazo de validade de 14 anos.

O percentual do PIB brasileiro destinado à educação é semelhante ao de nações desenvolvidas. No entanto, devido ao fato de o país possuir mais estudantes, o investimento per capita ainda é menor do que o desejado. No atual cenário de investimentos, os municípios encontram dificuldade para cumprir as suas obrigações. Alessio Costa Lima, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), explica que as tentativas da Constituição e das leis posteriores de distribuir as competências de cada ente têm colocado as prefeituras em situação difícil. “Temos observado historicamente que o município cada vez recebe mais responsabilidades, contudo a ampliação de recursos não vem na mesma proporção. Os dirigentes não têm como honrar as responsabilidades legais, levando a judicialização, o que gera problemas maiores no sistema de ensino. A política colaborativa precisa ser aprimorada”, avalia Lima.

Ele sugere que a União deveria ter participação maior e mais regular no Fundeb. Em 2017, apenas nove estados receberam a complementação — os demais não tiveram a ajuda extra, considerada fundamental. Para que isso aconteça, uma solução imediata seria elevar o custo-aluno, o que levaria mais estados a necessitarem da complementação, podendo contar assim com recursos extras. A longo prazo, uma reforma tributária seria necessária.

Agência Senado

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